Ibovespa hoje
- EUA e Irã avançam em negociações de paz, mas impasse sobre urânio e Ormuz persiste.
- Goldman Sachs: real se destaca entre emergentes, mas segue sensível a juros dos EUA.
- Day trade hoje: confira o que esperar de mini dólar e mini-índice.
Confira as últimas dos mercados
Goldman Sachs: real se destaca entre emergentes, mas segue sensível a juros dos EUA
Vitru encerra oferta pública de ações com valor total de R$203,5 mi
A Vitru Educação informou na noite de quinta-feira que encerrou a oferta pública de distribuição primária de 15,7 milhões de ações ao preço de R$13,00 por ação, conforme comunicado ao mercado. A oferta, destinada exclusivamente a investidores profissionais e com prioridade aos acionistas da companhia para subscrição, totalizou o montante de R$203,5 milhões, disse a companhia. A quantidade de ações inicialmente ofertada foi acrescida de um lote suplementar equivalente a 15% do total, ou seja, 2,04 milhões novas ações emitidas pela companhia, disse a Vitru.
Economia da Alemanha cresce 0,3% no 1º trimestre impulsionada por exportações
A economia da Alemanha cresceu 0,3% no primeiro trimestre de 2026 em comparação com o trimestre anterior, informou o escritório de estatísticas nesta sexta-feira, confirmando sua leitura preliminar. As exportações aumentaram consideravelmente no início do ano, ajudando o desempenho econômico da Alemanha, disse Ruth Brand, presidente do escritório de estatísticas. As exportações totais de bens e serviços aumentaram 3,3% após um declínio no quarto trimestre de 2025, enquanto as importações subiram apenas 0,1% em relação ao trimestre anterior. Os gastos do governo tiveram alta de 1,1%, enquanto os gastos das famílias estagnaram.
Leia no AINotícia: Governo ampliará bloqueio de despesas
Azul assina “A&R Warrant Agreements” com American, United e investidores adicionais
EUA e Irã avançam em negociações de paz, mas impasse sobre urânio e Ormuz persiste
Apesar do otimismo, Rubio alertou que um eventual acordo seria “inviável” caso o Irã insista em medidas para controlar permanentemente a navegação pelo Estreito.
Núcleo da inflação do Japão atinge mínima de 4 anos mas choque de energia deve elevar índice
O núcleo da inflação anual do Japão desacelerou para o nível mais baixo em quatro anos em abril devido ao efeito dos subsídios ao combustível e à educação, segundo dados divulgados nesta sexta-feira, mas analistas preveem que o aumento dos custos de combustível decorrente da guerra no Oriente Médio vai acelerar a alta dos preços nos próximos meses. Embora as medidas do governo estejam compensando parte da pressão sobre os preços causada pelo choque de energia, as autoridades do Banco do Japão estão fazendo comentários de tom “hawkish”, sinalizando a chance de um aumento da taxa de juros em junho, conforme se concentram na ampliação dos riscos de inflação. O núcleo do índice de preços ao consumidor do Japão, que elimina o efeito dos custos voláteis de alimentos frescos, aumentou 1,4% em abril na base anual, abaixo da alta de 1,8% em março e ficando aquém da mediana das previsões do mercado de um ganho de 1,7%. O aumento foi o mais lento desde março de 2022, com uma queda de 10,6% nos custos de educação pesando sobre a inflação do setor de serviços e compensando os aumentos constantes em uma série de outros itens, incluindo alimentos, mostraram os dados. (Reuters)
Barris de petróleo sobem e minério de ferro recua
Os preços do petróleo sobem após três dias de quedas, com as declarações do Irã sobre urânio e o Estreito de Ormuz diminuindo o otimismo anterior em relação ao progresso nas negociações com os EUA. As cotações do minério de ferro na China fecharam em baixa nesta sexta, encerrando a segunda semana consecutiva no vermelho em meio às perspectivas de aumento da oferta e enfraquecimento sazonal da demanda, mas o consumo resiliente no curto prazo na China, principal compradora, conteve as perdas generalizadas. Leia também: Goldman Sachs: real se destaca entre emergentes, mas segue sensível a juros dos
- Petróleo WTI, +1,98%, a US$ 98,26 o barril
- Petróleo Brent, +2,62%, a US$ 105,27 o barril
- Minério de ferro negociado na bolsa de Dalian, -0,13%, a 792 iuanes (US$ 116,41)
Bolsas da Ásia fecham semana com ganhos
Os mercados da Ásia-Pacífico fecharam em alta, com os investidores avaliando os esforços diplomáticos entre os EUA e o Irã para alcançar um acordo de paz. No entanto, segundo uma reportagem da Reuters, a intenção de Teerã de manter seu estoque de urânio enriquecido dentro do país pode complicar as negociações com Washington, já que o presidente Donald Trump fez do desmantelamento do programa nuclear iraniano um objetivo central de sua ação militar contra o país.
