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Japão quebra uma linha vermelha do pós-guerra e aumenta tensão militar com a China O Japão realizou um movimento militar inédito desde o fim da Segunda Guerra Mundial e

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Japão quebra uma linha vermelha do pós-guerra e aumenta tensão militar com a China O Japão realizou um movimento militar inédito desde o fim da Segunda Guerra Mundial e a China respondeu imediatamente com uma demonstração de força a envolver mísseis supersónicos. O episódio está a ser visto como mais um sinal da crescente tensão geopolítica na região Ásia-Pacífico.

Segundo informações, forças japonesas dispararam pela primeira vez no estrangeiro um míssil antinavio Type 88 durante exercícios militares realizados nas Filipinas. O lançamento aconteceu no âmbito de manobras conjuntas com os Estados Unidos e aliados regionais. Para muitos analistas, o simbolismo do gesto ultrapassa largamente a vertente técnica ou operacional.

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Desde 1945 que o Japão mantinha uma postura militar extremamente limitada, consequência direta da sua constituição pacifista criada após a derrota na Segunda Guerra Mundial. China acusa Japão de “remilitarização” A resposta chinesa não demorou.

Pequim interpretou o exercício como um sinal claro de “remilitarização” japonesa e reforçou a sua presença militar na região com demonstrações envolvendo armamento supersónico e sistemas de longo alcance. Nos últimos meses, a China já tinha vindo a exibir novas capacidades militares, incluindo mísseis hipersónicos antinavio como os YJ-17 e outros sistemas capazes de atingir alvos marítimos a velocidades extremamente elevadas. Pequim considera que o reposicionamento militar japonês ameaça o equilíbrio regional, sobretudo porque ocorre num contexto de crescente disputa em torno de Taiwan e do Mar da China Meridional.

O fim gradual da doutrina pacifista japonesa O lançamento do míssil nas Filipinas surge numa altura em que Tóquio está a alterar profundamente a sua estratégia de defesa. Nos últimos anos, o país aumentou o orçamento militar, autorizou exportações de armamento e começou a desenvolver capacidades de “contra-ataque”, algo praticamente impensável durante décadas. Leia também: blue ivy

Entre os sistemas recentemente introduzidos encontram-se mísseis Type 12 de longo alcance e armas hipersónicas destinadas à defesa de ilhas remotas. Algumas destas armas poderão atingir alvos a mais de mil quilómetros de distância.

O governo japonês justifica esta mudança com o agravamento do ambiente de segurança na região, apontando diretamente para o crescimento militar chinês, os testes balísticos da Coreia do Norte e a instabilidade no Indo-Pacífico. Fantasmas históricos continuam vivos na Ásia A reação chinesa também está ligada ao peso histórico da ocupação japonesa durante a primeira metade do século XX.

A memória da invasão japonesa da China e da Segunda Guerra Sino-Japonesa continua profundamente enraizada no discurso político chinês. Qualquer reforço militar do Japão tende, por isso, a ser observado em Pequim através de uma lente histórica particularmente sensível. Embora o Japão continue oficialmente comprometido com princípios defensivos, os recentes desenvolvimentos mostram uma mudança clara na postura estratégica do país.

Para muitos especialistas, a região entrou numa nova fase de corrida militar tecnológica, onde mísseis hipersónicos, sistemas antinavio e capacidades de projeção regional passam a desempenhar um papel central. Mas está tudo maluco, ou é impressão minha? Está literalmente tudo maluco, não é impressão tua.

É um acelerar para o precipício, e cada vez mais rápido. Guerras, políticos dementes e psicopatas, crise financeira a chegar, AI, despedimentos em massa, crise na habitação, crise nos combustíveis, inflação… Ah e agora um vírus novo tipo covid. Mais de noticia

Lol vamos todos com o c…… A lideranca de homens fracos, a perda de poder economico e influencia global por parte mundo ocidental em queda drastica esta a originar estas situacoes. Japoneses: como dizem os vossos “amigos” imperialistas, não há duas sem três.

Mesmo se a terceira vier de outro campo e com 80 e tal anos de intervalo. Portanto, tenham mas é juizinho. Banzaaaiiiii !!!

🙂 Os políticos são pragmáticos: como o fim do planeta terra está cada vez mais próximo (seja pela colisão de um meteorito de grandes dimensões… ou seja pela conversão do nosso Sol numa Gigante Vermelha…) porque não abreviar no tempo o inevitável ? O destino da Terra durante a fase de Gigante Vermelha do Sol (daqui a cerca de 5 a 7 mil milhões de anos) é um cenário dramático e ainda debatido pelos astrónomos. Leia também: novela tres graças

Aqui está o que provavelmente acontecerá: (1) Evaporação dos Oceanos: Muito antes de o Sol se expandir totalmente, o aumento do brilho solar tornará a Terra tão quente que os oceanos ferverão e a atmosfera será perdida.

A vida deixará de ser possível daqui a cerca de 1 a 2 mil milhões de anos. (2) Expansão Solar: Quando o Sol se tornar uma Gigante Vermelha, o seu raio aumentará cerca de 200 vezes.

Ele engolirá certamente Mercúrio e Vénus. (3) O Dilema da Terra: ◦

Engolida: O Sol expandir-se-á até à órbita atual da Terra. Se isso acontecer, o nosso planeta será vaporizado em poucos dias devido à fricção com os gases solares.

◦ Empurrada: À medida que envelhece, o Sol perde massa através de ventos solares fortes.

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