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Ler matéria →Morte de recém-nascido em Duque de Caxias: mãe confessa assassinato e diz que pai de bebê também participou Mulher afirmou que criança nasceu com vida, narrou detalhes da morte e disse que o companheiro participou da ação, contrariando versão apresentada por ele na delegacia Atualizado A mãe do recém-nascido encontrado morto em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, prestou depoimento à Polícia Civil e confessou ter matado o filho logo após o parto.
Presa em flagrante ao lado do companheiro, ela afirmou que o bebê nasceu com vida e atribuiu ao pai da criança participação no crime, versão que contradiz o relato apresentado por ele aos investigadores. O casal foi autuado por homicídio qualificado. No depoimento, prestado ainda no hospital, a mulher contou que começou a sentir fortes dores após cair enquanto corria para pegar um ônibus, na noite de quarta-feira, dias antes do parto.
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Ela disse que já sabia da gravidez havia cerca de dois a três meses e afirmou que não queria a criança.— Eu pretendia dar a criança ou deixar com ele. Já tinha deixado bem claro que eu não queria o neném— afirmou. Leia também: Lotomania e Lotofácil: Acumulados R$ 4,5 mi e R$ 15 mi em sorteios de segunda
Segundo seu relato, no dia do parto, ela começou a sangrar e percebeu que o bebê estava prestes a nascer. Ainda conforme o depoimento, o namorado demorou a chegar e, quando apareceu, a criança já estava chorando. O parto aconteceu sobre um pedaço de papelão, na varanda da casa da avó da mulher.
Ela disse que o bebê nasceu com vida e que, em seguida, ela e o companheiro decidiram matá-lo.— A criança saiu com vida. Eu a escutei chorando e pedi ao pai que a retirasse do local.
Ele ficou perdido, não sabia o que fazer. Eu disse: " Mais de noticia
Eu não quero a criança", e ele falou: " Então, eu também não quero"— contou.
Em seguida, a mulher narrou aos policiais os detalhes do crime, afirmando que o pai da criança teve participação— o que contraria o depoimento prestado por ele no sábado. Na versão dele, a companheira é a responsável pela morte do bebê, enquanto ele atuou na ocultação do corpo. Aos policiais, ela afirmou ainda que, após o crime, entrou na casa e não voltou a ver a criança. Leia também: Odelmo Leão, ex-prefeito de Uberlândia, morre aos 80 anos
Segundo ela, o companheiro retornou pouco depois e relatou que o bebê ainda havia apresentado sinais de vida e resistido.— Ele entrou lá e falou: "
Ele é muito forte, ele chorou muito ainda"— disse. Ao fim do depoimento, a mulher afirmou que pediu ao companheiro que enterrasse o corpo do recém-nascido.
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