previsão do tempo campinas: o que muda após pelo menos 12 municípios gaúchos
Ler matéria →Esta transcrição foi gerada automaticamente por Inteligência Artificial e pode conter erros ou imprecisões. Jogo impróprio para cardíacos, mas próprio para amantes de futebol. O que é facto é que a seleção nacional conseguiu vencer a Croácia nos 16 avos de final do Mundial 2026.
Vitória por 2 a 1, no dia em que se cumpre um ano desde a trágica morte de Diogo Jota e também do seu irmão. Uma carga emocional grande neste jogo, que também não faltou em emoções. Vou começar por Gabriel.
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Uma primeira parte em que Portugal até começou por dominar, foi bastante possante na posse de bola, encostou, de alguma forma, a Croácia às cordas, mas foi pouco objetivo. Para quem viu o jogo, para quem assistiu, para quem foi espectador, para quem esteve no estádio, foi um jogo de emoções. Foi aquilo que se pode dizer uma bela partida, com muitas emoções, com aquele recheio que o futebol obviamente traz.
E teve gols, bons gols, teve gols anulados, teve questões de arbitragem, teve toda uma série de situações que naturalmente acabaram por prender e alterativa no resultado, prender as atenções, quer para quem esteve no estádio, quer para quem esteve ao nível planetário. Ganhar era o objetivo, naturalmente, quer para uma, quer para outra formação. E a verdade é esta, que isto era uma final, estes jogos mata-mata são finais e as finais não se jogam, ganham-se.
Lá dizia o saudoso Mário Wilson. É verdade, talvez os mais novos não saibam quem era. Foi também selecionador nacional, foi um grande treinador e um grande jogador do futebol português. Leia também: vozinha joga em qual time: o que muda após esta transcrição foi gerada
É verdade. E eu diria um grande formador também, um grande pedagogo. Se esta é a verdade de Portugal, daquilo que é a análise, é uma primeira parte dominante.
Verificou-se que a Croácia, face àquele que era o domínio de Portugal, não tinha soluções. Conseguiu a Croácia baixar o ritmo do jogo, mas a verdade é que Portugal só fez um remate enquadrado para uma defesa do guarda-redes contrário, aliás, logo no início do desafio, um remate do Rafael Leão. Segunda parte, aparece uma Croácia renovada, remoçada.
Aquilo que tinha mostrado não ter soluções, mostrou ter soluções e veio pôr a nu que Portugal, de facto, faltou-lhe capacidade, quer na sala das máquinas, quer Vitinha, quer Bruno Fernandes, tudo fora. O próprio João Neves. São jogadores com muita carga de trabalho numa época.
Eles vêm todos de um Campeonato do Mundo de Clubes. É preciso dizer e lembrar isto. Têm todos uma temporada enorme nos seus clubes e agora aparecem aqui também com este ritmo de alta competição que é um Campeonato do Mundo e mostraram que não estão, naquilo que se pode dizer, a aguentar este andamento, este índice, porque Portugal hoje, isso é verdade, mostrou atitude, mostrou intensidade, teve um desenho de jogo devidamente preparado e programado, trabalhar pelas faixas, jogo exterior, jogo interior.
Mas a verdade é que esse meio-campo na segunda parte, face ao bom jogo, à qualidade de jogo da formação croata, o meio-campo de Portugal desapareceu. Depois, é a questão de uma grande penalidade no meio de substituições que ainda nem sequer se tinham feito sentir, muito bem marcada por Ronaldo, que volta aos gols. E é verdade que é bom para o Ronaldo e foi ótimo para Portugal, que pôs o resultado de igualdade. Mais de noticia
E temos então o grande lance dos descontos, que é um lance individual. Começando em Rafael Leão? É. Eu até escrevi aqui algo que é um passe geométrico do Rafael Leão para uma coroa maravilhosa da cabeça de Gonçalo Ramos, que acabam por traduzir aquilo que é a vitória de Portugal num jogo que acaba por ser extremamente polêmico e que naturalmente já está a dar que falar na imprensa internacional.
