“Pessoas não compram produtos, compram pertencimento”, diz Amato
Ler matéria →
Conteúdo editorial apoiado por
O número de assessores de investimentos cresceu mais de 500% na última década no Brasil e já soma 27.176 profissionais. Mas como se manter em um mercado cada vez mais competitivo? A adoção de boas práticas utilizadas por quem já chegou ao topo do segmento pode ser um bom início.
A décima edição da Expert XP, maior festival de investimentos do mundo, reuniu alguns dos melhores assessores de investimentos do País. Durante o painel, eles am uma espécie de “regras de bolso” que fazem diferença no dia a dia.
Leia no AINotícia: Economia: Panorama Semanal de Mercados, Empresas e Políticas
Na lista de dicas, estão a melhor otimização do tempo, estratégias de relacionamento com o cliente, atenção às oportunidades e, claro, à inteligência artificial. Veja os detalhes.
Baixe agora!
- Evite a armadilha do tempo
- Intensidade e relacionamento
- Não dá para ignorar a IA
- Conhecimento mais oportunidade
Evite a armadilha do tempo
Atual top 1 do mercado de assessoria de investimentos no Brasil, Daniel de Paula, da Nexgen, defende a organização e o direcionamento do esforço para algo que, no fim do dia, tenha impacto real no resultado. Leia também: “Em crise é que se dá a grande virada na vida”, diz gestor da Armor Capital
“[É preciso evitar] ficar sufocado no final do dia e com a sensação de muito trabalho e sem resultado nenhum”, reflete. “Eu soube, ao longo do tempo, organizar minha agenda, segmentar clientes e abrir espaço para a ativação de contas”, pontua.
Intensidade e relacionamento
Com apenas 26 anos, Daniel Zyskowski, da IS Assessoria, já conta no currículo com selos de excelência no atendimento aos segmentos private e pessoa jurídica. Para ele, a intensidade e o relacionamento com o cliente fazem toda a diferença na carreira do assessor.
“Eu sempre fui o primeiro a chegar e o último a sair”, detalha ao falar da dedicação que dispensou ao trabalho, especialmente no começo da carreira. “Muita gente também me questiona sobre o nível de amizade que tenho com o cliente e explico que, no final das contas, não estamos falando de dinheiro e, sim, de pessoas, objetivos e da vida do investidor”, reflete.
Não dá para ignorar a IA
Top 4 do mercado, Felipe Gomes, da Act, defende a personalização da experiência do cliente e usa a inteligência artificial como ferramenta para alcançar o resultado esperado. Mais de economia
“Eu comecei fazendo o fechamento mensal das carteiras de maneira automatizada com a inteligência artificial”, explica Gomes, ao falar sobre o uso da IA no seu dia a dia. “Cada cliente vai ter seu projeto, seu agente e suas informações; acho que, daqui para frente, o que vai mudar o jogo é isso”, decreta.
Conhecimento mais oportunidade
Pedro Figueira, da Alianco, com passagem por importantes instituições financeiras, como o Safra, sinaliza que conhecimento e atualização constante são fatores que podem ajudar na captação e na manutenção de clientes. Melhor: a tarefa pode parecer mais simples do que parece, diz o assessor, especialista em pessoas jurídicas. Leia também: WEG: o que fazer com a ação após a tele do 2T? Veja a visão do Itaú BBA
“Eu leio o jornal todos os dias, vejo empresas que estão despontando, que fizeram aporte de capital, emissão ou, ou seja, sei que receberam algum dinheiro”, contextualiza. “Sabendo do caixa, eu ligo para a companhia oferecendo os serviços financeiros [adequados para o momento do cliente]”, finaliza.
Tópicos relacionados
- Advisor
- Profissão
- Assessores de Investimento
- Expert XP
- Formação de assessores
Wellington Carvalho
Repórter de fundos imobiliários do InfoMoney. Acompanha as principais informações que influenciam no desempenho dos FIIs e do índice Ifix.
Leia também no AINotícia
- “Pessoas não compram produtos, compram pertencimento”, diz AmatoEconomia · agora
- Dívida de R$ 300 milhões leva dona de Habib’s e Ragazzo a pedir proteçãoEconomia · agora
- Nova ‘caneta emagrecedora’ circula ilegalmente antes de ser aprovada; entendaEconomia · agora
- Datafolha: Lula segue à frente de Flávio por 48% contra 43% no 2º turnoEconomia · agora


