Mistura de Elite e White Lotus: nova série de suspense da Netflix promete viciar
Ler matéria →10 jogos com os melhores mundos abertos de todos os tempos Por Raphael Giannotti • Editado por Jones Oliveira |
Existem muitos jogos lineares excelentes, aqueles que não te dão muita liberdade, mas nos divertem muito mesmo assim. Mas, às vezes, queremos um vasto mundo para explorar, seja para fazer as várias missões secundárias, ou mesmo só passear, aproveitando a paisagem, seja em um game fotorrealista ou em um mais estilizado, que não faz uso de gráficos de ponta.- Review Metroid Prime 4:
Leia no AINotícia: Tecnologia: IA, Smartphones e o Mercado em Foco
Beyond | O glorioso retorno de Samus Aran- Review Call of Duty: Black Ops 7 | É tanto deslize que fica difícil contar De qualquer forma, a indústria já nos entregou títulos lendários de mundo aberto desde quando esse termo ainda não era difundido como hoje (sim, existem bons jogos de mundo aberto lançados na década de 90).
Pensando nesses jogos, o Canaltech separou os 10 melhores jogos de mundo aberto, aqueles sempre lembrados pelos jogadores. 1. The Legend of Zelda: Breath of the Wild e Tears of the Kingdom
A Nintendo não apenas criou um mapa, mas um playground de física e química. Se Breath of the Wild nos ensinou que se você vê uma montanha, pode escalá-la, Tears of the Kingdom elevou esse fator, expandindo a exploração para o céu e o subsolo. A genialidade aqui está na interação com o mundo: o fogo queima a grama, a chuva deixa a pedra escorregadia e, com a Ultrahand, você deixa de ser apenas um aventureiro para virar um engenheiro, criando veículos e soluções que quebram a lógica do jogo. Leia também: ChatGPT e Gemini podem te ajudar a vencer bolão da Copa? Depende
É a definição máxima de liberdade, onde a única barreira é a sua criatividade para explorar Hyrule. 2. Red Dead Redemption 2
A Rockstar entregou aqui uma verdadeira simulação de vida no Velho Oeste, onde o ritmo propositalmente mais cadenciado te obriga a absorver o mundo. A atenção aos detalhes beira o absurdo: a forma como a neve se deforma, a rotina dos animais, a lama nas roupas e a interação com cada NPC criam uma imersão incomparável. Não é apenas sobre crimes e assaltos, é sobre existir naquele espaço.
A narrativa se funde com o mundo aberto de tal forma que cavalgar sem rumo, pescando ou caçando, torna-se tão gratificante quanto as missões principais. É uma obra-prima de construção de atmosfera e narrativa ambiental e será lembrado para sempre. 3.
The Witcher 3: Wild Hunt O Continente não é apenas um cenário bonito, é um lugar marcado pela guerra e pelo folclore, onde cada vila tem uma história que parece real. O trunfo da CD Projekt Red com The Witcher 3 foi preencher esse mundo enorme não com tarefas repetitivas, mas com narrativas ricas.
Uma simples missão secundária para matar um monstro pode se desdobrar em uma trama política complexa ou em uma tragédia familiar. As cidades como Novigrad pulsam com vida, e os pântanos de Velen transmitem uma desolação palpável. É um mundo que respira e reage às suas escolhas, fazendo você sentir o peso de ser um bruxo em uma terra ingrata, que não aceita a sua presença. Mais de tecnologia
4. GTA V Los Santos continua sendo a sátira definitiva da vida moderna. A genialidade da Rockstar foi criar um mundo que funciona independentemente do jogador: o trânsito, as conversas dos pedestres, a programação de TV e rádio, tudo contribui para uma crítica social ácida e divertida.
A variedade de biomas em um único mapa— da cidade densa ao deserto e fundo do mar— oferece um palco perfeito para o caos. A transição entre três protagonistas permitiu explorar esse mundo de perspectivas diferentes, tornando a exploração urbana um misto de filme de ação hollywoodiano com a liberdade de fazer o que der na telha. Tudo isso tornou GTA V o colosso que é hoje.
5. Elden Ring A FromSoftware deu um novo formato ao gênero ao confiar na inteligência e curiosidade do jogador. Leia também: Mistura de Elite e White Lotus: nova série de suspense da Netflix promete viciar
Nas Terras Intermédias, não há ícones piscando ou listas de tarefas; a exploração é guiada puramente pelo design visual. Você vê uma árvore dourada gigante ou um castelo no horizonte e vai até lá porque o cenário te convida, não porque o jogo mandou. Essa abordagem orgânica, somada a uma direção de arte melancólica e grandiosa, traz a sensação de descoberta e perigo real a cada esquina.
É um mundo aberto hostil, mas que recompensa quem tem coragem de vasculhar cada canto. Vale mencionar a expansão Shadow of the Erdtree, que traz um outro mundo gigante com foco em verticalidade. 6.
Batman Arkham Knight A conclusão da saga Arkham nos deu a Gotham City definitiva: chuvosa, gótica e opressora. A Rocksteady, antes de se afundar com Suicide Squad: Kill the Justice League, conseguiu transmitir a escala da cidade sem perder a densidade de detalhes que marcou os jogos anteriores.
A introdução do Batmóvel mudou a dinâmica, transformando as ruas largas em pistas de corrida e campos de batalha de tanques, integrando o veículo aos quebra-cabeças do cenário. Voar entre os prédios e mergulhar em direção ao asfalto para, em seguida, ejetar do carro em movimento, entrega a fantasia completa de ser o Cavaleiro das Trevas patrulhando seu território como nunca antes, sendo o jogo de herói definitivo. 7.
The Elder Scrolls V: Skyrim Skyrim definiu o que esperamos de liberdade em um RPG. Tamriel é um lugar onde você pode ignorar completamente a profecia de salvar o mundo para viver como um ferreiro, um ladrão ou um mago. A magia desse mundo está na capacidade de oferecer aventuras não roteirizadas: você sai para colher flores e acaba descobrindo uma ruína anã subterrânea gigantesca.
Leia também no AINotícia
- Mistura de Elite e White Lotus: nova série de suspense da Netflix promete viciarTecnologia · agora
- Preview We Were Here Tomorrow | Puzzle cooperativo testa a amizade com caosTecnologia · 4h atrás
- Nvidia e SK Hynix preparam anúncio conjunto em meio à crise de IATecnologia · 4h atrás
- Superinteligência? IA estaria projetando a próxima IA da OpenAITecnologia · 4h atrás


