Guardiola assiste a Marrocos na Copa e agita mercado de técnicos
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O debate sobre Neymar na seleção brasileira "não existe" neste momento e desvia o foco de quem vem decidindo, avaliou PVC no Posse de Bola, do Canal UOL.
Na análise do comentarista, o time de Carlo Ancelotti precisa discutir soluções práticas para a ausência de Raphinha e reconhecer o protagonismo de Vinícius Júnior, que ele apontou como o melhor em campo.
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Eu acho incrível que a gente está há três semanas aqui e o cara que a gente menos fala é o dono do time, que é o Vinicius Júnior. A gente fala menos do Vinícius Júnior do que é do Neymar. O Vinícius foi o melhor em campo nos dois jogos. Eu concordo com o Casagrande. O Neymar hoje não existe. Ele pode existir no jogo da segunda fase. Hoje não tem. O povo sabe o que vai acontecer com o número 10 da Seleção Brasileira. A Seleção não tem número 10. A Seleção tem o número 7, que é quem está resolvendo os dois jogos.
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Para PVC, a conversa sobre Neymar só faz sentido quando ele estiver, de fato, à disposição. "Neymar não viajou, não tá aqui", disse, ao insistir que o momento é de discutir o encaixe do time e as escolhas para a ponta direita.
O Endrick.
PVC
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Danilo Lavieri, que acompanhou o jogo no estádio, descreveu um ambiente que, segundo ele, "ferveu" com a entrada de jogadores jovens. Ele contou que a arquibancada reagiu mais a Rayan e, principalmente, a Endrick do que ao placar. Mais de esporte
A hora que entrou o Rayan, a galera ficou absolutamente feliz. E depois que entrou o Endrick, finalmente a gente viu o estádio feliz de verdade. Porque no 3x0 parecia que tava meio morto, parecia que tava ali cumprindo obrigação. Aí na hora que vem o Endrick, os caras começam a gritar.
Danilo Lavieri Leia também: Deu a lógica, mas a Escócia năo foi presa fácil para Marrocos!
Na avaliação de Arnaldo Ribeiro, a arquibancada tende a pedir "jovem e grife" e pode aumentar a pressão por Neymar quando ele estiver no banco, mesmo com Matheus Cunha decidindo o jogo. Ele também reforçou que a questão central, para o próximo compromisso, é a reposição de Raphinha.
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Casagrande, por sua vez, defendeu paciência com Rayan e disse que o jogo foi abaixo do esperado, com um Brasil "lento" mesmo diante de um adversário frágil. Para ele, a discussão sobre Neymar não deveria dominar o debate.
Eu vi um jogo, um futebol lento, chato de se jogar. O jogo da Seleção Brasileira é lento, é devagar. Não acontece nada. A gente tem uma arrancada ou outra do Vinícius Júnior, uma passagem ou outra do Matheus Cunha, que hoje foi bem, e nada acontece. Eu não vou discutir cara que não joga, só isso.
Casagrande
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