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‘Mais um resmungo’, diz Cármen Lúcia sobre novos questionamentos às urnas

‘Mais um resmungo’, diz Cármen Lúcia sobre novos questionamentos às urnas eletrônicas Cármen Lúcia lembrou que foi duas vezes presidente do Tribunal Superior Eleitoral

‘Mais um resmungo’, diz Cármen Lúcia sobre novos questionamentos às urnas
‘Mais um resmungo’, diz Cármen Lúcia sobre novos questionamentos às urnas eletrônicas
Cármen Lúcia lembrou que foi duas vezes presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e que tem "absoluta certeza" da "segurança, higidez e transparência" do processo
Rio de Janeiro (RJ), 29/11/2025 – A ministra do STF Carmen Lúcia fala sobre literatura e democracia na Festa Literária da Casa de Rui Barbosa. Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil
Rio de Janeiro (RJ), 29/11/2025 – A ministra do STF Carmen Lúcia fala sobre literatura e democracia na Festa Literária da Casa de Rui Barbosa. Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil

A ministra do Supremo Tribunal Federal, Cármen Lúcia, disse nesta quinta-feira, 23, que a nova onda de questionamentos sobre a lisura das urnas eletrônicas é apenas um “resmungo” e uma “arenga” e que terá menos repercussão entre os eleitores do que em 2022.

A declaração da ministra ocorreu durante a Feira Literária Internacional de Paraty (Flip). Ela não mencionou diretamente o senador e pré-candidato a presidente Flávio Bolsonaro (PL), que recentemente repetiu a conduta de seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e questionou a segurança das urnas eletrônicas durante reunião com embaixadores.

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Cármen Lúcia lembrou que foi duas vezes presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e que tem “absoluta certeza” da “segurança, higidez e transparência” sobre o processo eleitoral e a urna eletrônica. Leia também: Kassab: ‘Nosso apoio é incondicional’ após dúvida de Tarcísio sobre convenção

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“Esse questionamento que agora, não tem, espero, a força de que chegou a ter em um determinado processo, principalmente entre 2021 e 2022, é apenas mais um resmungo, uma arenga”, disse ela ao ser questionada sobre o assunto.

Segundo a ministra, o “povo brasileiro aceitou” as urnas eletrônicas. “Tanto que em todo lugar a pessoa fala ‘nossa urna’, ‘minha urna’, porque realmente é uma coisa feita, até no seu aperfeiçoamento, de acordo com o que o povo demanda”, disse a magistrada, citando aperfeiçoamentos para que pessoas com deficiência auditiva e visual possam votar de maneira mais segura.

Na reunião com embaixadores, Flávio afirmou que há um relatório da CIA apontando suspeitas sobre o sistema de votação eletrônico da Venezuela e sugeriu que o caso teria relação com o modelo brasileiro. Também declarou que as urnas utilizadas nas eleições no País teriam a mesma origem das produzidas pela empresa venezuelana Smartmatic. Mais de economia

De acordo com o TSE, as urnas eletrônicas brasileiras são desenvolvidas e utilizadas sob responsabilidade da Justiça Eleitoral, sem qualquer vínculo com a Smartmatic.

O assunto também foi repercutido pelo ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL) e os deputados federais Gustavo Gayer (PL-GO) e Júlia Zanatta (PL-SC). Leia também: Flávio Bolsonaro diz que é perseguido por representar uma ‘ameaça ao sistema’

O PT entrou com uma ação no TSE pedindo que as publicações sejam retiradas do ar e que cada um deles, incluindo Flávio, pague multa de R$ 30 mil.

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