https://noticiabrasil.net.br/20260516/apos-maduro-autoridade-dos-eua-nao-descartam-sequestrar-ex-presidente-cubano-raul-castro-diz-midia-50425557.html Após Maduro, autoridade dos EUA não descartam sequestrar ex-presidente cubano Raúl Castro, diz mídia Após Maduro, autoridade dos EUA não descartam sequestrar ex-presidente cubano Raúl Castro, diz mídia Sputnik Brasil
Altos funcionários dos Estados Unidos não descartam a possibilidade de o ex-líder cubano Raúl Castro ser sequestrado em uma operação semelhante à realizada... 16.05.2026, Sputnik Brasil américas rússia raúl castro cláudio castro miguel díaz-canel washington venezuela estados unidos the new york times https://cdn.noticiabrasil.net.br/img/07e5/04/13/17364217_0:150:3107:1898_1920x0_80_0_0_d36cd6cec5ed5e18452d357ed2c48c4f.jpg A mídia norte-americana já havia informado que Washington planejava abrir um processo contra Castro.
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Segundo o New York Times, os EUA utilizaram acusações federais como justificativa para invadir a Venezuela e sequestrar o presidente Nicolás Maduro, acrescentando que ainda não está claro se Washington pretende adotar uma operação semelhante em Cuba. A reportagem também cita fontes próximas ao governo norte-americano que acreditam que uma tentativa de sequestrar Raúl Castro pode acabar não sendo autorizada, mas avaliam que a simples ameaça já poderia servir para pressionar as autoridades cubanas. O diretor da CIA, John Ratcliffe, visitou Havana na última quinta-feira (15) e se reuniu com representantes do Ministério do Interior cubano, segundo informou o governo da ilha.
Questionado sobre uma possível renúncia diante da pressão dos Estados Unidos, o presidente cubano Miguel Díaz-Canel afirmou que a ideia de simplesmente se render é "estranha aos revolucionários cubanos". O líder cubano também declarou que Havana considera inadequadas as comparações entre Cuba e Venezuela devido às diferenças históricas e políticas entre os dois países. https://noticiabrasil.net.br/20260513/cuba-nao-e-uma-ameaca-rebate-diaz-canel-as-declaracoes-do-pentagono-50297342.html washington venezuela estados unidos Sputnik Brasil contato.br@sputniknews.com +74956456601 MIA „Rossiya Segodnya“ 2026 Sputnik Brasil contato.br@sputniknews.com +74956456601 MIA „Rossiya Segodnya
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A mídia norte-americana já havia informado que Washington planejava abrir um processo contra Castro. Segundo o New York Times, os EUA utilizaram acusações federais como justificativa para invadir a Venezuela e sequestrar o presidente Nicolás Maduro, acrescentando que ainda não está claro se Washington pretende adotar uma operação semelhante em Cuba. A reportagem também cita fontes próximas ao governo norte-americano que acreditam que uma tentativa de sequestrar Raúl Castro pode acabar não sendo autorizada, mas avaliam que a simples ameaça já poderia servir para pressionar as autoridades cubanas.
O diretor da CIA, John Ratcliffe, visitou Havana na última quinta-feira (15) e se reuniu com representantes do Ministério do Interior cubano, segundo informou o governo da ilha. Questionado sobre uma possível renúncia diante da pressão dos Estados Unidos, o presidente cubano Miguel Díaz-Canel afirmou que a ideia de simplesmente se render é "estranha aos revolucionários cubanos". O líder cubano também declarou que Havana considera inadequadas as comparações entre Cuba e Venezuela devido às diferenças históricas e políticas entre os dois países.
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Cuba planeja atacar os Estados Unidos com drones, diz site Havana teria adquirido centenas de equipamentos da Rússia e do Irã, de acordo com informações da inteligência americana. Base de Guantánamo, navios militares e até a ilha de Key West, na Flórida, seriam os alvos.

