André Mendonça, ministro do STF — Foto: Reprodução No pano de fundo da discussão sobre uma eventual homologação da delação de Daniel Vorcaro pelo ministro André Mendonça, investigadores ouvidos pelo blog avaliam que o entorno do banqueiro e a rede de apoio construída por ele dentro do sistema atuam, neste momento, para tentar esvaziar o papel do relator no processo. Leia também: Medo da violência altera a rotina de 57% dos brasileiros e afeta mais mulheres
Segundo essas fontes, há a percepção de uma estratégia para reduzir o protagonismo de Mendonça e, em último caso, levar a discussão à Segunda Turma do STF caso o ministro rejeite homologar a delação. Hoje, o colegiado é composto por Gilmar Mendes, que preside a turma, Dias Toffoli, Luiz Fux, Nunes Marques e o próprio André Mendonça. Reservadamente, integrantes da investigação comparam o movimento ao ambiente que se formou no período pós-Lava Jato, quando decisões passaram a ser contestadas também no terreno político e institucional.
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A avaliação é de que o caso já ultrapassou a esfera exclusivamente jurídica e passou a envolver disputa de narrativa, pressão institucional e tentativas de influência sobre os rumos da investigação. Leia também: Presidência do Senado: eleição será só em 2027, mas já movimenta articulações Mais de politica
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