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MotoGP volta ao centro do debate na temporada

MotoGP: "Estou no mesmo barco que Márquez", comenta Bagnaia sobre fase difícil da Ducati Italiano detalhou problemas com a GP26, destacando o domingo como pior

MotoGP volta ao centro do debate na temporada

MotoGP: "Estou no mesmo barco que Márquez", comenta Bagnaia sobre fase difícil da Ducati Italiano detalhou problemas com a GP26, destacando o domingo como pior dia do fim de semana Pecco Bagnaia chega cauteloso a Jerez. Desde os problemas que enfrentou na temporada de 2025 da MotoGP, tornou-se habitual para o italiano não chegar aos circuitos com excesso de confiança, tendo em conta o quanto um fim de semana de corrida pode mudar, para melhor ou para pior.

Na verdade, talvez este ano ele esteja sentindo isso ainda mais. Bagnaia começou a nova temporada com melhores sensações do que na temporada anterior, confiante de que a GP26 se adapta um pouco melhor ao seu estilo de pilotagem do que a GP25. Geralmente, é assim até a sprint.

Isso ficou evidente em Austin, circuito em que, na prova curta, Bagnaia esteve perto da vitória, até que Martín a tirou de suas mãos nos últimos instantes. Mas tudo muda no domingo. Se até o ano passado o italiano se saía melhor nas provas longas, este ano tem sido prejudicado pelo desgaste excessivo dos pneus, sobrecarregando demais o eixo traseiro.

Bagnaia chega ao GP da Espanha, prova que ele adora e na qual historicamente se saiu bem, com 25 pontos, ocupando a nona colocação do campeonato, longe da dominante Aprilia. “ Este fim de semana parece promissor, como sempre.

É um bom circuito e chegar à Europa significa que a pista está pronta logo no início. Há aderência, então desde as primeiras voltas você pode se concentrar no ajuste. Isso é sempre bom.

Adoro Jerez e o público daqui, então vou apenas tentar aproveitar”,disse em coletiva nesta quinta-feira. “Como pilotos, sabemos o que pedir aos engenheiros e onde melhorar a moto, mas também é difícil para eles desenvolver algo que está funcionando de uma forma que não era esperada. Sei que a Ducati começou a trabalhar muito na GP26, para adaptá-la melhor aos estilos de pilotagem e ver se podemos dar um passo à frente aqui. Leia também: Sabalenka comemora vitória na estreia, mas sabe que precisa evoluir

Mas, para mim, a pausa serviu apenas para treinar muito. Estava com muita vontade de voltar à pista, porque estava um pouco cansado de ir à academia”, continuou. Francesco Bagnaia, Ducati Team, Álex Márquez, Gresini Racing, Marc Márquez, Ducati Team Foto de: David Buono / Icon Sportswire via Getty Images

O italiano explicou ainda que a análise de dados revelou um "comportamento inesperado" da moto, destacando a perda de aderência significativa na traseira da moto no domingo. " É estranho porque desde a sexta-feira você dá muitas voltas com pneus usados e consegue manter um ritmo constante.

Então, na corrida, após oito voltas, destruo o pneu traseiro. Precisamos entender isso e acho que eles começaram a pensar em algo diferente para este fim de semana”, detalhou. Questionado sobre a diferença entre a GP26 e a GP25, Bagnaia indicou a aderência dianteira como principal diferencial:

“Não sei explicar direito, mas não havia aderência em lugar nenhum. Você estava acelerando, mas não sabia se podia". "

Outra coisa era que eu acelerava forte e, uma volta depois, acelerava ainda mais, mas ia mais devagar sem saber o porquê. Eu estava acelerando, mas perdendo tempo, era difícil de entender. Este ano está mais claro. Mais de esporte

Se estou forçando, posso ver no tempo se estou fazendo isso ou não. Fica um pouco mais fácil pedir algo diferente à equipe”, acrescentou. Dessa forma, conclui-se que a principal questão atualmente é o desgaste do pneu traseiro, especialmente na corrida principal, conforme esclarecido por Bagnaia:

“Tudo funciona de alguma forma, você consegue trabalhar, se adaptar e tudo parece bem. Claro que o DNA da moto dos últimos dois anos não é o ideal para mim, mas posso tentar me adaptar um pouco melhor. Porém, no domingo, há algo diferente. Leia também: Yamal fica fora do resto da temporada por lesão na coxa, mas deve participar da Copa do Mundo

Talvez os pneus Pirelli [das outras categorias], não sei, e começo a ter muitas dificuldades”. Apesar das dificuldades, o italiano ressalta que sempre inicia a corrida com otimismo, "pensando que é possível fazer uma boa corrida, e então descubro o que há depois de duas curvas. Mas sempre tento dar o máximo".

Uma questão que surgiu é se agora ele tem sensações semelhantes às de Márquez, que em 2025 foram bem diferentes. “No ano passado tive bastante dificuldade e ele estava em uma boa fase, estava satisfeito com a moto. Este ano não parece ser assim, então nossos comentários são mais parecidos, inclusive com os de Álex Márquez, que no ano passado estava muito forte e agora está em um momento bastante difícil.

Estamos, mais ou menos, no mesmo barco, por isso, trabalhamos juntos para melhorar”, finalizou. MOTOGP DE VOLTA! Bezzecchi DOMINA?

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