A lua nova proporciona noites escuras ideais para observação de fenômenos astronômicos, destacando o brilho da Via Láctea e o alinhamento de planetas no céu noturno.
O fenômeno ocorre quando o satélite natural da Terra se posiciona entre o planeta e o Sol, eliminando a interferência lunar e permitindo a visualização de astros distantes e nebulosas.
Leia no AINotícia: Resumo da Semana: Entretenimento em Foco Global
Vênus brilha intensamente após o pôr do sol, cerca de 20 graus acima do horizonte oeste, enquanto Júpiter se destaca na mesma região, possibilitando a observação de seus quatro maiores satélites naturais com instrumentos ópticos.
Os satélites galileianos — Io, Europa, Ganimedes e Calisto — foram descobertos no século XVII e são visíveis mesmo com telescópios amadores. Leia também: tino marcos saiu da globo
Saturno e Marte aparecem no horizonte leste antes do amanhecer, em configuração simétrica, com Saturno acima e Marte logo abaixo.
Acima de Leo, a constelação de Leo Minor, criada pelo astrônomo polonês Johannes Hevelius em 1690, completa o cenário, enquanto a constelação de Lynx, no quadrante noroeste, se revela em noites sem interferência lunar.
Entre a meia-noite e a madrugada, o núcleo brilhante da Via Láctea se torna visível no horizonte sudeste, facilitando a identificação do Triângulo de Verão, composto pelas estrelas Altair, Vega e Deneb.
A escuridão proporcionada pela lua nova permite ainda a observação de detalhes da poeira interestelar que compõe a galáxia, oferecendo uma experiência única para entusiastas e astrônomos. Mais de entretenimento
O avanço de aplicativos de astronomia tem democratizado o acesso ao conhecimento do cosmos, com ferramentas de mapeamento estelar e busca por locais com baixa poluição luminosa ampliando as possibilidades de observação.
Leia mais sobre o assunto na space.com. Leia também: campeonato brasileiro de futebol
Redação
Mais matérias deste colunistaPróxima matéria
Hamas confirma assassinato de líder militar em ataque israelense em Gaza
16/05/2026 - 22:42
