Vacina contra sarampo ganha destaque após novo desdobramento em vacina
Ler matéria →Michelle Bolsonaro internada: saiba o estado de saúde da ex-primeira-dama A agora candidata ao Senado não compareceu à convenção do PL após ser internada com um quadro de enxaqueca persistente
A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro não compareceu, no domingo (2), à convenção do Partido Liberal (PL) que confirmou sua candidatura ao Senado pelo Distrito Federal. O motivo: horas antes, ela divulgou uma imagem em um leito do hospital DF Star, onde havia sido internada na véspera com um quadro de cefaleia. Embora tenha recebido alta antes da convenção, Michelle acabou se ausentando do evento e prometeu seguir investigando o motivo do desconforto que a levou ao hospital.
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Entenda melhor o que se sabe a respeito do estado de saúde da esposa do ex-presidente Jair Bolsonaro. Qual o problema de saúde de Michelle Bolsonaro? Michelle Bolsonaro deu entrada no hospital DF Star com um quadro de enxaqueca persistente e refratária a medicamentos orais.
Ou seja: a dor não cedia mesmo com remédios de uso corriqueiro. Segundo a ex-primeira-dama, ela já sofria com o desconforto havia cerca de dez dias. O Ministério da Saúde define a enxaqueca crônica como crises desse tipo que se manifestam em 15 ou mais dias do mês, por mais de três meses, sem que haja abuso de medicamentos.
A etiologia do problema nem sempre é muito clara: a ciência ainda tenta entender como crises pontuais de cefaleia evoluem para uma enxaqueca crônica. O problema é mais comum em pessoas do sexo feminino e pode ter correlação com fatores como estilo de vida (que incluem sedentarismo, obesidade e tabagismo), transtornos de humor e fibromialgia, entre outras questões. Também há um forte componente hereditário associado às enxaquecas, sendo comum que várias gerações de uma mesma família tenham essas dores. Mais de saude
Como funciona o tratamento feito por Michelle Bolsonaro? Segundo a assessoria da ex-primeira-dama, Michelle Bolsonaro foi submetida a um bloqueio anestésico de nervos cranianos e pericranianos. A técnica, que geralmente envolve o bloqueio do nervo occipital maior (situado na base da cabeça, na parte de trás, e na região superior do pescoço) por meio da injeção de um anestésico local, é uma das estratégias preferenciais para lidar com quadros de enxaqueca refratária a medicamentos. Leia também: “Meu SUS Digital” disponibiliza canal gratuito de orientação sobre saúde mental
Em geral, esse tratamento dá boas respostas de curto prazo, reduzindo a intensidade e a frequência dos episódios de enxaqueca no mês, assim como a necessidade de uso de medicamentos para aliviar os sintomas. Entretanto, benefícios a longo prazo nem sempre são percebidos por todos os pacientes, podendo ser necessário recorrer a novos procedimentos no futuro. A intervenção em Michelle foi considerada bem-sucedida, mas, mesmo já tendo recebido alta, a agora candidata ao Senado deve seguir sob acompanhamento médico para investigar o quadro mais a fundo.
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