Romário mantém mandato no Senado enquanto está nos EUA comentando Copa do Mundo
Ler matéria →
Gabriela Echenique
Brasília
Após a Câmara Legislativa aprovar um empréstimo do Distrito Federal junto ao FGC (Fundo Garantidor de Crédito) para salvar o BRB (Banco de Brasília), a oposição acionou o Tribunal de Contas do DF para que a corte impeça o governo de formalizar a operação.
Em uma representação protocolada no TCDF, o deputado distrital Fábio Félix (PSOL) cobra que as condições financeiras do negócio sejam divulgadas previamente.
Leia no AINotícia: Justiça da Itália aponta falha de imparcialidade de Moraes em caso Zambelli
Ele diz que, apesar do aval da Câmara, o projeto não tem algumas informações, como taxa de juros, prazo de pagamento, custo da fiança e os impactos sobre as contas públicas. Leia também: Primeira general do Exército diz que abriu portas, mas rejeita feminismo
Após um acordo entre o governo local e o federal junto ao STF (Supremo Tribunal Federal), o GDF ficou autorizado a contratar junto ao FGC um empréstimo que pode alcançar até 16% da receita corrente líquida.
Como garantia, o governo deve vincular receitas dos fundos de participação dos estados e dos municípios. Félix diz, no entanto, que a operação é muito grande para ser conduzida sem transparência.
"Estamos falando de uma dívida bilionária que pode comprometer o futuro da cidade e o investimento em áreas fundamentais, como a saúde", disse. Mais de politica
O parlamentar lembra que a lei aprovada pela Câmara permite que os termos da operação sejam conhecidos apenas após a assinatura do contrato, o que, segundo ele, inviabiliza o controle prévio por parte do Legislativo e dos órgãos de fiscalização.
"Não é aceitável que uma operação dessa dimensão seja realizada sem que a sociedade e os órgãos de controle conheçam seus custos, riscos e consequências", concluiu. Leia também: Motta anuncia que Câmara votará nesta semana projeto que equipara misoginia
O GDF pretende formalizar o empréstimo em até duas semanas. E, com isso, dar um alívio às contas do banco estatal, que acumula um rombo após negócios com o banco Master.
Tópicos relacionados
Leia tudo sobre o tema e siga:
- Banco Master
- BRB
- STF
- Leia outros artigos desta coluna
- Envie sua notícia
- Erramos?
- Ombudsman
Leia também no AINotícia
- Romário mantém mandato no Senado enquanto está nos EUA comentando Copa do MundoPolitica · agora
- Primeira general do Exército diz que abriu portas, mas rejeita feminismoPolitica · 4h atrás
- Direitos da menopausa ganha destaque após novo desdobramento em a menopausaPolitica · 8h atrás
- 'Lembrar é também uma forma de fazer justiça', diz diretora de documentárioPolitica · 8h atrás


