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Servidores do BC defendem taxa de fiscalização de bancos para custear órgão

Os servidores do Banco Central voltaram a defender a cobrança de uma Taxa de Fiscalização do Sistema Financeiro para custear as atividades do órgão

Servidores do BC defendem taxa de fiscalização de bancos para custear órgão

Os servidores do Banco Central voltaram a defender a cobrança de uma Taxa de Fiscalização do Sistema Financeiro para custear as atividades do órgão. A discussão é retomada em meio às discussões sobre autonomia financeira do órgão.

A taxa seria cobrada das instituições supervisionadas pelo BC de forma proporcional ao porte da instituição. A base de cálculo usada seriam os ativos financeiros do banco. A proposta se baseia na taxa hoje cobrada pela CVM (Comissão de Valores Mobiliários) de companhias, fundos e assessores sujeitos ao órgão. Leia também: Mesmo desgastado, Wagner deve manter candidatura ao Senado

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O sindicato afirma que a estimativa inicial aponta que a taxa da CVM, de 0,01% renderia algo em torno de R$ 2 bilhões para o Banco Central. A cobrança, no entanto, depende de aprovação de lei pelo Congresso Nacional. O sindicato que representa os servidores argumenta que a proposta é um instrumento de fortalecimento institucional do BC, mas pondera que uma eventual taxa não representaria tarifas cobradas dos usuários nem mudanças na gratuidade do Pix. Mais de politica

A entidade justifica que o crescimento do sistema financeiro exige fontes estáveis de financiamento para as atividades de supervisão, desenvolvimento tecnológico, segurança cibernética e modernização institucional do órgão. Comentários Leia também: Servidores do BC propõem taxa sobre bancos para custear órgão

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