virginia e vini jr voltaram: o impacto imediato para a temporada
Ler matéria →Esta transcrição foi gerada automaticamente por Inteligência Artificial e pode conter erros ou imprecisões. Dois gigantes sobreviveram após 120 minutos de puro sofrimento: a Inglaterra, de Jude Bellingham, e a Argentina, de Lionel Messi, deixaram a Noruega e a Suíça pelo caminho, já têm encontro marcado nas meias-finais. Mas não se joga apenas nos relvados, por cá o mercado de transferências começa a ferver e há um nome que promete agitar a rivalidade da segunda circular: João Palhinha.
Existe a possibilidade do ex-Leão poder estar a caminho da Luz, a pedido de Marco Silva. São temas para falarmos nesta edição de " E o Campeão É".
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Repetimos a tripla de sábado com o João Pinto, o Luís Pinto Coelho e também o Pedro Henriques. Eu sou o João Costa e Silva. Mundial de 2026 já com as meias-finais definidas.
França que defronta a Espanha e agora Inglaterra e Argentina. Antes de irmos à análise do jogo com o João Pinto e o Luís Pinto Coelho, que de certeza também têm considerações a fazer quanto à arbitragem, vou começar por ti, Pedro Henriques. Muito bom dia.
Há lances polêmicos nos dois jogos, até um bate-boca, podemos dizer assim, um bocadinho intenso entre Lionel Messi e João Pinheiro, que arbitrou este jogo entre a Suíça e a Argentina. O que tens a dizer sobre esses lances, que também estão a correr muita tinta nas redes sociais, e perguntar também se, no teu entender, passaram as seleções mais fortes e aquelas que mais mereciam para estas meias-finais. Bom dia, vou tentar ser o mais calmo e tranquilo para analisar tudo o que vai nas redes sociais. Leia também: figueirense x volta redonda: o impacto imediato para a temporada
Vê lá, senão só apta a tensão. Se eu fosse dizer aquilo que me vai na alma, sei lá. Nós precisamos de tempo, precisamos de tempo para a bola.
Não, mas o problema é que a bola agora perdeu o impacto, perdeu o interesse, o 4-3-3 e o 4-4-2 parece que de repente já não têm importância, que era o que devia ter importância. E as redes sociais e as próprias comunicações sociais em termos de televisão destas transmissões, neste momento focam-se na questão da arbitragem. E o mais grave disto é que focam-se a tentar ter polêmica em situações em que o árbitro e o VAR estiveram bem na aplicação, por exemplo, dos protocolos de alterações das leis.
Portanto, nós estamos claramente, e há um bocadinho de "mandei este poste", porque vivemos tempos difíceis em que o certo precisa de se calar para que o imbecil não se ofenda. E é exatamente isto que está a acontecer. E quando esse mau exemplo vem de uma personalidade como a do presidente da América, como é o caso do senhor Trump, que foi falar daquele lance da expulsão, que nem falta era, como é que alguém que nem sabe quantas leis tem o jogo de futebol pode dizer que aquilo não é falta?
Já não estou a falar da questão do vermelho, que nem sequer é falta. E estes são os tempos em que estas mensagens passam, estas pessoas julgam que têm a certeza do que estão a dizer e que estão a ser corretas e quem sabe, quem está por dentro, tem que se calar, porque efetivamente, mesmo com o livro das leis, com tudo, não há qualquer hipótese. Termino com isto para dizer que, em relação ao lance, já tinha me acontecido isto este ano com o jogo entre os Estados Unidos e a Croácia, não tem a ver com simulações.
Deixem de escrever nas redes sociais que agora a simulação entra no protocolo VAR. Não entra. O que entra é o alargamento do conceito de troca de identidade. Mais de esporte
Há um jogador que é punido e que leva um cartão amarelo, e neste caso foi o Paredes. Viu o cartão amarelo errado porque ele não fez falta e nesta circunstância, quem fez a falta e grosseira, que foi simulação, foi o Embolo. É ele que tem que levar o cartão amarelo e por isso o VAR intervém.
Aplicação corretíssima do alargamento do conceito de troca de identidade. Agora, se concordamos ou não concordamos com a lei, é uma coisa. Não venham dizer que o polícia está errado quando multa alguém que passa o sinal vermelho, porque é isso que está na lei.
Agora, se querem que passe o sinal vermelho, tudo ok, mudem a lei. E já agora, para acrescentar, em relação também ao jogo da Noruega, que tivemos mais um tratado nas nossas transmissões televisivas. Não sabem o protocolo, não sabem das alterações. Leia também: virginia e vini jr voltaram: o impacto imediato para a temporada
Não falem, cinjam-se ao 4-3-3, 4-4-2 e pelo menos tentem se informar. Estamos a falar de televisões portuguesas, que até têm colegas meus a trabalhar com eles. Liguem-lhes, ponham-lhes a mensagem, façam o que faz a televisão espanhola com duas árbitras que estão no backstage e que vão dando informações para quem está lá, para que possam passar uma boa informação.
E agora há uma alteração no protocolo VAR para a nova EP que diz: se houver uma bola parada, como uma finalização, um canto ou um pontapé livre, e se houver uma falta, mesmo com o jogo parado, como foi aquele do Haaland, que tirou o adversário do caminho, mandando-o para o chão, e se isso tiver impacto no desenrolar da jogada, o VAR tem que intervir, anular o gol, neste caso, ou se fosse uma situação de pontapé de penal, seria a mesma coisa, e recomeçar o jogo com a mesma circunstância, que neste caso é o pontapé de canto. Por quê?
Porque a infração ocorreu antes. Não concordam com esta alteração? Tudo bem.
Agora não digam que a equipa de arbitragem ou o VAR estiveram mal quando acertaram exatamente no protocolo. Só mais esta. A câmera spider, que está no ar, não viu nada com a bola.
Há um sensor na bola. Deixam lá essas imagens de dizer que está a ver. Não é isso.


