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Por que Sebastián Cáceres jogou de máscara contra a Arábia? Lesão grave explica

Por que Sebastián Cáceres jogou de máscara contra a Arábia?

Por que Sebastián Cáceres jogou de máscara contra a Arábia? Lesão grave explica

Por que Sebastián Cáceres jogou de máscara contra a Arábia? Lesão grave explica o acessório Jogador uruguaio é um dentre vários atletas que utilizam proteção especial para poder atuar na Copa do Mundo enquanto se recuperam de traumas físicos

O Uruguai estreou na Copa do Mundo na noite de segunda-feira (15), com um empate por 1 a 1 diante da Arábia Saudita. Além da quantidade de chances perdidas pela Celeste, que era favorita para ganhar o jogo em Miami, também chamou a atenção dos torcedores a máscara utilizada pelo zagueiro Sebastián Cáceres. O defensor uruguaio vem utilizando uma proteção especial no rosto após sofrer uma grave lesão em maio, da qual ainda se recupera.

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Entenda melhor o que aconteceu com Cáceres e como a máscara ajuda ele a seguir atuando mesmo em processo de reabilitação. Entenda a lesão de Sebastián Cáceres Sebastián Cáceres sofreu uma violenta pancada no rosto no começo de maio deste ano, em uma partida pelo seu clube, o América, do México. Aos 15 minutos do segundo tempo de um jogo eliminatório contra o Pumas no campeonato nacional, ele sofreu um trauma facial que incluiu três problemas diferentes: uma concussão, uma lesão ocular e uma fratura no arco zigomático, nome técnico da estrutura que forma as maçãs do rosto. Leia também: Daveigh Chase ganha destaque após novo desdobramento em daveigh chase: entenda

Como o América acabou eliminado no Campeonato Mexicano logo na sequência e o Uruguai não realizou nenhum amistoso preparatório no último mês antes da Copa, o jogo desta semana foi a primeira vez que Cáceres entrou em campo desde a lesão. Apesar de não ter disputado outras partidas no período, ele já havia sido fotografado com a máscara em treinamentos de suas equipes. Como funciona a máscara

A proteção usada por Cáceres é recorrente no mundo do futebol, permitindo que jogadores que sofreram traumas faciais possam voltar a campo enquanto o osso segue em processo de cicatrização. Feito sob medida com materiais leves e resistentes, como a fibra de carbono, ela atua como uma barreira física para pancadas diretas sobre a área que está sarando. Além disso, seu objetivo é redistribuir a força de uma eventual batida na região.

Em vez de impactar em cheio o osso lesionado, a força é levada também para outras áreas do rosto, diminuindo os perigos de uma bolada ou cotovelada, por exemplo. É claro que a máscara não torna o atleta imune: ela atua em termos de redução de riscos e é uma alternativa só quando a recuperação já está mais avançada. Os perigos de agravar a lesão (ou sofrer uma nova) com uma pancada mais forte continuam existindo, mesmo usando uma proteção desse tipo. Mais de saude

Outros jogadores também usaram máscaras na Copa Em função da atenção dada pelos brasileiros ao jogo do Uruguai, a máscara de Cáceres repercutiu bastante, mas não foi a única proteção desse tipo vista na primeira rodada da Copa de 2026. Na noite de terça (16), quem utilizou um equipamento parecido foi o goleiro argelino Luca Zidane, na derrota por 3 a 0 para a Argentina, com três gols de Lionel Messi.

O filho do craque francês Zinedine Zidane também usou uma espécie de máscara, mas com desenho diferente: ela parecia formar um círculo ao redor do rosto, já que o objetivo era proteger uma estrutura diferente— ele se recupera de fraturas na mandíbula e no queixo. Outro atleta que precisou vestir uma proteção especial, logo na abertura da Copa, foi o mexicano Raúl Jiménez. Em vez de uma máscara, ele utiliza uma espécie de faixa que dá a volta na cabeça, na altura de sua testa. Leia também: Carlos Alberto Parreira é internado no Rio de Janeiro; veja o que se sabe

Assim como as máscaras, o objetivo também é criar uma barreira física capaz de proteger contra uma batida direta e redistribuir o impacto de choques mais violentos. O equipamento dá uma segurança extra ao goleador após ter sofrido uma fratura no crânio com hemorragia intracraniana no final de 2020, ao bater a cabeça com o brasileiro David Luiz em um jogo na Inglaterra. O acidente grave, que pode até matar sem tratamento imediato, o deixou afastado dos gramados por quase um ano e exigiu a colocação de placas de titânio na cabeça.

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