apple iphone 18 pro: o que muda após o iphone 18 deve ser anunciado no evento
Ler matéria →BAIXE AQUI O RELATÓRIO COMPLETO Na primeira pesquisa Datafolha após o registro de candidaturas, Lula (PT) lidera os cenários de 1º e 2º turno, e tem em Flávio Bolsonaro (PL) o adversário mais próximo.
O levantamento traz dois cenários de intenção de voto no 1º turno devido ao registro de Pablo Marçal (PRTB), cuja candidatura deverá ser julgada pela Justiça Eleitoral para confirmar ou derrubar sua inelegibilidade. No cenário sem o nome do PRTB, Lula tem hoje 39%, ante 33% de Flávio. Em um patamar mais baixo aparecem Ronaldo Caiado (PSD), com 5%, Renan Santos (Missão), com 4%, Zema (Novo), com 3%, Escritor Augusto Cury (Avante), com 2%, e Samara (UP), Rui Costa Pimenta (PCO), Veterinário Wilson Grassi (Democrata) e Edmilson Costa (PCB), com 1% cada.
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As candidaturas de Clariana Barão (DC) e Hertz Dias (PSTU) não atingiram 1%, há 6% que votariam em branco ou nulo, e 4% estão indecisos. Essa distância entre Lula e Flávio no 1º turno era de 10 pontos (41% a 31%) em meados de junho, ficou entre oito pontos na segunda quinzena de julho (40% a 32%) e agora é de seis pontos, o que aponta para uma diminuição gradual na vantagem do petista no período. Lula tem vantagem acima da média entre mulheres (41% a 29%), na faixa etária de 60 anos ou mais (45% a 32%), entre eleitores com escolaridade fundamental (49% a 26%), na parcela com renda familiar de até 2 salários (46% a 27%), no Nordeste (53% a 25%) e entre católicos (46% a 29%).
Flávio Bolsonaro empata ou fica à frente do petista entre homens (37% para o candidato do PL e 36% para Lula), nos segmentos de escolaridade média (38% a 33%, respectivamente) e superior (33% a 37%), em todos os setores com renda acima de dois salários (39% a 30% na faixa de 2 a 5 salários e 43% a 33% na faixa acima de 5 salários), nas regiões Sudeste (36% a 33%), Sul (38% a 33%) e Norte/Centro-Oeste (35% a 33%) e no eleitorado evangélico, onde abre a maior vantagem (48% a 23%). A inclusão de Marçal não altera de forma significativa o quadro geral da disputa, com Lula na liderança (39%), Flávio em segundo (32%) e, em patamar abaixo, uma disputa acirrada entre Caiado (5%), Santos (4%), Zema (3%), Marçal (2%), Cury (2%), Samara (1%), Pimenta (1%), Grassi (1%) e Costa (1%), com indicações abaixo de 1% para Dias e Clariana Barão. Brancos e nulos, neste cenário, somam 7%, e 4% estão indecisos. Leia também: Quaest em SP ganha destaque após novo desdobramento em lula chega à campanha
Na pesquisa espontânea, em que os nomes dos presidenciáveis não são apresentados, Lula é citado por 32% (ante 30% na segunda quinzena de julho) e Flávio Bolsonaro, por 19% (eram 17% no levantamento anterior). Também há menções a Jair Bolsonaro (3%), Renan Santos (2%), Ronaldo Caiado (2%), Romeu Zema (1%) e Pablo Marçal (1%), entre outros que não atingiram 1%. A parcela de indecisos na pesquisa espontânea é de 32%, com destaque para a indecisão entre mulheres (40%, ante 22% entre homens).
O atual levantamento foi realizado nos dias 18 e, com 2.058 entrevistas presenciais em 128 municípios, com eleitores de 16 anos ou mais de todas as regiões do país. A margem de erro da pesquisa é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos considerando um nível de confiança de 95%. A pesquisa está registrada no TSE: BR-04496/2026.
FLÁVIO BOLSONARO (46%) E LULA (45%) SÃO OS MAIS REJEITADOS Nomes mais bem colocados nos cenários de intenção de voto, Flávio Bolsonaro e Lula (PT) também são os mais rejeitados pelos eleitores brasileiros: 46% dizem que não votariam de jeito nenhum no senador fluminense, e 45% rejeitam votar no atual presidente. Os demais surgem em um patamar menor de rejeição:
Marçal tem rejeição de 22%, e na sequência aparecem Zema (16%), Caiado (14%), Santos (14%), Pimenta (13%), Samara (10%), Costa (10%), Barão (9%), Grassi (8%), Dias (8%) e Cury (8%). Há 2% que rejeitam todos, 2% não rejeitam nenhum e 2% que não sabem.
NO 2º TURNO, PETISTA TEM 47%, CONTRA 43% DE CANDIDATO DO PL No segundo turno, Lula tem 47% das intenções de voto, contra 43% do candidato pelo PL, com 9% de brancos e nulos e 2% indecisos. A distância entre eles fica no limite da margem de erro, que é de dois pontos percentuais para mais ou para menos, o que indica maior probabilidade de liderança do petista neste momento da disputa. Mais de noticia
Na segunda quinzena de julho, a distância entre eles era de cinco percentuais (48% a 43%). No grupo de eleitores que avalia o atual governo Lula como regular, 53% votariam no petista contra Flávio no segundo turno, e 35% optariam pelo senador fluminense. Entre eleitores não alinhados nem ao petismo nem ao bolsonarismo, há empate técnico entre o nome do PL (38%) e o petista (33%).
Diante de Caiado, Lula teria hoje 47%, ante 40% do adversário. Há 11% que optariam pelo voto em branco ou nulo, e 3% estão indecisos. A distância é similar à obtida no levantamento anterior (47% a 40%). Leia também: PL tenta barrar votação, mas admite derrota se PEC do fim da escala 6x1 chegar
No cenário em que se enfrentam Lula e Romeu Zema, o resultado é similar, com 48% de preferência pelo atual presidente, 38% pelo ex-governador de Minas Gerais, 12% de votos em branco ou nulos, e 2% de indecisos. Na segunda quinzena de julho, 48% preferiam o petista, e 40%, o oponente. Contra Renan Santos, Lula teria 47%, e o candidato do Missão ficaria com 37%, com 14% de votos em branco ou nulo, e 2% indecisos.
AVALIAÇÃO NEGATIVA DE LULA PASSA DE 38% PARA 41% O presidente Lula chega a três anos e sete meses de mandato com seu governo avaliado como ótimo ou bom por 33% dos eleitores, abaixo do índice dos que o consideram ruim ou péssimo (41%).
Para 25%, o petista faz um governo regular, e 1% não tem opinião sobre o tema. Na comparação com pesquisa realizada na segunda quinzena de julho, a taxa de avaliação negativa do governo Lula avançou (era de 38%) e a avaliação positiva oscilou para cima (era de 32%), o que levou a uma redução da avaliação regular (que era de 28%). O trabalho de Lula como presidente é aprovado por 47% dos eleitores brasileiros, e há 50% que desaprovam, com 3% sem opinião sobre o tema.
Na segunda quinzena de julho, 49% aprovavam o trabalho do petista na Presidência, e a desaprovação era de 48%.
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