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Neto detona fala de Neymar sobre aposentadoria da Seleção Brasileira: 'É

Se o Brasil ainda é respeitado no futebol, a culpa é sua

Neto detona fala de Neymar sobre aposentadoria da Seleção Brasileira: 'É um dos

Obrigado, Neymar. Se o Brasil ainda é respeitado no futebol, a culpa é sua. Em uma geração de coadjuvantes omissos, você nos deu o direito de sonhar Foram 15 anos.

E, infelizmente para os brasileiros, ‘mal acompanhado’. Cercado por jogadores sem a metade do seu talento, coadjuvantes nos seus clubes, omissos na Seleção. Travados nos momentos decisivos.

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Neymar reinou sozinho. Isolado. Apesar de todos os erros, seu talento tem de ser reverenciado no adeus à Seleção.

A saudade já incomoda Real Madrid e Barcelona quase provocam uma nova guerra civil na Espanha por aquele jogador do Santos. O tal raio caiu de novo na Vila Belmiro. O nome dele Neymar da Silva Santos Júnior.

Carregava o nome do pai, que era jogador comum, e teve a carreira interrompida por um acidente grave, onde luxou a bacia. Por sorte, seu filho apenas cortou a testa. Neymar pai não conseguiu voltar a jogar futebol como antes, mas se prometeu que faria de Juninho um grande atleta. Leia também: Corinthians x Athletico-PR registra menor número de finalizações no Brasileirão

E desde cedo foi o responsável por fazer com que chutasse bolas de plástico. Fazia o menino ensaiar dribles. Pular das faltas mais maldosas.

Se assustou com tamanho talento do filho. E Neymar foi tratado como um príncipe na Vila Belmiro. Desde que chegou.

Foi mimado, paparicado. Ganhava R$ 70 mil com 15 anos. Dirigentes santistas esfregavam as mãos, tinham um tesouro.

Um argentino, já melhor do planeta e que fazia a valente Catalunha estar aos seus pés. Secou a fonte. Só havia Neymar como excepcional jogador.

Pelé teve Garrincha, Didi, Tostão, Rivellino, Gerson. Romário teve Bebeto, o sacrifício dos ótimos Zinho, Mazinho, Dunga que, sim foi um jogador importantíssimo e, principalmente, de enorme personalidade. Ronaldo teve Rivaldo, Ronaldinho Gaúcho, Roberto Carlos, Cafu. Mais de esporte

Neymar? Não teve ninguém à altura. Nem próximo.

Ganso logo teve problemas gravíssimos nos joelhos e ficou para trás. Phelippe Coutinho não deslanchou, Oscar, também, não, Vinicius Júnior foi na Seleção, uma triste sombra do que jogou no entrosado Real Madrid.

Raphinha desapareceu nas duas Copas que atuou. Quem mais? Só esforçados coadjuvantes em quatro Copas do Mundo. Leia também: Confederação da Oceania mantém posição neutra e vai analisar projeto da Fifa

Neymar sempre foi um solitário fora de série na Seleção. Centralizador? Sim?

Mimado por Felipão, Dunga, Tite, Fernando Diniz e até com Dorival Júnior, com quem jamais jogou na Seleção? Sim. Fez Carlo

Ancelotti quebrar sua promessa e levar um atleta contundido para a Copa dos Estados Unidos? Sim. Transformou os seus 192 milhões de seguidores, somando todas as redes, em cúmplices, disposto a defendê-lo mesmo nas inúmeras vezes em que esteve errado?

Sim. Egocêntrico? A ponto de se prejudicar misturando a vida de celebridade, playboy para os mais antigos, com a de um atleta de elite?

Para seu prejuízo físico? Sim. Dono de uma redoma, cercado de amigos, seus parças, que o endeusaram durante toda a carreira na Seleção, o fazendo acreditar que estava acima do bem e do mal e quem o criticava tinha inveja do seu dinheiro, das suas mulheres, da sua idolatria midiática?

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