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Mário Frias diz ao STF que emendas para ONG não foram para ‘Dark Horse’

A resposta ocorreu em uma apuração preliminar aberta por determinação do ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal, sobre emendas parlamentares enviadas por

Mário Frias diz ao STF que emendas para ONG não foram para ‘Dark Horse’
Mario Frias (PL-SP), deputado federal e ex-secretário nacional da Cultura (Foto: Marcelo Casal Jr./Agência Brasil)
Mario Frias (PL-SP), deputado federal e ex-secretário nacional da Cultura (Foto: Marcelo Casal Jr./Agência Brasil)

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O deputado federal Mário Frias (PL-SP) negou ao Supremo Tribunal Federal (STF) que as emendas repassadas por ele a uma ONG ligada à produtora do filme sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro tenham sido direcionadas para a realização de “Dark Horse”.

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A resposta ocorreu em uma apuração preliminar aberta por determinação do ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal, sobre emendas parlamentares enviadas por deputados bolsonaristas para a ONG. Além de Frias, também enviaram recursos os deputados Bia Kicis (PL-DF) e Marcos Pollon (PL-MT) prestassem informações sobre os repasses. Frias pediu o arquivamento do caso. Leia também: Se governo não agisse nos combustíveis, BC poderia elevar juros, diz secretária

Os três parlamentares destinaram, ao todo, R$ 2,6 milhões em emendas Pix em 2024 a uma ONG presidida pela sócia da produtora que fez o filme “Dark Horse”, que conta a história de Bolsonaro.

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A apuração foi aberta a partir de uma representação apresentada pela deputada Tabata Amaral (`PSB-SP).

“A denunciante sustenta, em sua petição, que os recursos públicos das emendas parlamentares do Deputado Mário Frias teriam sido “triangulados” para financiar a produção do filme privado “Dark Horse”, cinebiografia do ex-Presidente Jair Messias Bolsonaro. Tal afirmação é absolutamente falsa, desprovida de qualquer lastro probatório e difamatória”, diz o ofício assinado pelos advogados de Frias. Mais de economia

A manifestação afirma que o deputado repassou R$ 1 milhão em recursos e diz que a Consultoria de Orçamento e Fiscalização Financeira da Câmara dos Deputados atestou a validade da destinação. De acordo com o Frias, o valor para o Instituto Conhecer Brasil (ICB) foram direcionados a projetos de “inclusão digital, letramento e empreendedorismo e esportes para crianças e jovens em situação de vulnerabilidade social”.

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“Não há, nos Autos, uma única prova sequer de que esses recursos tenham sido desviados para qualquer produção cinematográfica. A alegação é puramente especulativa e baseada em uma suposta associação ilícita entre pessoas jurídicas que, segundo a denunciante, “compartilham endereço” — argumento frágil, insuficiente e juridicamente irrelevante para sustentar qualquer irregularidade”, diz a defesa na manifestação.

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