Gleisi vê inocência de Jaques, mas diz que senador deve responder se houver
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O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central reduziu a taxa Selic em 0,25 ponto percentual na quarta-feira (17), em decisão que reforça um ciclo de cortes mais gradual e dependente da inflação. Agora, a taxa encontra-se em 14,25% ao ano.
O movimento ocorre em um ambiente ainda desafiador, marcado por pressões inflacionárias persistentes e incertezas tanto no cenário doméstico quanto global.
Leia no AINotícia: Economia em Panorama: Recompras, Geopolítica e Copa do Mundo 2026
E mesmo com a flexibilização monetária, a renda fixa continua no radar dos investidores. Especialmente os Certificados de Depósito Bancário (CDBs), que seguem oferecendo retornos elevados em termos nominais. Isso acontece porque, mesmo com a redução da taxa básica, o nível de juros permanece alto e a expectativa de cortes adicionais mais limitados sustenta o carrego desses ativos.
Nesse contexto, a atratividade dos CDBs permanece, mas o cenário exige maior atenção à qualidade dos emissores, à diversificação e aos riscos embutidos nas taxas, segundo apontam relatórios recentes da XP.
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- O que são e como funcionam os CDBs
- Tipos de CDBs
- Vantagens do investimento em CDBs
- Riscos do investimento em CDB
- Qual tipo de CDB escolher?
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CDB PAGBANK– AGO/2026 Leia também: Kim Kataguiri desiste de candidatura ao Governo de São Paulo
- Rentabilidade anual: 100,75% CDI
- Valor mínimo para investir: R$ 100,00
- Vencimento: 18/08/2026
- Liquidez: No Vencimento
- Alíquota do IR sobre rendimento: 22,50%
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CDB BANCO BV S/A– DEZ/2026
- Rentabilidade anual: 100% CDI
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CDB BANCO XP S.A.– JUN/2029
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O que são e como funcionam os CDBs
- Você “empresta” dinheiro para a instituição financeira.
- Em troca, na data de vencimento, a instituição devolve o valor investido acrescido dos juros acordados no momento da aplicação.
As aplicações em CDB contam com a cobertura do Fundo Garantidor de Créditos (FGC) até R$ 250 mil por CPF em cada instituição. Isso significa que, até esse valor, os investimentos em CDB estão protegidos em caso de eventual quebra do emissor. Leia também: Alckmin diz que Brasil é ‘manicômio tributário’ que afasta investimentos
Tipos de CDBs
O mercado oferece, basicamente, três tipos de CDB: prefixado, pós-fixado e híbrido. A diferença essencial está em como o rendimento é calculado.
- Prefixado: a taxa de juros é definida no momento da aplicação. Assim, você já sabe exatamente quanto seu dinheiro vai render até a data de vencimento.
- Pós-fixado: modalidade mais popular. Aqui, a remuneração é atrelada a um indexador econômico, geralmente o CDI – taxa muito próxima à Selic.
- Híbrido: combina características das versões prefixada e pós-fixada, de modo que uma parte do rendimento é definida no início, enquanto a outra parcela segue um índice econômico de referência.
Vantagens do investimento em CDBs
- Retorno acima da poupança: em geral, os CDBs apresentam rentabilidade superior à caderneta.
- Cobertura do FGC: até R$ 250 mil por CPF/instituição.
- Flexibilidade de prazos: há opções tanto para objetivos de longo prazo quanto para aplicações com liquidez diária (resgate rápido).
- Acesso facilitado: com aproximadamente R$ 1000, já é possível começar a investir.
- Baixo risco: considerado um investimento conservador, amparado pela garantia do FGC.
Riscos do investimento em CDB
Apesar de ser um produto de renda fixa com risco relativamente baixo, é importante entender que existem fatores que podem afetar seus ganhos:
- Risco de liquidez: se precisar vender o CDB antes do vencimento, pode não haver comprador ou a oferta pode ser inferior ao valor pretendido, resultando em perda parcial.
- Risco de mercado: possibilidade de flutuações nas taxas de juros, índices de preço ou câmbio, afetando a atratividade do CDB ao longo do tempo.
Qual tipo de CDB escolher?
Segundo relatório da XP Investimentos, o CDB tende a agradar investidores com perfil conservador, pois oferece a mesma segurança da poupança (quando dentro do limite do FGC) e, na maioria das vezes, um retorno mais atrativo.
“Caso o investidor prefira ter a certeza do retorno da aplicação, então o CDB prefixado é melhor”, destaca o relatório da XP. “Esse tipo de investimento é mais rentável em épocas em que as taxas de juros estão em queda ou com perspectiva de redução.”
Já o CDB pós-fixado pode ser mais interessante para quem acredita em um cenário de alta de juros, pois a rentabilidade está atrelada ao CDI, que acompanha a Selic.
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