← Esporte
Esporte

jogo brasil e japão

Contra os japoneses, ele tenta quebrar um tabu neste Mundial

jogo brasil e japão

Contra os japoneses, ele tenta quebrar um tabu neste Mundial. O Japão foi vazado três vezes: todas pelo seu lado esquerdo, ou seja, do lado oposto de onde Vini joga. Ou seja, a partida pode ser interessante para Rayan, que foi o último a ganhar lugar no time com a lesão de Raphinha.

A grande mudança estrutural, no entanto, aconteceu já às vésperas da Copa. Depois da atuação abaixo do esperado contra o Panamá, quando o Brasil perdeu o controle do setor central no penúltimo teste antes da Copa, Ancelotti ouviu lideranças do elenco e aceitou abandonar a estrutura que havia defendido desde sua chegada. Pela primeira vez, adotou um sistema com três meio campistas e testou no amistoso contra o Egito, o último antes da estreia.

Leia no AINotícia: Copa do Mundo: Marquinhos rebate atacante japonês e cita Botafogo vs. PSG Leia também: Fenômeno Chinês Domina Arena e Bate Recorde Mundial com Prêmio de US$ 500 Mil

Lucas Paquetá ganhou espaço como terceiro homem do setor e Igor Thiago apareceu como centroavante de área. A experiência, porém, durou pouco. A atuação contra Marrocos preocupou a comissão técnica e causou desconforto dentro do próprio vestiário.

Assista aos jogos da Copa ao vivo no SBT pelo UOL Play. Assine agora a partir de R$ 14,90/mês

A resposta veio rapidamente. Paquetá passou a atuar mais pelo lado esquerdo, Matheus Cunha retomou a vaga no ataque, Danilo assumiu definitivamente a lateral e o Brasil encontrou uma configuração mais equilibrada. Com Bruno Guimarães aberto pela direita do meio e Paquetá pela esquerda, Douglas passou a ter mais liberdade para atacar e o resultado foram boas vitórias contra Haiti e Escócia, apesar de em ambas o comando admitir que ainda precisava ver evolução.

Eles terão papel fundamental na partida desta segunda. O Japão cria menos, mas é extremamente vertical quando recupera a posse. A preocupação da comissão técnica é impedir que os contra ataques encontrem espaços antes que a linha defensiva brasileira consiga se reorganizar. Mais de esporte

As duas seleções marcaram sete gols na fase de grupos, média de 2,3 por partida, mas chegaram ao mesmo número de maneiras completamente diferentes. O Brasil precisou de 41 finalizações para marcar sete vezes, enquanto o Japão fez os mesmos sete gols com apenas 28 chutes. A taxa de conversão brasileira é de aproximadamente 17%, contra cerca de 25% dos japoneses. Leia também: Show do Milhão: Participante chega a R$ 500 mil e enfrenta reviravolta chocante

A equipe de Ancelotti finaliza muito mais. São 13,7 chutes por jogo contra 9,3 do Japão. Também acerta o alvo quase o dobro de vezes, com média de 6,3 finalizações no gol por partida, diante de 3,3 dos asiáticos.

O perfil ofensivo também muda. O Brasil constrói a maioria de suas oportunidades dentro da área, com média de dez finalizações por jogo em posições próximas ao gol. O Japão chega apenas a cinco. Em compensação, quase metade das conclusões japonesas acontece de fora da área, enquanto a seleção brasileira recorre muito menos aos chutes de longa distância.

Comunicar erro
Deixe seu comentário

Deixe seu comentário

Esporte

Fenômeno Chinês Domina Arena e Bate Recorde Mundial com Prêmio de US$ 500 Mil

Ler matéria →

Leia também