Ibovespa hoje
- Irã e EUA trocam ataques aéreos após Trump negar relato sobre acordo de Ormuz.
- Alta do IGP-M desacelera a 0,84% em maio com estabilidade do petróleo, mostra FGV.
- Day trade hoje: confira o que esperar de mini dólar e mini-índice.
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EUA e México iniciam negociações comerciais formais e discutem regras de conteúdo automotivo
Negociadores dos Estados Unidos e do México iniciam nesta quinta-feira negociações formais para reformular o acordo comercial da América do Norte, com Washington exigindo regras de origem regionais mais fortes, incluindo um nível mínimo de conteúdo específico dos EUA para carros e caminhões fabricados no México. O novo padrão está contido nos textos propostos para modificar o Acordo EUA-México-Canadá (USMCA), disseram à Reuters duas pessoas familiarizadas com a posição de negociação dos EUA. A porcentagem específica de conteúdo automotivo que os EUA estão buscando não estava disponível imediatamente, mas a mudança é significativa em relação ao USMCA existente. O acordo de seis anos e seu pacto predecessor criaram uma economia regional altamente integrada, sustentando quase US$1,6 trilhão em comércio trilateral anual, mas seu futuro depende de negociações nos próximos meses.
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Barris de petróleo sobem mais de 2%
Os preços do petróleo sobem após o Irã afirmar ter atacado uma base aérea dos EUA em resposta a novos ataques americanos. A Guarda Revolucionária do Irã afirmou nesta quinta-feira que havia atacado uma base aérea dos EUA, segundo a agência de notícias semioficial Tasnim, da República Islâmica. As cotações do minério de ferro na China fecharam ligeiramente em baixa, estendendo a queda de quarta-feira.
- Petróleo WTI, +2,47%, a US$ 90,87 o barril
- Petróleo Brent, +2,56%, a US$ 96,70 o barril
- Minério de ferro negociado na bolsa de Dalian, -0,06%, a 780,50 iuanes (US$ 115,13)
Mercados da Ásia encerram dia com perdas
Os mercados da Ásia-Pacífico fecharam em baixa, com o aumento das tensões no Oriente Médio após novos ataques dos EUA no Irã durante a noite. Leia também: PetroRecôncavo (RECV3), Cury (CURY3) e mais duas pagam dividendos hoje; veja
- Shanghai SE (China), +0,12%
- Nikkei (Japão): -0,47%
- Hang Seng Index (Hong Kong): -1,27%
- Nifty 50 (Índia): -0,30%
- ASX 200 (Austrália): -0,09%
Bolsas da Europa operam na maioria em baixa
As ações europeias caem nesta quinta-feira, uma vez que a escalada das tensões no Oriente Médio obscureceu as perspectivas de um acordo iminente para a abertura do Estreito de Ormuz, aumentando as preocupações sobre a saúde da economia global. Os preços do petróleo bruto, um recurso fundamental para a Europa, que enfrenta escassez energética, disparavam mais de 2,5%, atingindo US$97 por barril, à medida que as hostilidades entre o Irã e os EUA se intensificavam, enquanto o Kuwait informava que suas defesas aéreas estavam interceptando ameaças de mísseis e drones hostis, semelhantes aos ataques observados no auge do conflito em março. Com as tensões geopolíticas em ebulição, persiste a incerteza sobre a trajetória das taxas de juros do Banco Central Europeu, já que os operadores precificam pelo menos dois aumentos de 25 pontos-base nas taxas de juros até o final do ano, de acordo com dados compilados pela LSEG.
- STOXX 600: -0,71%
- DAX (Alemanha): -0,43%
- FTSE 100 (Reino Unido): -1,04%
- CAC 40 (França): -0,41%
- FTSE MIB (Itália): +0,19%
EUA: índices futuros recuam com presssão da alta do petróleo
Os índices futuros dos EUA operam em baixa nesta quinta-feira (28), pressinados pela alta do petróleo após novos ataques no Oriente Médio aumentarem as incertezas sobre um possível fim iminente da guerra. Os investidores também aguardam a divulgação do índice de preços de despesas de consumo pessoal (PCE) de abril, prevista para as 9h30 (horário de Brasília). O PCE é o indicador de inflação preferido do Federal Reserve (Fed), e economistas consultados pela Dow Jones projetam alta de 0,5% no mês e de 3,8% em 12 meses.
