Neymar fará novo exame e Ancelotti prevê retorno aos treinos da Seleção
Ler matéria →A classificação do Iran para a FIFA World Cup, em março passado, trouxe um cenário de tensões sem precedentes. A seleção masculina não esperava que sua participação no torneio dependesse da concessão de vistos de última hora pelos anfitriões, os United States. Os torcedores iranianos, ansiosos por apoiar o Team Melli, também foram surpreendidos com a proibição de entrada no US. Leia também: Goleiro Vozinha de Cabo Verde vira meme após derrota para Uruguai na Copa do Mundo
A polêmica dos vistos remonta a junho do ano anterior, quando President Donald Trump assinou uma ordem executiva suspendendo a emissão de vistos para diversos países, entre eles o Iran, que o US classificou como um “estado patrocinador do terrorismo”.
No entanto, o mais inesperado para os iranianos foi que a nação anfitriã do maior evento esportivo do mundo lançaria uma guerra contra seu país meses antes do início do torneio. Para a equipe de Amir Ghalenoei, a guerra conjunta US-Israel foi além de um obstáculo nos planos de preparação para a World Cup; foi uma realidade tangível e pessoal, com milhares de mortos por ataques de mísseis em todo o país. O US chegou a bombardear o Azadi Stadium, palco de várias partidas locais e centro de treinamento da seleção nacional. Leia também: Esporte: Panorama Semanal da Copa do Mundo e Futebol Nacional Mais de esporte
A gravidade da situação foi simbolizada pela própria seleção masculina, que carregava pequenas mochilas em memória dos estudantes massacrados em um ataque do US a uma escola em Minab, no dia em que a guerra começou. Em um gesto impactante, Iran’s Milad Mohammadi, Hossein Kanaani, Shoja Khalilzadeh, Alireza Beiranvand e Mehdi Taremi exibiram mochilas escolares em memória das vítimas do bombardeio à escola feminina em Minab, Iran, enquanto se alinhavam com os oficiais da partida e os jogadores nigerianos antes do amistoso no Mardan Sports Complex, em Antalya, Turkiye, em 27 de março de 2026.







