Exposição sobre Tom Jobim em parques de SP destaca preocupação do artista
Ler matéria →Um dos influenciadores de maior relevância no último ano, Felipe Bressanim Pereira, o Felca, foi a estrela do SP2B, nesta quarta, falando para uma plateia lotada no espaço Bespoke, ao lado do escritor Michel Alcoforado, autor do badalado "Coisa de Rico: A Vida dos Endinheirados Brasileiros". Com uma vasta lista de palestras e shows, o evento tem parceria com a Folha e discute empreendedorismo e inovação até domingo, no parque Ibirapuera, na zona sul da cidade.
Felca e Alcoforado falaram sobre a trajetória do youtuber, que foi da fobia social à autoexposição nas redes sociais —com destaque para um vídeo, em agosto do ano passado, no qual tratou da adultização de crianças e denunciou a sexualização de menores na internet. O influenciador afirmou que, apesar de hoje estar nessa posição, sempre foi tímido porque sofria bullying na escola. "Sou um cara tímido para caramba, tenho fobia social e, agora, estou aqui me comunicando.
Leia no AINotícia: Entretenimento: Panorama da Semana com Novidades na TV e Homenagens
Isso não é talento. Eu desenvolvi a comunicação, precisei dela para trabalhar com o que queria", disse ele. Além de dar dicas sobre carreira, Felca disse se recusar a fazer de plataformas de apostas esportivas, as bets, e comentou o fato de ter sido inspiração para uma lei para proteger menores de idade no ambiente digital. Leia também: iphone 17 pro max: o detalhe que mais repercutiu
" Nunca imaginei que meu vídeo levaria à criação de uma lei", afirmou. "
Minha gana mesmo é por falar. Quando falo, sinto que estou honrando, dignificando ou até vingando o meu passado de muita timidez. "
Antes da mesa do influenciador, o SP2B teve um bate-papo que parecia inspirado na série distópica "Black Mirror". No espaço Beyond, especialistas de tecnologia explicaram como a inteligência artificial tem invadido o mundo de carne e osso, como robôs que já voam, interagem entre si e até transportam órgãos para hospitais. Um dos especialistas a compor a mesa foi Patrícia Florissi, diretora de tecnologia do CTO Google Cloud. Mais de entretenimento
Segundo ela, robôs humanoides já estão começando a desenvolver autonomia, ou seja, já são capazes de simular as possibilidades para executar determinada tarefa e, depois, escolher qual é a mais estratégica para o contexto. Já no espaço Beginning, a discussão girou em torno do impacto da IA nos direitos humanos. Na mesa, estavam Mariza Ferro, professora da Universidade Federal Fluminense, o advogado Irapuã Santana e o psicólogo Genesson Honorato.
O debate mostrou como os conteúdos gerados por IA são reflexo de escolhas humanas, o que tem levado a respostas de cunho racista, por exemplo. " Tecnologia neutra não existe, ela é criada pelo ser humano", disse Ferro. Leia também: Malik volta ao noticiário após novo desdobramento
" Isso não significa que a IA não deva ser usada da forma mais ética possível. "
Santana acrescentou que o desafio hoje é identificar e responsabilizar as pessoas por trás dos impactos sociopolíticos de conteúdos gerados por IA. Prova disso seria como o Tribunal Superior Eleitoral, o TSE, tem encarado a tecnologia nas eleições, algo a ser minuciosamente analisado, com usos sujeitos à penalização. Comentários
Leia também no AINotícia
- Anne Hathaway enfrenta dinossauros em 'O Fim da Rua', filme que chegaEntretenimento · 4h atrás
- Lilly Wachowski diz que Hollywood barra seu novo projeto com elenco transEntretenimento · 12h atrás
- Exposição sobre Tom Jobim em parques de SP destaca preocupação do artistaEntretenimento · 4h atrás
- Globo inaugura terceira parte de sua Calçada da Fama com homenagem a grandesEntretenimento · 8h atrás