- Shanghai SE (China), +0,87%
- Nikkei (Japão): +2,68%
- Hang Seng Index (Hong Kong): +0,86%
- Nifty 50 (Índia): +0,53%
- ASX 200 (Austrália): +0,41%
Bolsas da Europa avançam com atenções voltadas ao Oriente Médio
Os mercados europeus operam em alta, com atenções voltadas para dados econômicos e negociações de paz entre EUA e Irã. As vendas no varejo do Reino Unido caíram 1,3% em abril em relação ao mês anterior, após um aumento de 0,6% em março. As vendas de combustível caíram mais de 10%, segundo autoridades, com alguns varejistas relatando que os motoristas estavam economizando combustível em meio à volatilidade dos preços devido à guerra no Oriente Médio.
- STOXX 600: +0,45%
- DAX (Alemanha): +0,68%
- FTSE 100 (Reino Unido): +0,28%
- CAC 40 (França): +0,30%
- FTSE MIB (Itália): +0,51%
EUA: índices futuros têm leves ganhos
Os índices futuros de Nova York operam em alta nesta sexta-feira (22), impulsionados pela esperança de que os EUA e o Irã estejam se aproximando de um acordo de paz e pelo entusiasmo crescente pela inteligência artificial. Os mercados ganharam força após sinais de progresso nas conversas diplomáticas entre os dois países. Na quinta-feira, o secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, afirmou que há “bons sinais” de um possível acordo para encerrar o conflito no Oriente Médio. Apesar do otimismo, Rubio alertou que um eventual acordo seria “inviável” caso o Irã insista em medidas para controlar permanentemente a navegação pelo Estreito de Ormuz, rota estratégica para o comércio global de petróleo.
- Dow Jones Futuro: +0,23%
- S&P 500 Futuro: +0,11%
- Nasdaq Futuro: +0,05%
Abertura de mercados
Um grande grau de incerteza cerca as negociações de paz entre os Estados Unidos e o Irã e investidores lidavam nesta sexta-feira com mensagens confusas. Segundo a mídia iraniana, o ministro das Relações Exteriores do Irã se reuniu com o ministro do Interior do Paquistão nesta sexta para discutir propostas para acabar com o conflito. O secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, disse na véspera que houve “alguns sinais positivos” nas negociações para encerrar a guerra no Oriente Médio, que já dura quase três meses, mas ainda persistem divergências sobre o estoque de urânio de Teerã e o controle do Estreito de Ormuz. A preocupação dos investidores continua sendo o quase fechamento do estreito, o que tem levado à disparada dos preços do petróleo e alterado as perspectivas globais de taxas de juros devido a preocupações inflacionárias. Na pauta nacional, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva dá entrevista às 16h ao programa Sem Censura, da EBC. Já os ministros do Planejamento e Orçamento, Bruno Moretti, e da Fazenda, Dario Durigan, vão conceder entrevista coletiva às 15 horas para apresentar o Relatório de Avaliação de Receitas e Despesas Primárias do segundo bimestre de 2026. (Reuters) Mais de economia
Principais índices em Nova York terminaram sessão de ontem com ganhos
Investidores em Wall Street foram surpreendidos nesta tarde com uma notícia de que os EUA e o Irã teriam chegado a um acordo definitivo para o fim da guerra. Mas a notícia não foi confirmada por nenhuma das partes. “Todos os olhos estão neste acordo”, disse à CNBC o CEO da The Wealth Alliance, Robert Conzo. Além disso, os investidores ficaram de olho no balanço trimestral da Nvidia, que veio mais forte do que o esperado, mas com algumas ponderações, que fizeram o mercado não se empolgar muito.
DIs: juros futuros terminaram ontem com baixas por toda a curva
Dólar comercial fechou ontem com baixa de 0,06%
O dólar comercial emendou a segunda queda seguida diante do real. O movimento foi na direção oposta da divisa norte-americana no resto do planeta, que na comparação com as principais moedas do mundo fez o índice DXY ficar com mais 0,12%, aos 99,21 pontos. Leia também: PetroReconcavo (RECV3) ajusta valor de proventos; confira os novos valores
- Venda: R$ 5,001
- Compra: R$ 5,000
- Mínima: R$ 4,984
- Máxima: R$ 5,025
Maiores baixas, altas e mais negociadas de ontem
Maiores baixas
Maiores altas
Mais negociadas
Ibovespa terminou ontem com alta de 0,17%, aos 177.649,86 pontos
- Máxima: 178.546,59
- Mínima: 175.805,16
- Diferença para a abertura: +294,13 pontos
- Volume: R$ 23,80 bilhões
Confira a evolução do IBOV durante a semana, mês e ano:
- Segunda-feira (18): -0,17%
- Terça-feira (19): -1,52%
- Quarta-feira (20): +1,77%
- Quinta-feira (21): +0,17%
- Semana: +0,21%
- Maio: -5,16%
- 2T26: -5,23%
- 2026: +10,26%
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