Deputado do Rio é alvo de operação por ligação com o TCP, 2ª maior facção
Ler matéria →O procurador-geral da República, Paulo Gonet, se manifestou, nesta quinta-feira (18), contra a suspensão da chamada Lei da Dosimetria, que prevê a redução de penas para condenados por atentados golpistas no país.- 🔎 A lei alterou dispositivos da Lei de Execução Penal e do Código Penal para estabelecer novos critérios de progressão de regime e remição de pena em condenações por crimes contra o Estado Democrático de Direito.
A norma foi vetada integralmente pelo presidente Lula, mas parte do veto foi derrubado no Congresso, e a lei foi promulgada pelo Legislativo. Partidos e entidades questionaram as novas regras no Supremo. Relator, o ministro Alexandre de Moares suspendeu em maio a aplicação da norma até que o plenário analise ações que questionam a validade da regra.
Leia no AINotícia: Biblioteca Anísio Teixeira suspende atividades após caminhão atingir prédio Leia também: Analfabetismo no Brasil atinge menor taxa histórica: 4,9% em 2025, diz IBGE
Com o parecer da Procuradoria-Geral da República (PGR), o caso já pode ser levado para julgamento no plenário. Desvio de finalidade não está claro No parecer, Gonet afirma que não está se manifestando de forma conclusiva sobre a lei.
Segundo ele não fica claro para a PGR, neste momento, desvio de finalidade por eventual construção da lei para beneficiar condenados pelo 8 de janeiro. " Os acontecimentos concretos, as controvérsias públicas ou os diagnósticos institucionais provocados por situações históricas são fatores naturais de incentivo para a atuação legislativa.
As inovações no direito positivo ocorrem justamente pela percepção de que a realidade comporta ou demanda esquadro regulatório diferenciado. Certamente isso não torna tais atos normativos necessária e indevidamente casuísticos", disse. O Procurador-Geral da República Paulo Gonet— Foto: Victor Mais de noticia
Piemonte/STF Gonet afirmou ainda que o "argumento de que a lei impugnada escamoteia uma anistia enfrenta fragilidades que o desautorizam". Ele ressaltou que o texto não acaba com a punibilidade pelos crimes e nem desfaz condenações, não impedindo a responsabilização penal dos criminosos. " Leia também: Seleção Brasileira: Ancelotti freia Endrick e prepara mudanças para jogo contra Haiti na Copa do Mundo 2026
Ainda que tais alterações possam produzir efeitos favoráveis a determinados condenados, isso não basta para converter o diploma em ato de clemência acaso incompatível com a Constituição", afirma o procurador-geral. Segundo a PGR, a alteração feita pelo Senado e a redação final em relação aos crimes contra o Estado Democrático de Direito apenas explicitou versão já aprovada na Câmara, portanto, não haveria problema no processo legislativo. A PGR também avalia que não há motivo para suspender a lei por conta da votação parcial do veto presidencial.
" Não cabe ao Poder Judiciário se substituir ao Congresso Nacional nas deliberações tomadas sobre tema não regrado pelo constituinte", conclui. Gonet ressalta ainda que a Constituição não impede que o legislador reavalie, por motivos de política criminal, o tratamento penal ou executório conferido a determinadas categorias de crimes.
Leia também no AINotícia
- Deputado do Rio é alvo de operação por ligação com o TCP, 2ª maior facçãoNoticia · 1h atrás
- Explicação de Jaques Wagner é "inconcebível", diz Glauber BragaNoticia · 1h atrás
- Biblioteca Anísio Teixeira suspende atividades após caminhão atingir prédioNoticia · 3h atrás
- Lotofácil Sorteia Mais de R$ 1,5 Milhão para Seis GanhadoresNoticia · 4h atrás
/https://i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/y/z/f178v0Q3ylKb8N5eVm7Q/55116503940-31582aec16-k.jpg)