- Dow Jones Futuro: -0,20%
- S&P 500 Futuro: -0,24%
- Nasdaq Futuro: -0,48%
Confiança de Serviços volta a subir em maio, segundo FGV
O Índice de Confiança de Serviços (ICS) do FGV IBRE avançou 0,9 ponto em maio, para 88,7 pontos, encerrando uma sequência de três meses de quedas consecutivas do índice. Na média móvel trimestral, o índice segue em tendência descendente, com queda de 0,5 ponto, para 88,3 pontos.
Confiança do Comércio recua em maio após um mês de alta, diz FGV
O Índice de Confiança do Comércio (ICOM) do FGV IBRE caiu 2,0 pontos em maio, para 84,2 pontos, menor nível desde março de 2021 (74,3 pontos). Em médias móveis trimestrais, o índice recuou 1,0 ponto, para 85,0 pontos. Mais de economia
IGP-M sobe 0,84% em maio, aponta FGV
O Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M) subiu 0,84% em maio. No mês de abril, a taxa havia sido de 2,73%. Com este resultado, o índice acumula alta de 3,79% no ano e 1,95% em 12 meses. Em maio de 2025, o IGP-M havia caído 0,49% e acumulava alta de 7,02% em 12 meses.
Abertura de mercados
Novo ataque militar dos Estados Unidos ao Irã e relatos do Kuweit sobre ataques com mísseis abalavam a confiança dos investidores em um acordo de paz nesta quinta-feira, dia carregado de dados econômicos nacionais e norte-americanos. As Forças Armadas dos EUA disseram ter realizado novos ataques visando uma operação iraniana de drones, enquanto Teerã afirmou ter atacado uma base aérea norte-americana no Kuweit. O petróleo chegou a subir e as ações recuavam de máximas recordes uma vez que o aumento das tensões no Oriente Médio confundiu os sinais sobre as negociações de paz, após o presidente dos EUA, Donald Trump, rejeitar um relato iraniano de um acordo para retomar o tráfego através do Estreito de Ormuz. Na agenda nacional, o diretor de Política Monetária do Banco Central, Nilton David, palestra no evento “Pine Macro Day” às 10h15. Em relação aos dados econômicos, analistas devem acompanhar os resultados do IGP-M de maio, o relatório de política monetária do BC, a taxa de desemprego no trimestre até abril e os dados do governo central também de abril. À tarde ainda será apresentado o resultado do Caged. As atenções recaem também para os dados de gastos com consumo pessoal dos Estados Unidos, que incluem a medida de inflação preferida do Federal Reserve, o índice PCE. (Reuters) Leia também: Raízen detalha reestruturação; veja o que está em jogo para credores e
Principais índices em Nova York fecharam sessão de ontem com altas curtas
Investidores em Wall Street seguiram observando o desenrolar das tratativas de acordo, embora não de paz, entre EUA e Irã. O país persa acenou com a possibilidade de abrir totalmente o Estreito de Ormuz em 30 dias após um entendimento com os norte-americanos, o que levou o petróleo a recuarem com consistência. “As esperanças de uma redução das tensões com o Irã, juntamente com uma forte temporada de balanços, impulsionaram as ações a um recorde neste mês”, lembrou Drew Pettit, estrategista do Citi à CNBC, embora não veja muito mais espaço para as ações subirem a partir daqui. “Os Treasuries estão mais altos, como 4,50% nos títulos de 10 anos, e as expectativas de inflação também estão mais altas em uma curva que, na verdade, se achatou ao longo do ano. Tudo isso não cria um cenário favorável para uma valorização sustentável dos múltiplos neste momento”, disse.
DIs: juros futuros terminaram ontem com altas por toda a curva
Dólar comercial fechou ontem com alta de 0,66%
O dólar comercial emendou a segunda alta seguida diante do real. O movimento foi na mesma direção da divisa norte-americana no resto do planeta, que na comparação com as principais moedas do mundo fez o índice DXY ficar com mais 0,05%, aos 99,22 pontos.
- Venda: R$ 5,061
- Compra: R$ 5,060
- Mínima: R$ 5,032
- Máxima: R$ 5,070
Maiores baixas, altas e mais negociadas de ontem
Maiores baixas
Maiores altas
Mais negociadas
Ibovespa terminou ontem com baixa de 0,48%, aos 175.744,37 pontos
- Máxima: 177.640,02
- Mínima: 175.554,89
- Diferença para a abertura: -844,66 pontos
- Volume: R$ 22,80 bilhões
- Segunda-feira (25): +0,91%
- Terça-feira (26): -0,69%
- Quarta-feira (27): -0,47%
- Semana: -0,26%
- Maio: -6,17%
- 2T26: -6,24%
- 2026: +9,08%
- Mercados
- Ações
- Ao Vivo
- Bolsa
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- Dólar
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