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Ovo aumenta o colesterol? Entenda por que ele foi reabilitado pela ciência

Entenda por que ele foi reabilitado pela ciência Antigo vilão das dislipidemias, ovo na verdade é cheio de benefícios – desde que seja comido do jeito certo Poucos

Ovo aumenta o colesterol? Entenda por que ele foi reabilitado pela ciência

Ovo aumenta o colesterol? Entenda por que ele foi reabilitado pela ciência Antigo vilão das dislipidemias, ovo na verdade é cheio de benefícios– desde que seja comido do jeito certo Poucos alimentos mudaram tanto sua fama nas últimas décadas quanto os ovos. Parte básica da alimentação humana antes mesmo de domesticarmos aves, eles já foram vilanizados e reabilitados pela ciência– e, se você não sabe bem qual a recomendação atual em torno do consumo de ovo, certamente não está sozinho.

Uma das dúvidas mais persistentes em torno do ovo é sobre seu impacto no colesterol. Afinal, ele aumenta perigosamente os níveis desse inimigo da saúde do coração? A resposta é não!

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Consumido com moderação (e “do jeito certo”), o ovo não precisa ser removido da rotina e, na verdade, entrega tantos nutrientes benéficos à saúde que merece ser olhado com carinho. Entenda melhor. Ovo é cheio de benefícios

O ovo é uma fonte barata de proteínas (são cerca de 6 gramas em uma unidade média) e, entre as alternativas para obter esse macronutrientes, na verdade é uma das mais magras. E seus benefícios não param nisso! Ovos também são fontes de vitaminas e minerais como a B12, a riboflavina, o fósforo, o folato e o selênio.

Olhando para a gema, ela é uma ótima fornecedora de vitamina A e D, além da E e da K. Destaque ainda para a colina (vitamina B8), aliada da saúde cerebral e também presente em boa quantidade nos ovos. Já a clara, além das proteínas, entrega todos os aminoácidos essenciais– aqueles que precisam vir da alimentação, pois seu corpo não produz naturalmente.

É verdade: eles também têm um pouco de colesterol, mas em níveis baixos demais para causar problemas. Ao contrário, eles são fontes de gorduras como o ômega-3 que elevam seus índices de colesterol total, mas fazem isso ao também elevar os índices do HDL (o “colesterol bom”). Verdadeira culpa está no resto do prato Mas, com tantos elementos a favor, de onde surgiu o temor de que os ovos podem afetar o colesterol de um jeito negativo? Mais de saude

Em primeiro lugar, porque eles realmente podem provocar uma resposta no aumento do colesterol total, mas esse impacto também inclui o “colesterol bom”, o HDL. A principal questão, porém, parece ter a ver com a forma como muita gente consome seus ovos: em meio a refeições muito gordurosas, em que o próprio ovo também acaba passando por uma adição de nutrientes pouco desejáveis– por exemplo, na mistura clássica do café da manhã americano consagrada no cinema, com ovo frito e bacon. Leia também: Arrascaeta ganha destaque após novo desdobramento em arrascaeta: lesão

Adicione à mistura um pãozinho com manteiga e a coisa vai se acumulando. O colesterol sobe pelo consumo excessivo de gorduras saturadas de baixa qualidade, algo bastante presente em muitos alimentos que costumam ser comidos com os ovos. E também presente de forma mais marcante no próprio ovo se o seu jeito favorito de consumi-lo é frito.

A melhor maneira de preservar as vantagens nutricionais do ovo sem transformá-lo em uma dor de cabeça no prato é priorizar preparações saudáveis: cozido ou pochê, por exemplo, sem abusar de outros itens que podem jogar contra o manejo do colesterol em níveis adequados.

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