SP: Rota mata suspeito de atentado a tenente; polícia investiga conexão
Ler matéria →
Relatório aponta “futuro sombrio” para indústria de chips na União Europeia
A forte dependência tecnológica de Washington e os controles de exportação chineses ameaçam o abastecimento do bloco europeu
AMSTERDÃ, 2 Jul (Reuters)– Os controles de exportação da China, a dependência dos EUA em termos de tecnologia e a fragilidade estrutural da indústria europeia de semicondutores indicam que ela enfrenta um “futuro sombrio”, segundo um relatório financiado pela UE divulgado nesta quinta-feira.
O relatório independente elaborado pelo Instituto de Estudos de Segurança da União Europeia e pelo think tank francês Institut Montaigne concluiu que os controles de exportação chineses sobre minerais e ímãs essenciais, bem como o risco de uma guerra no Estreito de Taiwan, representam grandes ameaças ao abastecimento.
Leia no AINotícia: Economia: panorama da semana
Outra fonte de vulnerabilidade decorre da dependência da UE em relação aos EUA no que diz respeito à tecnologia, incluindo softwares de projeto, e da possibilidade de os EUA bloquearem as exportações para a China por parte da ASML, fornecedora de equipamentos para a fabricação de chips e a empresa de maior valor de mercado da Europa. Leia também: SP: Rota mata suspeito de atentado a tenente; polícia investiga conexão
Ferramenta do InfoMoney
Baixe agora (e de graça)!
BAIXAR AGORA
O Congresso dos EUA está debatendo um projeto de lei que daria a Washington o poder de impor unilateralmente controles de exportação a nações aliadas e suas empresas.
“Embora Pequim ainda pareça ser a maior ameaça, a dependência de Washington parece ter se tornado uma preocupação muito maior sob o segundo governo Trump”, disse à Reuters o coautor Joris Teer, analista de políticas do Instituto de Estudos de Segurança.
A Comissão Europeia busca fortalecer a indústria do bloco e, em junho, propôs uma “Lei dos Chips 2.0”, que os parlamentares da UE devem agora discutir.
A proposta inclui incentivos para aumentar a demanda por chips fabricados no mercado interno e também aderir à “Pax Silica” de Washington, uma iniciativa de países aliados que cooperam para garantir as cadeias de abastecimento. Mais de economia
Além de cooperar com aliados para fazer frente à China, Teer afirmou que o “único caminho viável” para a Europa é aproveitar seus pontos fortes existentes, como os equipamentos para fabricação de chips produzidos pela ASML, a fim de aumentar sua influência. Leia também: Ibovespa futuro vira para alta após payroll abaixo do esperado
O relatório, que se baseou em fontes do setor, políticas e acadêmicas, também constatou que fatores como os preços elevados e persistentes da energia na Europa, a falta de capital privado e o declínio das indústrias que utilizam chips têm prejudicado a competitividade do setor.
(Reportagem de Toby Sterling)
Tópicos relacionados
- Business
- chips
- Semicondutores
- União Europeia
Reuters
Leia também no AINotícia
- SP: Rota mata suspeito de atentado a tenente; polícia investiga conexãoEconomia · agora
- Como e o que comprar na Bolsa com Ibovespa perdendo para o CDI em 2026Economia · 4h atrás
- “Sem almoço grátis”: Nvidia vale quase US$ 5 tri, mas ainda não mimaEconomia · 4h atrás
- Mercado de trabalho terá “momento darwinista” com IA, diz CEO: Evolua ou sejaEconomia · 4h atrás

