chaveamento copa do mundo 2026
Ler matéria →O técnico da seleção uruguaia, Marcelo Bielsa, classificou o duelo contra España, nesta sexta-feira, às 21 horas, em Guadalajara, como uma "final". O argentino demonstrou confiança na capacidade da Celeste em "vencer" o embate.
Bielsa enfatizou a importância da partida para a seleção de Uruguay. "É uma final", disse o treinador aos jornalistas, completando: "Não se pode deixar de considerar nenhum detalhe, e a disposição para disputar cada metro e cada bola será máxima". Leia também: Herói do São Paulo, Arboleda cita depressão e pede desculpa após sumiço
O técnico acredita na "rebeldía" de sua equipe e mira em uma estratégia de posse de bola. "Acredito que a seleção de Uruguay é uma equipe que se rebela", afirmou. Para ele, uma das melhores formas de superar um adversário capacitado, que gera mais obstáculos, é garantir que o rival tenha menos tempo com a bola.
Questionado sobre os argumentos para sonhar com o triunfo, Bielsa defendeu o desempenho recente da Celeste. "Você dá por certo que o que viu até agora não permite nenhuma expectativa positiva. Eu não compartilho esse ponto de vista", rebateu. Ele destacou que o time criou quinze chances de gol contra Arabia Saudita e mereceu vencer Cabo Verde, gerando o dobro de oportunidades que o adversário. Além disso, os dois gols sofridos contra Cabo Verde não foram "produto da capacidade do adversário".
"Há duas leituras", disse ao jornalista, distinguindo: "A sua, de que dois pontos em seis desiludem, e a que eu faço, na qual há nuances que o time mostrou que me permitem imaginar que vamos competir". Mais de esporte
O treinador reconheceu falhas: "Não desconheço que no jogo contra Arabia concedemos um tempo, que contra Cabo Verde tivemos altos e baixos". No entanto, ele projeta um time com "dinâmica, protagonismo, posse e distribuição rápida" para o jogo contra um rival "decididamente superior" aos anteriores. Leia também: Bolívar x São Paulo: onde assistir ao vivo e escalações do jogo da Sul-Americana
Bielsa minimizou o fator torcida, já que se espera que os mexicanos apoiem a España no estádio. "A condição de mandante, interpretada em função para onde os espectadores se inclinam, não é que eu a menospreze, mas não estaríamos em condições de jogar uma partida dessa transcendência se esse aspecto fosse decisivo", ponderou.
O técnico também abordou os questionamentos sobre o temperamento dos jogadores. "O conceito de falta de rebeldia não o percebi em nenhum dos dois jogos", garantiu. Ele admitiu, porém, a necessidade de uma "pausa" após sofrer um gol, como contra Cabo Verde, para "recompor a atitude e ideias para..."







