← Saúde
Saúde

Proteção contra parasitas ganha destaque após novo desdobramento em proteção

Proteção contra parasitas: por que deve fazer parte da rotina?

Proteção contra parasitas ganha destaque após novo desdobramento em proteção

Proteção contra parasitas: por que deve fazer parte da rotina? Mesmo sem sinais, essas infecções podem comprometer a saúde dos cães; entenda os riscos e a diferença que a prevenção contínuo faz no dia a dia Pulgas, carrapatos e vermes fazem parte de um grupo de ameaças que raramente se anunciam.

Discretos, muitas vezes praticamente invisíveis a olho nu, podem se instalar sem chamar atenção e evoluir sem sinais evidentes, o que pode adiar o diagnóstico e favorecer complicações. Segundo Alexandre Rossi, o Dr Pet, especialista em comportamento animal, zootecnista e médico-veterinário, o estilo de vida dos cães influencia diretamente o risco de exposição. “

Leia no AINotícia: Saúde: Panorama sobre Berberina, Saúde Mental Médica e Fibras

Um cachorro que frequenta locais com outros animais não desparasitados tem muito mais chance de contrair diversas doenças. ” Por que manter a proteção em dia Antiparasitários são aliados centrais nesse cenário. Indicados para prevenir e tratar infestações por vermes, pulgas, carrapatos e ácaros, eles atuam ao eliminar o parasita e interromper seu ciclo de transmissão.

Essa abordagem muda a forma de cuidar. Em vez de reagir, o foco passa a ser manter a proteção ao longo do tempo, reduzindo o risco de infecções. “

Protocolos de prevenção garantem mais segurança para a saúde do animal sem limitar sua liberdade de explorar ambientes e interagir com outros cães, mantendo sua qualidade de vida”, diz Dr Pet. Nesse contexto, soluções com cobertura mais ampla ajudam a simplificar a rotina. É o caso de NexGard SPECTRA®, que reúne em uma única administração mensal ação contra sarnas, pulgas, carrapatos, vermes intestinais e o verme do coração– o que o torna o antiparasitário mais completo do mercado, por cobrir essas quatro classes de parasitas. Leia também: Banana peze ganha destaque após novo desdobramento em banana peze

A formulação combina ativos que protegem os cães por dentro e por fora. Apresentado em tablete mastigável de sabor carne, é o favorito entre os cães,¹ o que favorece a adesão ao uso regular. Mais do que pulgas e carrapatos: diversos parasitas que trazem o perigo das infecções silenciosas

Ao falar em parasitas, muita gente ainda associa o problema apenas a pulgas e carrapatos. O cenário, porém, é mais amplo e envolve diferentes agentes que podem afetar o organismo de formas distintas. “

Além de pulgas e carrapatos, existem parasitas que muitas vezes causam doença sem a aparição de sintomas e não são vistos a olho nu, como os vermes, por exemplo. Alguns deles podem causar doenças que são transmissíveis de animais para humanos, chamadas de zoonoses”, explica Mariana Silva, consultora técnica da Boehringer Ingelheim. Entre os quadros que costumam passar despercebidos estão as sarnas, frequentemente associadas apenas a coceiras pontuais.

“ As sarnas também merecem atenção. Algumas são altamente contagiosas e podem até ser transmitidas para humanos.

” Além disso, nem sempre a gravidade está associada à intensidade dos sintomas. Algumas infecções evoluem de forma discreta, o que pode retardar o diagnóstico e permitir o avanço do quadro. Mais de saude

“Mesmo sem sinais aparentes, o animal pode estar infectado. Muitos parasitas têm fases iniciais silenciosas”, observa Mariana. A dirofilariose, popularmente conhecida como verme do coração, é um exemplo.

Transmitida por mosquitos e podendo permanecer por longos períodos sem sinais evidentes, a doença afeta o sistema cardiorrespiratório do cão. “Quando diagnosticada tardiamente, pode causar insuficiência cardíaca, problemas respiratórios e até levar o animal a óbito”, afirma. Alterações de pele aparentemente simples também podem evoluir para inflamações e infecções secundárias, com impacto no bem-estar do animal.

Dentro e fora de casa, o risco existe A rotina influencia a exposição, mas não elimina o risco. Cães que frequentam parques, áreas verdes ou convivem com outros animais tendem a ter contato mais frequente com parasitas. Ainda assim, o ambiente doméstico também pode ser uma fonte de contaminação. Leia também: Arroz e feijão ganha destaque após novo desdobramento em arroz e feijão: estudo

“Até animais que não saem de casa estão também sujeitos a contrair diversas doenças. Isso acontece porque o ambiente caseiro também não é estéril”, afirma Dr Pet.

Entre a informação e o hábito Assim como vacinas e alimentação adequada, a proteção contra parasitas faz parte dos cuidados essenciais com a saúde dos cães. Apesar disso, é comum que esse tema seja lembrado apenas diante de sintomas evidentes, como coceira ou alterações digestivas. Essa distância entre percepção e risco aparece também nos dados.

Um levantamento global da Sapio Research, realizado em janeiro de 2026 com 6 500 tutores em nove países, incluindo o Brasil, mostra que a familiaridade com o tema ainda é limitada– e nem sempre acompanha a experiência prática. Apesar da convivência frequente com o problema, a prevenção ainda não faz parte da rotina da maioria dos tutores. Em muitos casos, o antiparasitário só entra em cena após a identificação de sinais, o que pode prolongar o desconforto do animal e tornar o tratamento mais complexo.

Um cuidado que se antecipa A prevenção parasitária segue a mesma lógica de outros cuidados essenciais: reduzir o risco de que o problema apareça. Esse cuidado se constrói com decisões consistentes ao longo do tempo.

“ O tutor deve observar se o antiparasitário oferece proteção contra diferentes tipos de parasitas e se há recomendação veterinária. Produtos de proteção mais ampla reduzem falhas no controle e garantem um cuidado mais completo e consistente para o cão”, diz a consultora da Boehringer.

Banana peze ganha destaque após novo desdobramento em banana peze
Saude

Banana peze ganha destaque após novo desdobramento em banana peze

Ler matéria →

Leia também