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Inverno 2026 volta ao centro do debate na temporada

O inverno de 2026 se inicia às 5h24, de 21 de junho, dia e hora do solstício de inverno, e se estende até às 21h05 de 22 de setembro, dia e hora do equinócio da

Inverno 2026 volta ao centro do debate na temporada

O inverno de 2026 se inicia às 5h24, de 21 de junho, dia e hora do solstício de inverno, e se estende até às 21h05 de 22 de setembro, dia e hora do equinócio da primavera, pelo horário de Brasília, no Hemisfério Sul. É importante ter a referência do horário de Brasília por causa dos fusos horários que existem no Brasil. A noite entre os dias 20 e 21 de junho será a mais longa do ano.

- O inverno de 2026 terá características especiais e atípicas em várias regiões do Brasil, devido ao rápido fortalecimento do fenômeno El Niño, que teve início oficial na primeira semana de junho de 2026. A temperatura da água do oceano Pacífico Equatorial, entre a costa do Peru e a Indonésia, deve continuar em rápido aquecimento no decorrer do inverno no Hemisfério Sul (verão no Hemisfério Norte), confirmando o fortalecimento do El Niño. O máximo do El Niño deve ocorrer durante a primavera e o verão de 2026, mas os primeiros impactos no clima no Brasil já serão sentidos ao longo do inverno.

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A Climatempo alerta que o El Niño 2026/2027 muito provavelmente será de forte a muito forte intensidade. É possível que esse episódio fique entre os mais intensos já registrados desde 1950. Saiba mais sobre este El Niño.

O oceano Atlântico, na costa norte do Brasil, ainda está com temperatura um pouco acima da média, especialmente na faixa equatorial. Mas a Zona de Convergência Intertropical já está afastada do Brasil, o que contribui para a redução natural das precipitações na porção norte do Norte e do Nordeste do país, após um outono muito chuvoso. Na costa do Sul e do Sudeste do Brasil, o oceano Atlântico já está menos aquecido do que foi observado em maio e no início de junho de 2026.

Como será a temperatura no Brasil no inverno de 2026 Mesmo com a expectativa da intensificação do El Niño no decorrer do inverno de 2026, episódios de frio intenso devem ser observados no começo da estação. Mas ondas de calor poderão ocorrer no fim do inverno. No Sul do Brasil a temperatura média do inverno de 2026 deve ficar um próxima da média. Leia também: Neymar volta a campo, mas nem viaja para jogo da seleção diante do Haiti

Na maioria das áreas de Mato Grosso do Sul, de São Paulo, do centro-sul e leste de Minas, do Rio de Janeiro e do Espírito Santo, a temperatura média do inverno também deve ficar dentro do normal. Mas em quase todo o Centro-Oeste, na maioria das áreas do Nordeste e do Norte do Brasil, o inverno de 2026 deve ter temperatura média acima da média.- Dias de calor bastante intenso são esperados especialmente no sul e leste do Pará, Tocantins, Maranhão, Piauí, oeste da Bahia, Goiás, Distrito Federal e Mato Grosso.

O inverno de 2026 começa com a passagem de uma forte frente fria sobre o interior do Brasil, que vai trazer a primeira onda de frio da estação. Esta forte massa de ar polar deve influenciar o país na primeira semana do inverno causando queda de temperatura acentuada no Sul, em áreas do Sudeste e do Centro-Oeste e um novo episódio de friagem em Rondônia, no Acre e sul do Amazonas. Dias de frio intenso no centro-sul do Brasil são previstos para o mês de julho, com temperaturas abaixo de 0°C na região Sul e em algumas áreas do Sudeste.

Uma das fortes massas polares esperadas para julho deve levar o ar frio até a região de Goiânia e de Brasília, para o norte de Minas Gerais e extremo sul da Bahia. Picos de calor intenso podem ocorrer em agosto no Centro-Oeste e no Sudeste do país. Dias de muito calor devem ser observados no Norte e no Nordeste.

Em setembro, aumenta o risco de ondas de calor influenciando áreas do Norte, do Nordeste, do Centro-Oeste e Sudeste do país. Como será a chuva do inverno de 2026 no Brasil O fortalecimento do fenômeno El Niño nos próximos meses começará a impactar a chuva do Sul do Brasil durante o inverno de 2026.

