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Renda Fixa Hoje: confira as taxas de CDBs, LCIs e LCAs na XP com dólar em baixa

Conteúdo Patrocinado Com dólar operando abaixo de R$ 5,20, o mercado de emissão bancária, dentro da plataforma da XP, oferece nesta terça-feira (9), CDBs com taxas

Renda Fixa Hoje: confira as taxas de CDBs, LCIs e LCAs na XP com dólar em baixa

Com dólar operando abaixo de R$ 5,20, o mercado de emissão bancária, dentro da plataforma da XP, oferece nesta terça-feira (9), CDBs com taxas prefixadas de até 15,050% ao ano com vencimento em mais de 12 meses, enquanto títulos de inflação estão pagando até IPCA+ 8,690% em mais de 1 ano e os pós-fixados até 103,75% do CDI em mais de 12 meses.

LCAs contam com taxas prefixadas de até 12,550% em mais de 1 ano, enquanto as atreladas à inflação que pagam até IPCA+5,740% em 12 meses e as pós-fixadas pagam até 86,5% do CDI em mais de 1 ano.

Leia no AINotícia: Economia: Panorama de Mercado com Royalties e Copa do Mundo

LCIs pós-fixadas pagam até 85% do CDI com vencimento em 1 ano.

Renda Fixa Hoje: confira algumas opções de investimento em renda fixa bancária oferecidas pela XP

CDB BANCO XP S.A.
Taxa: 100% do CDI
Vencimento: junho/2028
Saiba mais e invista Leia também: Monte Bravo quer dobrar equipe e mira R$ 200 bi sob custódia até 2030

LCA BNDES
Taxa: 81,5% do CDI
Vencimento: setembro/2028
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CDB PICPAY
Taxa: 104,75% do CDI
Vencimento: junho/2031
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*As ofertas na plataforma da XP são limitadas à capacidade disponível do produto nesta terça-feira (9)

Cenário Renda Fixa da XP

Os juros futuros encerraram a sessão de segunda-feira (8) em alta, em um dia de volatilidade e continuidade do movimento recente de reprecificação da curva, com investidores ajustando expectativas para uma Selic mais elevada por mais tempo. Mais de economia

O avanço foi mais intenso na parte intermediária da curva, com destaque para o DI para janeiro de 2028, que liderou os ganhos. Já a ponta longa subiu de forma mais moderada, indicando uma inclinação da curva, em meio à combinação de fatores domésticos e externos.

No Brasil, o principal vetor segue sendo a revisão para cima das projeções de inflação e juros, após dados mais fortes de atividade, como o PIB, o que tem reduzido as apostas em cortes adicionais da Selic. O mercado passou a precificar maior probabilidade de interrupção do ciclo de flexibilização já nas próximas reuniões do Copom. Leia também: TSE adia decisão sobre suspensão de pesquisa de voto para presidente

Essa reprecificação ficou evidente também no boletim Focus, que trouxe nova alta nas projeções de inflação e da própria Selic, reforçando o cenário de política monetária mais restritiva por mais tempo.

No exterior, o avanço dos rendimentos dos Treasuries contribuiu para pressionar a curva local, ainda sob influência das incertezas geopolíticas no Oriente Médio. Apesar de sinais pontuais de trégua, o cenário segue instável, mantendo os prêmios de risco elevados.

Com isso, a curva curta reage mais diretamente às mudanças nas expectativas para a Selic, enquanto os vértices intermediários e longos incorporam prêmios adicionais de risco, tanto pelo cenário externo quanto pela deterioração das expectativas inflacionárias domésticas.

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Daniel Navas

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