Candidato da direita vence eleição na Colômbia, aponta apuração preliminar
Ler matéria →Mundo Delegação do Irã deixa o local de negociações após ameaça de Trump O presidente dos EUA havia ameaçado a república islâmica com novos ataques
A delegação do Irã abandonou neste domingo 21 o local onde negociava com os Estados Unidos o fim da guerra no Oriente Médio, informou a agência estatal iraniana Irna, após o presidente Donald Trump ameaçar a república islâmica com novos ataques. Segundo a agência, as conversas, mediadas por Paquistão e Catar, “entraram em uma fase difícil após 80 minutos de discussões e uma interrupção, devido a uma mensagem ofensiva publicada pelo presidente dos Estados Unidos”. Uma fonte com conhecimento das conversas afirmou à AFP que “a delegação iraniana permanece comprometida com as negociações e não comunicou aos mediadores nenhuma intenção de se retirar delas”.
Leia no AINotícia: Notícias do dia: panorama geral
Em sua plataforma, Truth Social, Trump pediu que Teerã impeça que seus aliados no Líbano “causem problemas”, e ameaçou retomar os ataques contra o Irã caso isso não aconteça. O Irã aconselhou os Estados Unidos a “medir suas palavras”, uma amostra da tensão em torno do começo das negociações que buscam concluir na Suíça um memorando de entendimento para encerrar a guerra no Oriente Médio. A primeira cláusula do protocolo de acordo assinado na semana passada pelos presidentes de Estados Unidos e Irã estabelece que os dois países se comprometem “a se abster de ameaças ou do uso da força entre si”. Leia também: Notícias: Eleições, Futebol e Justiça em Destaque
A troca de advertências ocorreu logo após o início das negociações entre representantes norte-americanos e iranianos em um hotel nos Alpes suíços. A delegação dos Estados Unidos é liderada pelo vice-presidente do país, JD Vance, e a iraniana, pelo presidente do Parlamento, Mohammad Baqer Qalibaf. Os participantes esperam que as discussões levem, em um prazo prorrogável de 60 dias, a um acordo final que encerre a guerra no Oriente Médio, uma hostilidade que já deixou milhares de mortos e afetou a economia mundial.
O vice-presidente norte-americano descreveu o encontro como histórico e expressou esperança de “virar a página e transformar” a relação de seu país com o povo iraniano. Líbano As negociações começaram em meio a confrontos no Líbano entre Israel e o movimento islamita pró-Irã Hezbollah, apesar de o memorando de entendimento prever o fim das hostilidades em todas as frentes.
Em retaliação, o Irã anunciou o fechamento do Estreito de Ormuz. Trinta pessoas morreram ontem no leste e no sul do território libanês. O porta-voz da chancelaria iraniana, Esmaeil Baqaei, advertiu que não será possível selar nenhum acordo com Washington se as hostilidades não cessarem no Líbano.
O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, reiterou neste domingo que seu exército permanecerá no sul do Líbano pelo “tempo que for necessário”, enquanto o chefe do Hezbollah, Naim Qasem, rejeitou a criação de uma zona de segurança israelense no sul libanês. Mais otimista, o vice-presidente norte-americano disse hoje que havia observado “progressos consideráveis” nos últimos dias “para garantir que o cessar-fogo seja mantido no Líbano”. Mais de noticia
Segundo o balanço mais recente do Ministério da Saúde libanês, as operações israelenses mataram 4.106 pessoas desde 2 de março. No mesmo período, o Exército israelense reportou a morte de 36 militares. Em um sinal de distensão, Israel anunciou na noite deste domingo que vai levantar a partir de amanhã as restrições a aglomerações impostas no norte do país, perto da fronteira com o Líbano.
Apoie o jornalismo que chama as coisas pelo nome Muita gente esqueceu o que escreveu, disse ou defendeu. Nós não. Leia também: Eleições na Colômbia: Espriella lidera apuração preliminar
O compromisso de CartaCapital com os princípios do bom jornalismo permanece o mesmo. O combate à desigualdade nos importa. A denúncia das injustiças importa.
Importa uma democracia digna do nome. Importa o apego à verdade factual e a honestidade. Estamos aqui, há mais de 30 anos, porque nos importamos.
Como nossos fiéis leitores, CartaCapital segue atenta. Se o bom jornalismo também importa para você, nos ajude a seguir lutando. Assine a edição semanal de CartaCapital ou contribua com o quanto puder.
Leia também no AINotícia
- Candidato da direita vence eleição na Colômbia, aponta apuração preliminarNoticia · agora
- Eleições na Colômbia: Espriella lidera apuração preliminarNoticia · 1h atrás
- Mila Kunis e Ashton Kutcher: Primeiro beijo foi no set; hoje casadosNoticia · 3h atrás
- Eleições na Colômbia ganha destaque após novo desdobramento em candidatoNoticia · 4h atrás


/https://i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/X/1/4oNAU2SHGCWB7hc4yi9Q/2026-06-21t144324z-1091814064-rc2dyla300am-rtrmadp-3-colombia-election.jpg)