Carlos Prates manda recado sobre corrida pelo título dos meio-médios do UFC
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O time mata e se mata por ele. É uma equipe que morde, corre demais pelo Messi. E ele caminha pelo campo, passeia, desfila e sabe sempre exatamente o que vai acontecer. Se é a hora que ele tem que acelerar, chegar na área, se apresentar, driblar ou continuar assistindo aos mortais jogando bola. Ele sabe exatamente o que tem que fazer o tempo todo. Julio Gomes
Julio contou que estava no estádio, em Dallas, na vitória da Argentina sobre a Áustria que marcou o recorde de Messi. O colunista disse que a comparação entre Messi e Diego Maradona já perdeu sentido para ele. Na visão dele, a carreira do camisa 10 pede outra régua.
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Para mim, sinceramente, a discussão Messi-Maradona já é descabida há algum tempo. A carreira, o Messi tem que ser comparado com o Pelé. Temos que esperar o Messi se aposentar e olhar para o quadro inteiro, já pintado. Julio Gomes
Para reforçar o simbolismo do momento, ele lembrou a coincidência de datas com o jogo mais marcante para os argentinos em Copas, quando Maradona decidiu contra a Inglaterra em 1986, em meio ao peso da Guerra das Malvinas.
No dia 22 de junho, 40 anos atrás, o Maradona fez aqueles dois gols contra a Inglaterra. Aquele é, sem dúvida, o jogo mais importante da história das Copas para o argentino. E hoje o Messi faz dois gols que lhe colocam como o maior artilheiro da história dos mundiais. Julio Gomes Mais de esporte
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