Cotações seguem pressionadas pela guerra e incertezas sobre o Estreito de Ormuz, enquanto mercados globais operam com liquidez reduzida no feriado e refletem resultados de empresas e dados da economia dos EUA.
-
Dúvidas sobre cessar-fogo e riscos no Estreito de Ormuz sustentam a pressão nos preços.
-
Após forte volatilidade, mercado mostra acomodação, mas ainda longe do nível pré-guerra.
Leia no AINotícia: Panorama Semanal: BH, Shakira no Rio e Polêmica com Ciclistas
-
Bolsas globais têm sessão esvaziada pelo feriado, com movimentos mistos entre países.
-
Nos EUA, ações sobem com resultados de empresas, apesar de sinais de economia mais fraca.
Vídeos em alta no g1 Leia também: Panorama Semanal: BH, Shakira no Rio e Polêmica com Ciclistas
O preço do petróleo se mantém em patamar elevado nesta sexta-feira (1º), em meio às incertezas sobre a guerra entre os Estados Unidos e o Irã, junto aos seus efeitos sobre a oferta global da commodity.
Por volta das 6h30 (hirário de Brasília), o barril do Brent — referência internacional — subia 1,48%, sendo negociado a US$ 112,03 por barril, enquanto o petróleo de referência dos Estados Unidos avançavapara US$ 105,19.
As dúvidas sobre um acordo para consolidar um cessar-fogo de três semanas persistem, após o líder supremo iraniano afirmar que o país manterá suas capacidades nucleares e de mísseis.
O cenário pressiona o governo dos EUA, que avalia alternativas para reabrir o Estreito de Ormuz, rota estratégica para o transporte de petróleo e gás. Mais de noticia
Depois da forte alta registrada na véspera, o mercado mostrou sinais de acomodação. Ao longo da quinta-feira, o Brent para entrega em julho chegou a US$ 114,70, recuou para perto de US$ 107 e encerrou o dia em US$ 110,40.
Durante o conflito, o pico foi de US$ 119,50, enquanto, antes da guerra, o barril era negociado em torno de US$ 70.
Feriado esvazia mercados
Com a maioria dos mercados fechados pelo feriado do Dia do Trabalhador, as bolsas globais tiveram movimentação limitada. Em Londres, o índice FTSE 100 caiu 0,6%. Já o Nikkei, no Japão, subiu 0,7%, e o S&P/ASX 200, na Austrália, avançou 0,9%. Leia também: Panorama de Notícias: Feriado, Saúde e Libertadores no Início de Maio
Nos EUA, os futuros de ações subiram levemente após uma sessão de recordes na véspera. O S&P 500 avançou 1% e alcançou novo patamar histórico, enquanto o Dow Jones subiu 1,6% e o Nasdaq renovou seu recorde.
O movimento foi impulsionado por resultados de grandes empresas. A Alphabet subiu 10% após divulgar lucro acima do esperado, enquanto a Meta caiu 8,7% diante da previsão de aumento de gastos com inteligência artificial. A Microsoft também recuou, após elevar suas estimativas de investimentos.
Dados recentes mostram que a economia americana perdeu ritmo no início do ano, enquanto a inflação avançou em março. Ao mesmo tempo, pedidos de seguro-desemprego caíram, indicando menor número de demissões.
Bombas de extração abandonadas e danificadas ao longo do tempo em um campo da estatal de petróleo PDVSA no Lago de Maracaibo, em Cabimas, na Venezuela. — Foto: Reuters
Leia também no AINotícia
- Bolsonaro será internado para cirurgia no ombro em hospital de BrasíliaNoticia · agora
- Panorama Semanal: BH, Shakira no Rio e Polêmica com CiclistasNoticia · agora
- Matheus & Kauan: Turnê inédita com orquestra sinfônica estreia em RibeirãoNoticia · 1h atrás
- Panorama da Notícia: IA no Campo, Política e Memes do SertanejoNoticia · 1h atrás
/https://i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/6/b/D0YeEsR6eX5kHHylUr4g/2026-02-13t165204z-1701345975-rc2bica0a29k-rtrmadp-3-venezuela-usa-oil-exports-exclusive.jpg)