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Na crise do fertilizante, Turcomenistão eleva volume de fornecimento ao Brasil

Diante da crise geopolítica no Oriente Médio, o Brasil buscou novas fontes de fornecimento de fertilizantes, e o Turcomenistão, um país da Ásia Central, passou a ser um

Na crise do fertilizante, Turcomenistão eleva volume de fornecimento ao Brasil

Diante da crise geopolítica no Oriente Médio, o Brasil buscou novas fontes de fornecimento de fertilizantes, e o Turcomenistão, um país da Ásia Central, passou a ser um fornecedor importante. Nos seis primeiros meses do ano, os brasileiros importaram 1,3 milhão de toneladas de fertilizante potássico daquele país.

No mesmo período do ano passado, praticamente não houve compra daquele mercado asiático por parte dos brasileiros. As importações totais do primeiro semestre somaram 18,3 milhões de toneladas, um volume 6% inferior ao de janeiro a junho de 2025, mas o custo subiu. Os gastos foram para US$ 7 bilhões (R$ 36 bilhões), 9% a mais.

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Com a trégua da guerra entre Estados Unidos e Irã, os preços dos insumos, após forte aceleração, começam a voltar ao normal. A ureia, que no mercado internacional estava próxima de US$ 500 por tonelada (R$ 2.586) antes da guerra, chegou a dobrar de preços, mas voltou para patamar próximo ao do pré-guerra. O mesmo ocorreu com os fertilizantes potássicos e fosfatados. Leia também: Micro e pequenas empresas empregam mais mulheres e têm menor desigualdade

O fornecimento e o movimento de preços dos fertilizantes têm sido determinantes para os custos dos produtores brasileiros, devido à alta dependência externa. Nos anos 2000, o país importava 3,1 milhões de toneladas de fertilizantes no primeiro semestre, e boa parte da demanda era fornecida por produção interna. Em 2010, as compras subiram para 5,6 milhões de toneladas, chegando ao recorde de 19,4 milhões no período de janeiro a junho do ano passado.

Esse aumento nas importações acompanha a expansão da área semeada. A de grãos, que era de 38 milhões de hectares em 2000, atinge 84 milhões atualmente. A de cana-de-açúcar subiu de 5,8 milhões, em 2005, para os atuais 9,1 milhões.

Já de café caiu de 2,2 milhões, no início dos anos 2000, para 1,94 milhão neste ano. Após perder o posto de maior fornecedora de fertilizantes para o Brasil em 2025, a Rússia volta ao topo da lista neste primeiro semestre. Neste ano, os russos exportaram 3,9 milhões de toneladas do insumo para os brasileiros, acima dos 3,5 milhões do volume enviado pelos chineses, que haviam liderado em 2025.

Canadá e Marrocos, com 2,9 milhões e 1,7 milhão, respectivamente, completam a lista dos principais fornecedores, seguidos pelo Turcomenistão. Durante 2025, as importações brasileiras atingiram o recorde de 45,5 milhões de toneladas, com a China fornecendo 12 milhões, e a Rússia, 11,1 milhões no período. Canadá seguiu, com 5,2 milhões. Mais de economia

O Brasil teve 57 fornecedores neste primeiro semestre. Preferência. A proximidade das duas colheitas em Mato Grosso, a de soja e a de milho, faz com que o produtor dê prioridade ao armazenamento do cereal, segundo a Conab (Companhia Nacional de Abastecimento)

.pelo milho Preços baixos da oleaginosa fazem o produtor perder o interesse em armazenar o produto porque, além de preço baixo, há aumento dos custos com armazenagem, perdas operacionais e riscos de o mercado deteriorar ainda mais, segundo a Conab. Preço melhor Leia também: Elevação do teto do MEI custaria R$ 8,1 bilhões até 2029, diz governo

O produtor, com perspectivas de valor melhor do milho no segundo semestre, armazena parte da produção atual para comercialização lá na frente, segundo o Boletim Logístico da Conab. Nova opção A brusca elevação dos preços do suco de laranja nos anos recentes fez o consumidor buscar novas alternativas de consumo.

O resultado foi uma queda nas exportações brasileiras de suco na safra 2025/26. Novas opções 2 O Brasil, maior fornecedor mundial, colocou 747 mil toneladas de suco no mercado externo, volume estável em relação ao da safra anterior.

As receitas, no entanto, recuaram para US$ 2,38 bilhões (R$ 12,3 bilhões), 30% a menos, segundo dados da Secex e da CitrusBR. Comentários

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