Brasil enfrenta Noruega pelas oitavas de final da Copa do Mundo; veja horário
Ler matéria →Cidade de Longyearbyen, Svalbard— Foto: R. Henrik Nilsson— CC BY 4.0— via Wikimedia Commons
Além do frio congelante e da ameaça de ursos-polares, uma cidade no extremo norte do arquipélago norueguês de Svalbard possui outra característica curiosa: há quem diga que em Longyearbyen é proibido morrer.
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➡️ Neste domingo (5), a seleção brasileira enfrenta a Noruega pelas oitavas de final da Copa do Mundo 2026. TV Globo, Sportv e GETV transmitem ao vivo. Você também assiste aos jogos na página de tempo real no ge.globo, além de ver cortes exclusivos.
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A afirmação parece um absurdo, porém nasceu de uma decisão real do governo. Mas, calma, não é exatamente isso. Leia também: Brasil enfrenta Noruega pelas oitavas de final da Copa do Mundo; veja horário
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Na verdade, não é ilegal morrer em Longyearbyen, até porque isso seria impossível de proibir. Mas a cidade possui medidas que parecem querer espantar os mortos:
- O cemitério local parou de permitir enterros de corpos em 1950
- O município não possui infraestrutura para pessoas que necessitam de cuidados contínuos, como idosos e pacientes em cuidados paliativos
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O fim dos sepultamentos
O principal motivo para Longyearbyen não enterrar os mortos é o "permafrost", a camada de solo permanentemente congelada que cobre grande parte do arquipélago. Como o terreno praticamente nunca descongela, os corpos enterrados não se decompõem normalmente e permanecem preservados por muitos anos. O risco aqui é que Leia também: Copa do Mundo ganha destaque após novo desdobramento em a seleção brasileira
Como prova disso, pesquisadores já encontraram vestígios do vírus da gripe espanhola em vítimas enterradas no cemitério local duante a epidemia da doença em 1918.
Diante dessas condições, o cemitério de Longyearbyen deixou de receber novos sepultamentos de corpos em 1950.
Sem estrutura para quem está morrendo
Desde o fim dos sepultamentos, a cidade também passou a refletir outra realidade local: por ser um assentamento pequeno e isolado, Longyearbyen não possui estrutura para oferecer cuidados de longa duração, como assistência permanente a idosos ou cuidados paliativos.
Quando um morador passa a necessitar desse tipo de atendimento, ele normalmente é transferido para o continente norueguês.
O mito da morte ilegal
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