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Mark Zuckerberg está insatisfeito com progresso de agentes de IA da Meta

Mark Zuckerberg é fundador e CEO da Meta (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog) Resumo O CEO da Meta, Mark Zuckerberg, expressou insatisfação com o progresso da empresa no

Mark Zuckerberg está insatisfeito com progresso de agentes de IA da Meta
Arte com a logomarca da Meta à esquerda e o rosto de Mark Zuckerberg à direita. Na parte inferior direita está a logomarca do Tecnoblog.
Mark Zuckerberg é fundador e CEO da Meta (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • O CEO da Meta, Mark Zuckerberg, expressou insatisfação com o progresso da empresa no desenvolvimento de agentes de inteligência artificial, afirmando que não está ocorrendo tão rápido quanto esperado.
  • A reestruturação da Meta, que incluiu o encerramento de cerca de 8 mil postos de trabalho e a realocação de 7 mil funcionários para cargos ligados à IA, não deu os frutos esperados, segundo o executivo.
  • O CEO espera benefícios mais significativos dos investimentos em IA nos próximos três a seis meses.

Em uma reunião com todos os funcionários, Mark Zuckerberg, CEO da Meta, disse que o progresso da empresa no desenvolvimento de agentes de inteligência artificial não tem sido tão rápido quanto ele esperava.

A declaração consta em uma gravação obtida pela agência Reuters. Para o executivo, a demora tem relação com a reestruturação da companhia, que também não o agradou por não ter sido “limpa” o suficiente.

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Qual foi o problema com os agentes de IA da Meta?

Ilustração com a marca da Meta e o avatar de Mark Zuckerberg
Meta quer se manter competitiva na era da IA (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

No encontro, Zuckerberg disse que a “trajetória do desenvolvimento de agentes nos últimos quatro meses não acelerou” da maneira como as lideranças esperavam. Leia também: Samsung e Itaú encerram cartão de crédito após cinco anos

O CEO contou que, durante conversas realizadas entre janeiro e fevereiro, os executivos estavam otimistas com ferramentas como o Claude Code e previram que isso se traduziria em um progresso mais rápido nos próprios produtos da Meta. Só que isso não aconteceu.

Zuckerberg também disse aos empregados que espera benefícios mais significativos vindos dos investimentos em IA nos próximos três a seis meses.

O que deu errado na reestruturação da empresa?

As conversas realizadas entre janeiro e fevereiro tinham como objetivo reestruturar a Meta a uma nova realidade no mercado de tecnologia. Zuckerberg relatou que havia medo de que a companhia não estivesse se mexendo no ritmo necessário para se adaptar.

A reestruturação aconteceu em maio, com cerca de 8 mil postos de trabalho encerrados e cerca de 7 mil funcionários realocados para cargos ligados ao desenvolvimento de IA. Mais de tecnologia

O processo, porém, não foi tão “limpo” quanto poderia ter sido. Zuckerberg considera que os executivos cometeram erros ao escolher o momento das mudanças, sem entrar em detalhes sobre quais teriam sido esses equívocos. Ele afirma que, por isso, a aposta na reestruturação ainda não deu frutos. Leia também: Instagram permitiu anúncios de material de abuso infantil, diz investigação

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Escrito

Giovanni Santa Rosa

Giovanni Santa Rosa

Repórter

Giovanni Santa Rosa é formado em jornalismo pela ECA-USP e cobre ciência e tecnologia desde 2012. Foi editor-assistente do Gizmodo Brasil e escreveu para o UOL Tilt e para o Jornal da USP. Cobriu o Snapdragon Tech Summit, em Maui (EUA), o Fórum Internacional de Software Livre, em Porto Alegre (RS), e a Campus Party, em São Paulo (SP). Atualmente, é autor no Tecnoblog.

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