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Padrasto suspeito de matar enteado e executado em ambulância era ligado a assassinato de policial no litoral de SP

Padrasto suspeito de matar enteado e executado em ambulância era ligado a assassinato de policial no litoral de SP Luan Henrique Silva de Almeida, conhecido como

Padrasto suspeito de matar enteado e executado em ambulância era ligado a assassinato de policial no litoral de SP
Padrasto suspeito de matar enteado e executado em ambulância era ligado a assassinato de policial no litoral de SP

Luan Henrique Silva de Almeida, conhecido como “Fuzil”, também é suspeito de participar da execução de um policial em Praia Grande (SP).


  • Luan Henrique Silva de Almeida, de 31 anos, conhecido como “Fuzil” e apontado como principal suspeito de matar o enteado Arthur Kenay Andrade de Oliveira, de 8 anos, também é suspeito de participar da execução de um policial em Praia Grande, no litoral de São Paulo.

  • Luan fugiu após a morte do menino, mas foi morto a tiros no sábado (2).

    Leia no AINotícia: Panorama da Notícia: Violência, Justiça e Tradições em Destaque

Câmeras de segurança registraram padrasto saindo com menino desacordado de apartamento

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Luan Henrique Silva de Almeida, de 31 anos, conhecido como “Fuzil” e apontado como principal suspeito de matar o enteado Arthur Kenay Andrade de Oliveira, de 8 anos, também é suspeito de participar da execução de um policial em Praia Grande, no litoral de São Paulo. Luan fugiu após a morte do menino, mas foi morto a tiros após ser baleado em uma ambulância.

Segundo informações da Polícia Civil, Luan é suspeito de estar envolvido no assassinato do . Conforme noticiado pelo g1 na época, as primeiras informações indicavam que o investigador havia sido morto dentro do próprio carro, na Rua Otacília da Luz Brasil, próximo ao Bar do Sargento, no bairro Vila Mirim. Leia também: Tensão em Ormuz: Irã ameaça EUA após anúncio de “Projeto Liberdade”

Após a investigação, foi revelado que Evandir estava em um bar, sentado em uma cadeira, quando pediu um maço de cigarros. Em seguida, um carro prata estacionou na via, dois homens desceram do veículo e atiraram na direção do policial. Ele foi atingido por cinco disparos e morreu no local.

Luan Henrique Silva De Almeida foi morto após ser acusado de matar o enteado, de 8 anos — Foto: Reprodução

Segundo uma testemunha, que preferiu não se identificar, os criminosos chegaram a se esconder dentro da casa de moradores momentos após o crime.

Evandir trabalhava na Delegacia Sede de Praia Grande e estava de folga no momento do crime. Segundo a polícia, ele estava sozinho no bar. Ao lado do corpo, havia uma garrafa de cerveja.

Padrasto morto Mais de noticia

Luan foi baleado no bairro Ribeirópolis, em Praia Grande, no sábado (2). Ele chegou a ser socorrido pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), e direcionado à Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Samambaia.

Durante o trajeto, a ambulância foi abordada por homens armados, invadida e ele foi baleado. O suspeito não resistiu aos ferimentos e morreu. A Polícia Civil investiga o caso e tenta identificar o autor dos disparos.

Arthur Kenay Andrade de Oliveira, de 8 anos, morreu após dar entrada em uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) com diversas lesões em Cubatão. De acordo com o boletim de ocorrência, os ferimentos eram compatíveis com maus-tratos.

O garoto chegou em parada cardiorrespiratória na unidade de saúde, no bairro Jardim Casqueiro, na noite desta sexta-feira (1). Em nota, a Secretaria de Saúde de Cubatão informou que o paciente deu entrada vindo de São Vicente e os médicos tentaram a reanimação, mas a vítima não resistiu e teve a morte constatada no local.

Segundo o registro policial, durante o atendimento, a equipe médica identificou lesões de unha no pescoço e lábio do menino, além de hematomas e manchas roxas em áreas como abdômen, tórax, dorso, membros inferiores e nádegas, compatíveis com indícios de maus-tratos. Sendo assim, a Polícia Militar (PM) foi acionada.

Inicialmente, a mãe disse que levou o filho para a UPA em um carro de aplicativo, pois encontrou o menino caído no banheiro da casa após ter ido tomar banho a pedido do padrasto, enquanto ela cochilava.

Durante o registro do caso na delegacia, a mulher apresentou uma nova versão sobre o caso. Desta vez, ela disse que estava em um salão de beleza fazendo cílios quando o companheiro chegou e disse que o filho dela estava desfalecido no carro.

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