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PF e PGR devem decidir na próxima semana futuro da nova proposta de delação

PGR e PF devem decidir na próxima semana se mantêm a negociação para um acordo de colaboração com Daniel Vorcaro após receberem um novo complemento da proposta de delação

PF e PGR devem decidir na próxima semana futuro da nova proposta de delação de

PGR e PF devem decidir na próxima semana se mantêm a negociação para um acordo de colaboração com Daniel Vorcaro após receberem um novo complemento da proposta de delação. O material, entregue na segunda-feira pela defesa do empresário, ainda está sob análise de investigadores e procuradores. Eles avaliam se as informações apresentadas superam as deficiências apontadas na primeira versão.

Segundo fontes envolvidas na negociação, a nova versão não trouxe uma mudança radical de rumo. A avaliação preliminar é de que não houve um “cavalo de pau” na narrativa apresentada por Vorcaro. O material é visto, até agora, como um aprofundamento do que já havia sido colocado na mesa após a primeira rodada de negociações. Leia também: 'Vou em casa e já volto': vereador cassado por compra de voto foge de moto

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A análise ainda não foi concluída. Procuradores e investigadores da Polícia Federal estão relendo todo o material para verificar se as novas informações atendem às exigências feitas após a primeira proposta, considerada insuficiente para a celebração de um acordo. A expectativa é que a avaliação técnica seja concluída na próxima semana.

Depois disso, representantes da PGR e da PF devem se reunir para definir os próximos passos. Há três cenários possíveis: apontar novos ajustes necessários para a colaboração, reconhecer avanços e manter a negociação aberta ou, no limite, concluir que não há elementos suficientes para justificar a continuidade das tratativas. Reservadamente, integrantes envolvidos na análise afirmam que, até o momento, não identificaram fatos substancialmente novos. Mais de politica

Ainda assim, ressaltam que a avaliação definitiva só será feita após o exame completo do material entregue. Caso a colaboração não avance, as investigações seguem normalmente. A eventual ausência de acordo não interrompe as apurações em curso. Leia também: Quaest divulga na próxima semana nova pesquisa eleitoral com perguntas

A defesa de Vorcaro sustenta que o empresário continua disposto a colaborar e acredita que os benefícios previstos na legislação para colaboradores podem ser aplicados ao seu caso. Pela lei, acordos de colaboração podem prever redução de pena de até dois terços, desde que as informações prestadas sejam consideradas efetivas e relevantes para as investigações. Caso Master: Daniel Vorcaro é transferido do presídio para a Superintendência da PF— Foto: Jornal Nacional/ Reprodução

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