Shakira realiza megashow na Praia de Copacabana Pablo Porciuncula / AFP Em entrevista a O DIA, Casagrande classificou a experiência como única e destacou o papel da escola em representar o carnaval carioca para o mundo. "
Para a Unidos da Tijuca, o momento simboliza não apenas a presença em um grande evento, mas também a oportunidade de projetar a cultura do carnaval carioca para além das fronteiras do país. Foram quatro dias de ensaios intensos. A gente saiu da quadra às 11 horas da manhã e voltou às 4 da manhã do outro dia.
Leia no AINotícia: Panorama do Entretenimento: Moda, Games e o Show de Shakira
Na sexta, foram cerca de 16 horas de trabalho. Foi muita exigência, muito detalhe, tudo feito em absoluto sigilo. A gente ficou concentrado no Copacabana Palace o tempo inteiro e não podia fazer foto, vídeo, nada. Leia também: 'Ei, Piqué vai tomar no...': Da areia, show de Shakira tem leque, uivo e bronca no ex

Mas no fim deu tudo certo. Foi uma experiência mágica. Mais do que participar de um show de uma artista mundial, o mais importante foi levar o nome da nossa cultura.
A gente mostrou para o mundo a força do carnaval carioca”, afirmou. No palco, os ritmistas participaram de um dos momentos mais marcantes da apresentação ao acompanhar “Objection (Tango)”, misturando a batida do samba com o ritmo latino da artista. Ao todo, 133 componentes estiveram envolvidos na preparação, mas 114 foram selecionados para a apresentação oficial.
Os ensaios aconteceram ao longo de quatro dias, todos dentro do hotel onde a cantora estava hospedada. Antes do show, a escola já havia participado da passagem de som e de ensaios que anteciparam a mistura de estilos que seria vista no palco. Em um desses momentos, os ritmistas também acompanharam a música “
O Que É, O Que É”, em uma apresentação que contou com a presença de Maria Bethânia. Os comentários não representam a opinião do jornal e são de responsabilidade do autor. Mais de entretenimento
O vereador Rick Azevedo foi agredido por policiais militares na noite deste sábado (2), após uma ação viral e pacífica do VAT (Vida Além do Trabalho) e do MTST durante o show da cantora Shakira, no Rio de Janeiro. O movimento VAT realizou uma panfletagem no pré-show de Shakira em Copacabana, para denunciar a escala 6×1. Ao deixar a área VIP do show, Rick Azevedo foi reconhecido por policiais militares e por bolsonaristas presentes, que passaram a hostilizá-lo e tentar impedir sua saída do local. Leia também: Panorama do Entretenimento: Moda, Games e o Show de Shakira
Mesmo identificado como parlamentar, o vereador teve sua passagem bloqueada, sendo impedido de chegar até seu carro, que já se encontrava próximo, e acabou sendo agredido por policiais. O caso já foi formalizado com registro de boletim de ocorrência na 10ª Delegacia de Polícia (10ª DP). O vereador realizará exame de corpo de delito neste domingo (3) e, de acordo com suas prerrogativas parlamentares, será ouvido na Câmara dos Vereadores do Rio de Janeiro na segunda-feira (4).
O mandato do vereador Rick Azevedo irá requerer a abertura imediata de investigação pelos órgãos competentes, incluindo a Corregedoria da Polícia Militar, a identificação e responsabilização dos policiais envolvidos na agressão e o acompanhamento do caso por comissões de direitos humanos, entre outras providências. “ A luta pelo fim da escala 6×1
seguirá firme nas ruas e nas instituições. Não haverá recuo diante da violência”, afirma o vereador Rick Azevedo.
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