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Petróleo abre em queda após anúncio da OPEP+ sobre aumento de produção em agosto

Publicidade Os contratos futuros de petróleo abriram com queda na noite deste domingo (5)

Petróleo abre em queda após anúncio da OPEP+ sobre aumento de produção em agosto
Imagem mostra uma plataforma de petróleo.
Imagem mostra uma plataforma de petróleo.

Os contratos futuros de petróleo abriram com queda na noite deste domingo (5).

Negociado na New York Mercantile Exchange (Nymex), o petróleo WTI para agosto operava em queda de 0,54%, a US$ 68,32 o barril às 20h30 (horário de Brasília). O petróleo Brent para setembro, negociado na Intercontinental Exchange (ICE), encerrou em queda de 0,61% (US$ 0,32), a US$ 71,68 o barril.

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A Opep+ concordou com um novo aumento nas metas de produção a partir de agosto, informou o grupo em comunicado divulgado neste domingo, ampliando a oferta global em um momento em que os preços do petróleo estão caindo devido à reabertura gradual do Estreito de Ormuz para as exportações.

Os sete membros principais da Opep+, que reúne a Opep e produtores aliados, incluindo a Rússia, elevaram suas cotas de produção de abril a julho em quase 800.000 bpd.

No entanto, o aumento permaneceu em grande parte no papel devido à guerra dos Estados Unidos e de Israel contra o Irã, que fechou o Estreito de Ormuz ao tráfego de petroleiros para alguns dos membros mais importantes da Opep+, incluindo a Arábia Saudita, o Kuweit e o Iraque. Mais de economia

A produção da Opep+ caiu para 33,13 milhões de bpd em maio, segundo dados do grupo, ante 42,77 milhões de bpd em fevereiro. Ela começou a se recuperar em junho graças aos esforços dos EUA para ajudar os Emirados Árabes Unidos e outros países da Opep+ a exportar mais petróleo, mas ainda está abaixo dos níveis pré-guerra. Leia também: Futuros de NY abrem com alta após máximas históricas de Dow Jones

Apesar das persistentes interrupções no abastecimento, os preços do petróleo voltaram aos níveis pré-guerra, pressionados pela queda nas importações chinesas, pelo aumento das exportações de produtores fora do Oriente Médio e por uma liberação recorde de estoques estratégicos globais coordenada pela Agência Internacional de Energia.

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Equipe InfoMoney

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