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Meta e Microsoft planejam corte de até 23 mil empregos para bancar IA

Meta e Microsoft planejam corte de até 23 mil empregos para bancar IA Big techs buscam eficiência operacional e realocação de recursos para infraestrutura de

Meta e Microsoft planejam corte de até 23 mil empregos para bancar IA

Meta e Microsoft planejam corte de até 23 mil empregos para bancar IA Big techs buscam eficiência operacional e realocação de recursos para infraestrutura de inteligência artificial. Big techs buscam eficiência operacional e realocação de recursos para infraestrutura de inteligência artificial. Meta e Microsoft planejam cortes e programas de desligamento que podem afetar até 23 mil empregos, em meio ao aumento dos gastos com inteligência artificial.

As medidas fazem parte de um esforço das duas empresas para simplificar operações e compensar investimentos crescentes em infraestrutura tecnológica. Segundo a Boomblerg Línea, as iniciativas não são coordenadas, mas refletem um movimento mais amplo das big techs diante da pressão por eficiência enquanto ampliam investimentos em IA. Ambas as empresas devem revelar os lucros trimestrais na semana que vem.

A Meta informou que deve eliminar cerca de 8 mil empregos, aproximadamente 10% da força de trabalho global. As demissões estão previstas para começar daqui a menos de um mês, em 20 de maio. Além disso, a empresa decidiu não preencher 6 mil vagas que estavam abertas, o que eleva o impacto total para aproximadamente 14 mil posições afetadas. Leia também: Galaxy Tab S11 (256 GB) tem oferta de Dia das Mães 2026 por até 10x sem juros

A Meta já havia anunciado cortes em março. Em um memorando interno, analisado pela Bloomberg, a diretora de pessoas da empresa, Janelle Gale, afirma que a medida faz parte de um esforço para tornar a operação mais eficiente e liberar recursos para novos investimentos. Um dos setores da Meta no olho do furacão é o Reality Labs, divisão da empresa responsável pelas tecnologias relacionadas ao metaverso.

Após anos de fracassos e um modelo de negócios que não ganhou a força esperada por Zuckerberg, a Meta começou fechar estúdios e demitir funcionários no ano passado. O foco da divisão, atualmente, é apoiar o desenvolvimento de tecnologias de IA para vestíveis, como os óculos da empresa em parcerias com a Ray-Ban e Oakley. A Microsoft, por sua vez, lançou um programa de desligamento voluntário voltado a funcionários nos Estados Unidos.

Segundo a Bloomberg, a empresa nunca havia realizado um programa desse tipo nessa escala. Cerca de 7% da força de trabalho no país será elegível para o programa, o que pode representar aproximadamente 8.750 pessoas, considerando o total de 125 mil funcionários registrado em junho de 2025. O plano é direcionado a funcionários cuja soma da idade com o tempo de serviço seja igual ou superior a 70, com exceções para algumas funções específicas e cargos seniores. Mais de tecnologia

As medidas refletem um movimento mais amplo do setor de tecnologia. Grandes empresas vêm buscando reduzir custos operacionais ao mesmo tempo em que aumentam investimentos em data centers e infraestrutura necessários para sustentar serviços de inteligência artificial. A Microsoft, por exemplo, tem acelerado a construção de data centers em diferentes regiões e anunciou novos investimentos em países como Japão e Austrália. Leia também: O que é um barômetro? Saiba a função do sensor em dispositivos eletrônicos

Já a Meta prevê gastos de capital elevados e firmou acordos multibilionários com parceiros de IA nos últimos meses. O movimento acompanha uma tendência de substituição de parte da mão de obra por infraestrutura tecnológica. O método já passou a receber críticas de pesquisadores por, em alguns casos, disfaçar motivações financeiras ou de má gestão.

A alegação é que as empresas têm feito uma falsa sinalização de “investimento em tecnologia” para o mercado. {{ excerpt | truncatewords: 35 }} {% endif % }

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