Polícia Civil faz operação contra quadrilha de furtos eletrônicos que causaram
Ler matéria →Operação Véu de Areia desarticula facção criminosa e bloqueia R$ 49,6 milhões
Uma ampla operação policial, denominada Véu de Areia, foi deflagrada pela Polícia Civil em cinco estados brasileiros com o objetivo de desmantelar uma organização criminosa investigada por envolvimento em tráfico de drogas e lavagem de dinheiro. A ação resultou no bloqueio de R$ 49,6 milhões em bens e valores pertencentes aos suspeitos, além de cumprir mandados de prisão e busca e apreensão.
Alvo principal: a facção Bonde do Maluco (BDM)
As investigações apontam que a facção Bonde do Maluco (BDM) é o principal alvo da operação. Este grupo criminoso possui atuação estabelecida em diversas localidades da Bahia, e a ação policial visa atingir sua estrutura financeira e operacional. A investigação detalha como a organização mantinha uma hierarquia definida, com membros designados para funções específicas, e demonstrava conexões interestaduais.
Mecanismos de lavagem de dinheiro e influência mesmo na prisão
Investigadores identificaram que os membros da facção teriam utilizado terceiros, empresas e contas bancárias diversas para ocultar a origem ilícita dos recursos. A análise das transações financeiras revelou movimentações rápidas e valores incompatíveis com declarações de renda, levantando fortes indícios de lavagem de dinheiro. Surpreendentemente, as apurações também indicam que uma das lideranças da organização, mesmo detida, continuava a exercer influência e a articular atividades do grupo, mantendo contato com outros integrantes.
Ação coordenada em múltiplos estados
A Operação Véu de Areia está sendo realizada de forma simultânea na Bahia, São Paulo, Rio de Janeiro, Paraná e Pará. A participação conjunta de policiais civis desses estados demonstra a dimensão interestadual do crime investigado e a necessidade de uma resposta integrada. O Departamento de Repressão e Combate à Corrupção, ao Crime Organizado e à Lavagem de Dinheiro (Draco) coordena a ação, que conta com o apoio de equipes especializadas em diversas áreas, incluindo inteligência, combate a homicídios e operações especiais. Leia também: Motoristas de Transporte Especial do Distrito Industrial de Manaus Paralisação
Impacto e objetivos da operação
O propósito da Operação Véu de Areia vai além da prisão de indivíduos, buscando apreender o patrimônio e os valores ligados à facção. A intenção é reunir provas robustas sobre a participação de cada investigado e descapitalizar a organização criminosa. A polícia busca desarticular completamente a estrutura e impedir a continuidade de suas atividades ilícitas.
O que se sabe até agora
- Operação Véu de Areia foi deflagrada pela Polícia Civil em cinco estados brasileiros.
- O alvo principal é a facção Bonde do Maluco (BDM), investigada por tráfico e lavagem de dinheiro.
- R$ 49,6 milhões em bens e valores foram bloqueados.
- A ação visa desarticular a estrutura financeira e operacional da organização criminosa.
- Investigações apontam uso de laranjas e empresas para ocultar dinheiro.
- Liderança da facção teria mantido influência mesmo estando presa.
Perguntas frequentes
Qual o nome da operação?
A operação foi batizada de Véu de Areia.
Quais estados participam da operação?
A ação ocorre simultaneamente na Bahia, São Paulo, Rio de Janeiro, Paraná e Pará.
Qual o valor bloqueado pela operação?
A Justiça determinou o bloqueio de R$ 49,6 milhões em bens e valores dos investigados. Mais de noticia
Quem é o alvo principal da operação?
O principal alvo é a facção criminosa Bonde do Maluco (BDM). Leia também: Copa Feminina 2027: Maracanã será palco de abertura e final no Rio
A magnitude do bloqueio financeiro e a abrangência estadual da Operação Véu de Areia reforçam a estratégia das forças de segurança em atacar as finanças de organizações criminosas, um passo crucial para desestabilizar e combater eficazmente atividades ilícitas de larga escala.
Descubra mais sobre as ações de combate ao crime organizado e a importância do trabalho policial para a segurança da sociedade. Saiba como contribuir com denúncias anônimas.
Este conteúdo é informativo. Não é recomendação de investimento. Consulte assessor certificado (CVM).



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