Sem Michelle, convenção do PL confirma candidatura da ex-primeira dama ao Senado
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(Bloomberg)— O petróleo caiu, os futuros das bolsas dos Estados Unidos avançaram e o dólar perdeu força depois que o presidente Donald Trump afirmou que uma nova rodada de negociações entre EUA e Irã começará na segunda-feira, aumentando o otimismo de que os dois países possam chegar a um acordo para reabrir o Estreito de Ormuz.
Os contratos futuros do S&P 500 subiram nas primeiras negociações, após o índice à vista ter avançado 0,7% na sexta-feira. O dólar australiano, sensível ao apetite por risco, liderou os ganhos frente à moeda americana, enquanto o iene também se valorizou levemente, com investidores atentos à possibilidade de novas intervenções coordenadas para sustentar a moeda japonesa.
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O petróleo Brent chegou a cair mais de 7% na abertura dos mercados, depois que Trump afirmou ter concordado em cancelar um grande ataque ao Irã após aliados do Oriente Médio, incluindo a Arábia Saudita, pedirem que ele priorizasse um acordo diplomático. A commodity também foi pressionada por mais um pequeno aumento nas cotas de produção dos principais países da Opep+. Leia também: Agência analisa licitação contestada e que pode gerar custo bilionário
“Seria o maior ataque desde a Segunda Guerra Mundial”, disse Trump a jornalistas no domingo, a bordo do Air Force One. “Vamos apenas ver se conseguimos chegar a um acordo.”
A possibilidade de uma trégua surge após dias de escalada das tensões, nos quais os EUA ameaçaram atingir a República Islâmica “com muita força” na tentativa de encerrar um conflito que já entra em seu sexto mês. A restrição na oferta provocada pela guerra elevou os preços dos combustíveis, alimentando temores de uma nova alta da inflação e abalando os mercados globais de ações, títulos e moedas.
Investidores seguem atentos a novas intervenções no iene
Os operadores também monitoram o iene em busca de sinais de novas intervenções conjuntas entre Japão e Estados Unidos, após operações coordenadas em Tóquio e Nova York na semana passada provocarem uma forte recuperação da moeda japonesa. No domingo, Trump afirmou a jornalistas que a iniciativa foi “um sinal de amizade”.
A ministra das Finanças do Japão, Satsuki Katayama, deve anunciar já na segunda-feira que os dois governos estão atuando de forma coordenada, segundo uma fonte com conhecimento do assunto. A medida reforçaria uma parceria que o secretário do Tesouro dos EUA, Scott Bessent, já vinha sinalizando de forma indireta, mas enfática, por meio da imprensa. Mais de economia
“A história mostra que intervenções cambiais conjuntas têm grande impacto, e os investidores deveriam seguir o fluxo das autoridades, e não apostar contra ele”, escreveu Elias Haddad, diretor global de estratégia de mercados do Brown Brothers Harriman, em nota a clientes. “Desde 1998, os três episódios de intervenção cambial coordenada dos EUA foram bem-sucedidos.”
Principais movimentações dos mercados: Leia também: Semana em SP começa com tempo firme e calor à tarde, sem chuva; veja a previsão
Ações
Futuros do S&P 500: +0,4% às 7h01 (horário de Tóquio)
Moedas
- Euro: +0,2%, para US$ 1,1553
- Iene japonês: +0,2%, para 157,02 por dólar
- Yuan offshore: estável em 6,7489 por dólar
- Dólar australiano: +0,3%, para US$ 0,7043
Criptomoedas
- Bitcoin: +0,3%, para US$ 63.613,78
- Ether: +0,6%, para US$ 1.893,74
Commodities
- Petróleo WTI: -6,7%, para US$ 78,98 por barril
- Ouro à vista: +0,7%, para US$ 4.073,15 por onça troy
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