Mas que são as polêmicas normais, existentes. E por isso é que eu digo, as finais é para ganhar. Portugal ganhou, foi feliz, de alguma forma foi feliz, porque a verdade, num jogo muito discutido, mais Portugal a primeira parte, mais Croácia a segunda, Portugal acaba por ser feliz.
Augusto Inácio, fomos falando também na antevisão a este jogo das palavras do Roberto Martínez, que falava de dois mundiais, um que se joga na fase de grupos, outro na fase a eliminar. A verdade é que também tivemos dois mundiais neste jogo para Portugal, ou pelo menos dois Portugais, porque a primeira parte foi uma coisa, a segunda não ter sido totalmente diferente em termos de posse de bola, marcou uma fase em que a Croácia conseguiu chegar sempre com perigo à baliza de Portugal, mesmo tendo menos bola, sempre que lá chegou, foi extremamente objetiva e criou muito perigo e também deu muito trabalho a Diogo Costa, que mais uma vez se apresentou a grande nível. Sim, uma primeira fase de grupos que são três jogos e que aí é pontos e a pontuação dá para passares ou não. Leia também: previsão do tempo campinas: o que muda após pelo menos 12 municípios gaúchos
Deu para passar Portugal com cinco pontos em segundo lugar no grupo K. E depois tens o acasalamento dos grupos com que se joga e que depois é aquela história do mata-mata, em que quem perder fica fora e quem ganhar segue em frente. Era um jogo que realmente não está aqui pontos em disputa, o empate não interessa, interessa sempre a vitória Mas diria que houve duas caras: um Portugal no primeiro tempo e um Portugal no segundo tempo. Nós estamos todos contentes que Portugal passou às oitavas de final, que era aquilo que mais desejávamos, mas temos que ser frios na análise e não deixar de dizer aquilo que são as preocupações, ou que seja, a minha preocupação, e acho que também é do Gabriel Alves, e tivemos aqui a comentar o jogo, fomos dando nota nisso ao longo dos comentários durante o jogo.
Uma primeira parte que é boa de Portugal, enfim, sem aquela capacidade de finalizar e de concluir algumas jogadas de belo efeito que nós tivemos. Uma Croácia que foi poucas vezes lá à frente, mas também criou perigo. Eu diria que a primeira parte parece que sabe a pouco para aquilo que foi o nosso jogo.
E eu olhava para a cara dos portugueses quando iam sair do intervalo para os balneários e senti-os com a cara fresca e com a camisola não tão colada ao corpo, sinal de que a umidade não existia naquele estado em Toronto, mas sim que existia em Miami e em Houston. E aí Portugal tinha dificuldade e os jogadores também naquilo que era a dinâmica e aquilo que era a alegria de jogo que Portugal nunca teve nesses dois jogos anteriores. Diria também que foi uma surpresa para mim, a Croácia, que não tinha argumentado nada de especial no primeiro tempo, apresentou-se de uma forma mais intensa, mais dinâmica, mais criativa, e aí não vi resposta nenhuma de Portugal.
O meio-campo português desapareceu completamente. Vitinha, pelas razões que o Gabriel já disse, e João Neves, pelo desgaste físico que tem tido no seu clube, não conseguiram dar resposta ao andamento daquilo que era o jogo dos croatas, que foram inteligentes no primeiro tempo, que eu estava me esquecendo de dizer isto, porque quando sentiram o perigo que Portugal estava a causar, eles próprios recuaram as linhas e tiraram a velocidade de jogo que Portugal queria e estava a ter. E aí então entrou-se outra vez naquilo do passe para o lado, passe para trás, à espera de uma nesga para poderes penetrar e vou para o lado que queria, talvez para fazer aquilo que estava a fazer depois na segunda parte.
E o Bernardo Silva usou a expressão "entramos no jogo da Croácia". Não entramos no jogo, nós não tivemos foi capacidade para contrariarmos o jogo da Croácia, não entrar no jogo da Croácia, porque se entrássemos no jogo da Croácia, era um jogo fantástico, era bola cá e bola lá. Nós não tivemos capacidade de contrariar o jogo e de nós criarmos aquilo que tínhamos criado no primeiro tempo.
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