paola stefany neto cirino: o que muda após advogado e esposa são encontrados
Ler matéria →Esta transcrição foi gerada automaticamente por Inteligência Artificial e pode conter erros ou imprecisões. Observador. Começa agora o Jornal das 6, edição do jornalista João Lourenço.
João, a seleção nacional continua a preparar o jogo frente ao Uzbequistão. Com o Mazrou ainda de fora dos trabalhos da equipe das Quinas, neste caso, dos trabalhos coletivos dos comandados do Roberto Martínez, o defesa central voltou este domingo a fazer trabalho de ginásio à margem da restante equipe. O treino aconteceu sob temperaturas elevadas em Palm Beach, no estado da Flórida.
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É a penúltima sessão de treino antes do jogo com o Uzbequistão. Terça-feira, 18h, Portugal enfrenta a seleção asiática, jogo a contar para a segunda jornada da fase de grupos deste Campeonato do Mundo. E antes do treino, Francisco Conceição falou aos jornalistas e disse que está preparado para ser titular.
O jogador da Juventus apresentou o currículo para dizer que está pronto para jogar de início. Aconteceu quando foi questionado sobre o rótulo de espalha-brasas. Depende do que se quer dizer com espalha-brasas.
Eu prefiro ser conhecido e quero ser conhecido como Francisco Conceição, porque espalha-brasas depende. Mas se calhar, se estiver a falar que é um jogador para entrar nos últimos 10 ou 15 minutos, acho que não é bem assim, porque jogo na Juventus, jogo na Liga Italiana, tenho sido titular indiscutível na minha equipe e acho que esse papel depende da forma como queremos enquadrar ou definir esse papel. Eu estou aqui, como disse, quer jogue 10 ou 90 minutos, para dar o máximo pela seleção e mostrar que sou mais um para ajudar a seleção a atingir os objetivos. Leia também: José Sócrates é indenizado em €15 mil por violação de segredo de justiça
Francisco Conceição é filho de Sérgio Conceição. Os dois tornaram-se, na passada quarta-feira, o primeiro caso de pai e filho a representar a seleção portuguesa em fases finais de Campeonato do Mundo. Ora Francisco diz que falou com o pai e que quer fazer melhor que a seleção de 2002.
Sim, acho que esse mundial não correu assim tão bem, penso que perderam na fase de grupos. Foram eliminados na fase de grupos, mas claro que é sempre um orgulho para mim saber que meu pai conseguiu jogar o mundial e eu agora, passado 24 anos, estou aqui também eu. Sem dúvida que é um orgulho, mas espero que a história seja diferente.
E ainda, neste caso, ainda na conferência de imprensa, Francisco Conceição foi questionado sobre as palavras de André Villas-Boas, que o presidente do Futebol Clube do Porto criticou a presença dos jogadores na praia. Ora, o futebolista português recusou comentar. Não tenho que comentar aquilo que é palavras do presidente do Futebol Clube do Porto.
Lá está, é opinião dele, não cabe a mim comentar isso. Nesta conferência de imprensa, Francisco Conceição foi também questionado se os jogadores se sentem obrigados a jogar para Cristiano Ronaldo. Francisco Conceição diz que nem olha para a cara dos colegas durante a partida.
E no encerramento do congresso do PSD, Luís Montenegro reafirmou uma promessa e anunciou o novo Fundo Soberano Português. E uma iniciativa que pretende investir em empresas estratégicas para criar riqueza para o Estado e garantir a participação em setores considerados importantes para o país. O anúncio foi feito nesta tarde por Luís Montenegro, no discurso de encerramento do congresso do PSD em Anadia, que ficou marcado pelo chumbo do Chega à reforma laboral, o que motivou Miguel Viterbo Dias, um reafirmar de uma promessa de campanha por parte do chefe de governo. Mais de noticia
Na resposta ao chumbo da reforma laboral, perante a proposta do Chega para a redução da idade da reforma, Luís Montenegro clarificou. Antes de ser investido nas funções de primeiro-ministro, declarei que no dia em que, por absurdo, tivesse de cortar pensões, demitir-me-ia. Reassumo aqui e agora este compromisso de honra.
O primeiro-ministro reforça uma promessa de campanha e diz que as pensões são um assunto inegociável para o governo. As pensões são sagradas. Baixar a idade das reformas hoje significa cortar pensões amanhã.
E aproveita assim para atirar, mais uma vez, as forças de bloqueio. Uma reforma para responder aos desafios do futuro, logo aparecem forças políticas disponíveis para a travar. Já no que toca ao rol de novidades, Luís Montenegro anuncia uma nova aposta na relação entre o Estado e empresas estratégicas. Leia também: Irmão de Eloá ganha destaque após novo desdobramento em quinze anos
Um fundo soberano que será um instrumento de autonomia e intervenção do Estado em setores estratégicos, em áreas como a energia, mas não excluímos a banca, as comunicações ou mesmo a gestão de infraestruturas aeroportuárias. Um fundo sobre o qual ainda é preciso conhecer os detalhes numa lista de anúncios com oito pontos, alguns repetidos, como o Fundo de Catástrofes ou o lançamento da inteligência artificial portuguesa Amália, mas com um passo em frente na ferrovia. A linha de Cascais será a primeira a avançar com uma subconcessão, salvaguardando o interesse público.
O governo tinha já pedido um estudo à CP, avança agora com a medida numa intervenção em que procurou mostrar que o PSD não pensa no curto prazo, mas sim no futuro, e em que aproveitou para puxar pelo orgulho nacional, ao lançar também as comemorações dos 900 anos de Portugal, com sede em Guimarães. Jornalista Miguel Viterbo Dias com os destaques da intervenção de Luís Montenegro, a nova direção nacional do PSD, que integra nomes como Pedro Duarte ou Carlos Moedas e ainda Sebastião Bugalho, que será o novo porta-voz do partido. E o Partido Socialista diz que o Congresso do PSD não traz nada de novo e que o país não está melhor passados dois anos de Luís Montenegro.
Já o Chega considera que o primeiro-ministro está alheado da realidade. São críticas à esquerda e à direita por parte dos partidos convidados ao Congresso Social-Democrata em Anadia, tal como aconteceu ao longo do dia de sábado, também as reações dos partidos se focaram no rescaldo do chumbo da proposta para a revisão da Lei do Trabalho. Vasco Maldonado Correia.
Depois de um congresso repensado à última hora para reagir ao chumbo da reforma laboral e contra-atacar Chega e PS, o socialista Marcos Perestrelo preferia que o governo tivesse outras prioridades. Eu julgo que o primeiro-ministro tem que se preocupar em governar o país e não tanto em fazer oposição à oposição. Diz que o Congresso é a imagem do executivo e de um país paralisado.
Estamos há dois anos com o governo em funções, em que aquilo que vimos aqui hoje foi o primeiro-ministro a falar. Tem falado muito nos últimos dois anos, mas infelizmente tem feito muito pouco e a vida dos portugueses hoje não está melhor. O lema do Congresso é Portugal Maior.
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