Hani M. M. Alghoul e a esposa Eitemad ficaram na área restrita do aeroporto desde o dia 16 de abril com o filho de 1 ano e meio. Segundo advogado do casal, não foi apresentada justificativa formal pelas autoridades brasileiras sobre o impedimento de entrar no país.
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A Justiça Federal de Guarulhos concedeu na noite desta quarta-feira (22) liminar em habeas corpus para determinar a entrada imediata no Brasil da família palestina que estava retida no Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos, desde o dia 16 de abril. Leia também: Como polícia desmascarou assassino brasileiro que ficou foragido no Paraguai por décadas
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De acordo com o advogado Willian Fernandes, responsável pelo caso, Hani M. M. Alghoul e a esposa Eitemad M.A. Alqassass Suhayla, além do filho de 1 ano e meio, já tinham pedido refúgio no Brasil e vstavam com istos válidos de turismo. Porém, a entrada não foi permitida sem justificativa oficial.
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Na ação, a defesa alegou constrangimento ilegal, destacando a situação de vulnerabilidade, incluindo a mulher estar grávida com problemas de saúde e uma criança pequena, além do contexto de guerra na região de origem.
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Na decisão, o juiz considerou que o impedimento de entrada foi ilegal por falta de fundamentação adequada, já que a autoridade não apresentou motivos concretos para a restrição. Leia também: O exercício físico simples que pode ajudar a melhorar a memória Mais de noticia
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