Pacheco fixa prazo e mantém suspense sobre disputa ao governo de Minas Aposta de Lula no estado, senador anunciou nesta terça-feira (5/5) prazo até o fim do mês para bater o martelo sobre candidatura ao governo mineiro SIGAO senador Rodrigo Pacheco (PSB-MG) afirmou nesta terça-feira (5/5), em Brasília, que deve decidir até o fim de maio se será candidato ao governo de Minas Gerais nas eleições de 2026. A declaração foi dada antes de sessão solene no Senado Federal.
Pretendido pelo presidente Lula (PT) para entrar na corrida ao governo de Minas, o pessebista vem dando sinais de que poderá encarar a disputa pelo Palácio Tiradentes, mas ainda não oficializou seu nome, deixando em aberto seu destino político. “Vou analisar. Acho que até o final deste mês de maio é um bom tempo”, disse o parlamentar, ao ser questionado sobre a possibilidade de disputar o Palácio Tiradentes.
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Perguntado ainda sobre uma possível reunião com o presidente nacional do PT, Edinho Silva, o senador apenas disse que "ainda não há encontro marcado". O senador tem que se decidir até o início de agosto, prazo máximo para o registro das chapas. Até lá, busca reforçar seu palanque com apoios de partidos de centro, caso seja mesmo candidato. Leia também: Estupro coletivo em SP: adulto confessa crime e assusta policiais com "insensibilidade"

Leia Mais Pacheco aparece bem posicionado em pesquisas recentes. Levantamento da Quaest divulgado no fim de abril indica que o senador figura entre os principais nomes na disputa, com desempenho consistente tanto em cenários estimulados quanto na intenção espontânea de voto. Em alguns recortes, chega a índices que variam entre 8% e 12% no primeiro turno, atrás do senador Cleitinho Azevedo (Republicanos) e do ex-prefeito de Belo Horizonte Alexandre Kalil (PDT).
Nos bastidores, interlocutores do senador indicam que o movimento depende diretamente da capacidade do governo federal de recompor sua base no Congresso Nacional, especialmente no Senado. Uma candidatura de Pacheco ao governo mineiro estaria, em certa medida, atrelada à força política de Lula no plano nacional, inclusive com a expectativa de transferência ou sobreposição de votos entre os dois. Essa equação ganhou novos contornos após a rejeição do nome de Jorge Messias para o Supremo Tribunal Federal (STF).
O revés expôs fragilidades na articulação política do governo e reforçou, dentro do grupo de Pacheco, como mostrou a colunista do Estado de Minas Bertha Maakaroun, a percepção de que a governabilidade precisa ser reequilibrada antes de qualquer movimento eleitoral mais ousado. Apesar das especulações, Pacheco tem reiterado que não considera outras alternativas neste momento. A possibilidade de indicação ao STF, que voltou a circular após a derrota de Messias, foi descartada de forma enfática pelo senador. Mais de noticia
O mesmo vale para rumores envolvendo o Tribunal de Contas da União (TCU), igualmente negados por seu entorno. Siga nosso canal no WhatsApp e relevantes para o seu dia No plano pessoal, aliados descrevem a decisão como um dilema de “foro íntimo”, que envolve também a possibilidade de retorno à advocacia, profissão de origem de Pacheco.
A escolha, portanto, oscila entre a continuidade na vida pública, em uma disputa eleitoral de alta exposição, e uma eventual saída da política. Rodrigo Pacheco diz que define candidatura em maio " Leia também: Pacheco diz que perfil moderado tem dificuldade no cenário atual e reforça dúvidas sobre candidatura em MG
É um bom tempo", disse o senador Pedro Venceslau, Daniela Malmann e Tainá Falcão, da CNN Brasil, São Paulo, Belo Horizonte e Brasília Pressionado pelo PT e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) a decidir sobre seu futuro político, o senador Rodrigo Pacheco (PSB-MG) declarou nesta terça-feira (5), que definirá se vai disputar o governo de Minas Gerais até o final deste mês. " Vou analisar.
Acho que até o final deste mês de maio é um bom tempo", afirmou o senador, antes de participar de uma sessão solene no Senado Federal. Preterido para o STF, o senador filiou-se ao PSB e é a maior aposta do presidente Lula na formação de um palanque competitivo em Minas Gerais, estado crucial para as pretensões do presidente na busca de sua reeleição. O senador deve se reunir com o presidente do PT, Edinho Silva, ainda nesta semana
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