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Netanyahu descarta críticas de que Israel não teria atingido objetivos

Criar as condições para uma revolta popular foi um de seus objetivos iniciais, apontou

Netanyahu descarta críticas de que Israel não teria atingido objetivos contra
O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, fala durante uma cerimônia em comemoração ao Dia da Lembrança de Israel para os soldados caídos, ou Yom HaZikaron, no Cemitério Militar no Monte Herzl, em Jerusalém - 21/04/2026 (Foto: Poos via REUTERS/Ilia Yefimovich)
O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, fala durante uma cerimônia em comemoração ao Dia da Lembrança de Israel para os soldados caídos, ou Yom HaZikaron, no Cemitério Militar no Monte Herzl, em Jerusalém - 21/04/2026 (Foto: Poos via REUTERS/Ilia Yefimovich)

O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, ignorou as críticas de que a guerra contra o Irã não teria atingido seus objetivos e disse acreditar que o governo persa irá colapsar como resultado da campanha militar. Criar as condições para uma revolta popular foi um de seus objetivos iniciais, apontou.

“Acho que criamos as condições para sua futura queda”, disse Netanyahu na Cúpula de Política Internacional do JNS em Jerusalém no domingo (21). “Essa será a verdadeira vitória, quando o povo iraniano tomar seu próprio destino em suas mãos e derrubar esse regime brutal que os está aterrorizando e aterrorizando o resto do mundo.”

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Operações no Líbano

Mais cedo, o premiê israelense também afirmou que manterá operações no Líbano “enquanto for necessário”. Em paralelo, o exército de Israel autorizou residentes do norte, perto da fronteira com o território libanês, a se movimentarem livremente e sem restrições a partir de segunda-feira, 22. Durante meses, os residentes enfrentaram restrições devido à ameaça de ataque pelo grupo militante Hezbollah, apoiado pelo Irã, no sul do Líbano.

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O exército não disse o que levou à sua decisão no domingo, mas observou que um cessar-fogo frágil está em vigor. Seu anúncio veio enquanto os EUA e o Irã se encontram na Suíça sobre seu acordo provisório para acabar com a guerra, enquanto Teerã insiste em um cessar-fogo em todas as frentes.

Presidente da Síria diz que não deseja intervir no Líbano

O presidente sírio, Ahmad al-Sharaa, disse neste domingo que a Síria não deseja intervir militarmente no Líbano, apesar das observações do presidente americano, Donald Trump, sugerindo que a Síria poderia ajudar a “cuidar do Hezbollah”. Mais de economia

Os comentários de al-Sharaa vieram em uma entrevista à rede dos Emirados Árabes Unidos, Al Mashhad, no domingo. Ele disse que as observações do republicano foram “mal interpretadas”. Leia também: Premiê da Polônia minimiza tensões com Zelenski e chama conflito de “erro”

Trump “falou sobre o papel da Síria em encontrar uma solução segura e pacífica, mas a declaração foi mal interpretada como se a Síria fosse invadir o Líbano amanhã de manhã”, disse al-Sharaa. Fonte: Associated Press.

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