Temporais e episódios de chuva forte, com ventania, já são comuns durante o inverno na região Sul. Porém, com o El Niño em desenvolvimento, o Sul do Brasil terá chuva mais frequente, com maior quantidade de frentes frias passando ou se formando sobre a região e mais eventos de temporal.- O volume de chuva no Sul do Brasil deve ficar acima da média em toda região. Mais de esporte

No sudoeste do Paraná pode chover muito acima do normal (tom de verde escuro). O Sudeste e o Centro-Oeste do Brasil, onde normalmente quase não chove durante o inverno, poderão ter vários episódios de chuva atípica ao longo da estação. A estação deve terminar com chuva um pouco acima da média (tom de verde claro) em praticamente todas as áreas das duas regiões.

- No centro-sul de Mato Grosso do Sul, no oeste, centro-sul e leste de São Paulo, a chuva do inverno será mais frequente e acima do normal. Acre, Rondônia e sul do Amazonas também devem ter mais chuva do que seria o comum durante o inverno, que normalmente é muito seco nessas regiões. No Nordeste do Brasil, o inverno é uma estação de tempo seco e quente e esse padrão deve ser observado este ano.

Na costa leste do Nordeste, deve chover menos do que o normal em julho, que normalmente ainda é um mês com chuva frequente na região. Agosto e setembro também devem ser com menos chuva do que o normal na costa leste nordestina. No extremo norte do país, deve chover menos do que o normal em todos os meses do inverno em Roraima, no norte e noroeste do Amazonas, no Amapá e no norte do Pará. Leia também: Copa do Mundo 2026: Análise aprofundada dos jogos de quinta-feira (18/06)

A região do Tocantins e o leste do Pará devem ter predomínio de tempo seco, como é comum durante o inverno. Atenção: a tendência de mais chuva do que o normal no centro-sul do país e redução da chuva no extremo norte do Brasil no decorrer do inverno de 2026 já podem ser considerados os primeiros impactos do El Niño no clima do país. Destaques do inverno 2026- A primeira onda de frio do inverno de 2026 deve ocorrer nos primeiros dias da estação, entre 22 e 30 de junho- No Sul do Brasil, o frio será menos persistente do que foi observado em maio e em junho, por causa da chuva mais frequente.

Duas fortes massas de ar frio devem ser observadas em julho, a primeira em meados do mês e a segunda no fim do mês. Essas duas massas de ar frio devem influenciar o Sul do Brasil, a maioria das áreas do Sudeste e do Centro-Oeste, além do Acre, Rondônia e sul do Amazonas.- A ocorrência de episódios de neve no Sul do Brasil é mais provável nos primeiros dias do inverno e em julho.

- episódios de geada ampla no Sul devem ser esperados para a primeira semana do inverno, em junho, e em julho, mas não se pode descartar algum evento em agosto.- não se pode descartar a ocorrência de geada em MS, SP e MG na primeira semana do inverno, em junho, e em julho.- RO, AC e sul do AM podem ter friagem na primeira semana do inverno, em junho, em julho e em agosto.

- Uma frente fria continental deve passar pelo país na segunda quinzena de agosto podendo provocar chuva em áreas do interior do Sudeste e do Centro-Oeste do país.- Picos de calor acima do normal devem ser observados em agosto em áreas do Centro-Oeste, Sudeste, Norte e Nordeste.- Em setembro, nas últimas semanas do inverno, há risco de formação de onda de calor, abrangendo especialmente áreas do Centro-Oeste, Norte e Nordeste.

- mesmo com a previsão de mais umidade do que o normalmente se observa no inverno do CO e SE, muitas áreas das duas regiões também terão vários dias com ar muito seco e grande amplitude térmica. Inverno agrícola: frio e excesso de umidade preocupam- Episódios de frio intenso, com potencial para geada ampla em áreas do Sul do Brasil, devem ocorrer já nos primeiros dias do inverno e em julho, mas não se pode descartar algum evento em agosto.- Nos primeiros dias do inverno e em julho há possibilidade de eventos de geada na região Sudeste, mas sem prejuízos relevantes para a agricultura.

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