Cuba estaria adquirindo cerca de 300 drones militares da Rússia e do Irã e planejando utilizá-los para realizar ataques a alvos americanos, como a base de Guantánamo, navios militares dos Estados Unidos e a ilha de Key West, na Flórida, a cerca de 150 quilômetros do território cubano. O plano foi divulgado pelo site Axios, que teve acesso a informações confidenciais de oficiais de inteligência do governo dos EUA. De acordo com a publicação, um possível plano de ofensiva por parte de Cuba poderia motivar uma ação militar americana na ilha caribenha, cujo governo tem sido alvo de ameaças do presidente Donald Trump e do secretário de Estado, Marco Rubio. Mais de saude
O país também enfrenta uma das maiores crises da sua história recente, com apagões energéticos e desabastecimento, principalmente após a deposição de Nicolás Maduro, então aliado de Havana, da presidência da Venezuela. Segundo o Axios, Cuba tem recebido drones de "capacidades variadas" da Rússia e do Irã desde 2023. Os equipamentos estariam sendo armazenados em locais estratégicos da ilha, de acordo com autoridades americanas.
Segundo um alto funcionário da CIA, Havana recebeu mais drones e equipamentos militares russos no último mês. Essa mesma fonte afirmou que interceptações de inteligência apontam que os agentes cubanos estão "tentando aprender como o Irã tem resistido" aos ataques americanos. Além disso, a presença de membros do governo iraniano em Cuba e de instalações de espionagem para coleta de sinais de inteligência na ilha tem preocupado Washington.
" Há muito tempo estamos preocupados que um adversário estrangeiro usando esse tipo de localização tão próximo do nosso território seja altamente problemático", disse o secretário de Defesa, Pete Hegseth, ao deputado Mario Diaz‑Balart, em uma audiência no Congresso na última terça‑feira (12/05). " Leia também: Grupo Mateus ganha destaque após novo desdobramento em economia gigante dos
Quando pensamos nesse tipo de tecnologia tão próxima, e em uma gama de atores problemáticos, desde grupos terroristas até cartéis de drogas, iranianos e russos, isso é preocupante", disse o funcionário ao Axios, que não revelou seu nome. Relações próximas com Irã e Rússia
O uso de drones tem sido um dos trunfos do Irã na resistência à ofensiva americana, iniciada em 28 de fevereiro. Por meio desses equipamentos militares, Teerã danificou bases americanas no Oriente Médio e instalações energéticas nos países do Golfo Pérsico. Já em relação à Rússia, Cuba teria enviado cerca de 5 mil soldados para lutar na invasão à Ucrânia, segundo estimativas do governo americano, recebendo do Kremlin cerca de US$ 25 mil por cada militar deslocado.
" Eles fazem parte da máquina de guerra de Putin. Estão aprendendo táticas iranianas.
É algo para o qual precisamos nos preparar", acrescentou a fonte ao Axios. Ainda de acordo com o site, o diretor da CIA, John Ratcliffe, viajou a Cuba na última quinta‑feira (14/05), quando teria alertado oficiais de Havana sobre o plano de ataque, além de pedir que abandonassem o governo castrista em troca do alívio de sanções dos EUA. "
O diretor Ratcliffe deixou claro que Cuba não pode mais servir como plataforma para adversários avançarem agendas hostis em nosso hemisfério", afirmou o oficial ao Axios. Na próxima quarta‑feira (20/05), diz a reportagem, o Departamento de Justiça dos Estados Unidos planeja tornar pública uma acusação contra Raúl Castro por supostamente ordenar, em 1996, o abate de dois aviões pilotados por um grupo de auxílio com base em Miami chamado "Brothers to the Rescue". Apesar do alerta sobre os possíveis ataques, Washington não vê Cuba como uma ameaça iminente, mas a CIA estaria levando em consideração as discussões em Havana sobre planos de guerra em caso de um ataque americano à ilha.

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