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“Sabores” do Ubuntu Linux só poderão ser lançados se tiverem versões beta

“Sabores” do Ubuntu Linux só poderão ser lançados se tiverem versões beta Canonical agora exige lançamento de versões beta no prazo para que "sabores"

“Sabores” do Ubuntu Linux só poderão ser lançados se tiverem versões beta

“Sabores” do Ubuntu Linux só poderão ser lançados se tiverem versões beta Canonical agora exige lançamento de versões beta no prazo para que "sabores" (variantes oficiais) do Ubuntu Linux sejam liberados. Canonical agora exige lançamento de versões beta no prazo para que "sabores" (variantes oficiais) do Ubuntu Linux sejam liberados. O Ubuntu é uma das distribuições Linux da atualidade e, como se não bastasse, também conta com “sabores”, como são chamadas as variantes reconhecidas oficialmente.

Mas, a partir de agora, elas só poderão ser lançadas se seguirem uma nova condição: terem versões beta liberadas no prazo. As variantes oficiais do Ubuntu são aquelas que trazem ambientes de desktop diferentes do Gnome (padrão na versão original). É o caso do Kubuntu, que vem com o KDE Plasma, ou do Xubuntu, que é baseado no Xfce.

Leia no AINotícia: Tecnologia em Foco: Novidades em Armazenamento, Apps e Assistentes Inteligentes

Um sabor também pode atender a um segmento específico. Por exemplo, o Edubuntu vem com ferramentas educativas pré-instaladas, enquanto o Ubuntu Studio é pré-configurado para atividades de edição de mídia. Normalmente, os “sabores” são lançados simultaneamente ou logo depois de uma nova versão do Ubuntu original ser liberada. Leia também: Midjourney agora tem um scanner corporal com IA

Para tanto, cada projeto deve seguir critérios de qualidade, sendo um deles, agora, a submissão de versões beta dentro do cronograma estabelecido pela Canonical. Não que isso já não ocorresse, mas, vez ou outra, havia exceções. Um exemplo vem da versão mais recente do Ubuntu Kylin (variante direcionada ao público chinês), que passou do prazo para a liberação da versão beta, mas teve a sua versão final lançada mesmo assim.

Mas isso não vai mais acontecer. Sem uma versão beta, não haverá versão final, como informa a Canonical na lista de discussão oficial: Para garantir que todos os sabores estejam totalmente preparados para o lançamento final, informamos que nenhuma versão será considerada para um lançamento oficial a menos que tenha submetido com sucesso uma versão beta seguindo o cronograma previsto.

As diferenças entre as versões beta e final devem ser mínimas e conter apenas correções de bugs. Oliver Reiche, engenheiro de software da Canonical A liberação de versões beta faz parte de um ritual padrão. Mais de tecnologia

O caso do Ubuntu Kylin foi uma ocorrência isolada. O que a Canonical quis quiser com o aviso é que exceções como essa não serão mais aceitas. Motivo: “manter a qualidade e a estabilidade dos nossos produtos finais”, explica Reiche.

Faz sentido. Ainda que a Canonical não controle diretamente o desenvolvimento das variantes, cada uma delas deve seguir critérios de qualidade e segurança para continuarem sendo reconhecidas como “sabores” e, assim, receberem apoio técnico da organização. Sem esse cuidado, o Ubuntu e a própria Canonical podem ter o “filme queimado” em caso de problemas de qualidade relacionados a uma variante. Leia também: União Europeia rejeita proposta que impediria abandono de jogos online

Você pode conhecer todos os sabores do Ubuntu nesta página. Em tempo: a versão mais recente da distribuição original é o Ubuntu 26.04 “Resolute Raccoon”, lançado em abril (como de hábito). Em tempo²: o Kubuntu foi citado mais acima; vale pegar o gancho para lembrar que o ambiente de desktop KDE

Plasma 6.7 foi lançado nesta semana. {{ excerpt | truncatewords: 35 }} {% endif % }

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